Fabio de Melo Acaso Deus Felicidade
Seja severo consigo mesmo, toda via não restará nada para o acaso.
Quem respeita princípio, não se embaraça com o pecado!
Há encontros corriqueiros
Há encontros ao acaso
Há encontros ligeiros
Há encontros findos no raso
Mas há aqueles marcantes
Que arrebatam o nosso ser
De maneira tão importante
Como no dia que encontrei você!
Marabá
Eu vivo sozinha; ninguém me procura!
Acaso feitura
Não sou de Tupá?
Se algum dentre os homens de mim não se esconde,
— Tu és, me responde,
— Tu és Marabá!
— Meus olhos são garços, são cor das safiras,
— Têm luz das estrelas, têm meigo brilhar;
— Imitam as nuvens de um céu anilado,
— As cores imitam das vagas do mar!
Se algum dos guerreiros não foge a meus passos:
"Teus olhos são garços,
Responde anojado; "mas és Marabá:
"Quero antes uns olhos bem pretos, luzentes,
"Uns olhos fulgentes,
"Bem pretos, retintos, não cor d'anajá!"
— É alvo meu rosto da alvura dos lírios,
— Da cor das areias batidas do mar;
— As aves mais brancas, as conchas mais puras
— Não têm mais alvura, não têm mais brilhar. —
Se ainda me escuta meus agros delírios:
"És alva de lírios",
Sorrindo responde; "mas és Marabá:
"Quero antes um rosto de jambo corado,
"Um rosto crestado
"Do sol do deserto, não flor de cajá."
— Meu colo de leve se encurva engraçado,
— Como hástea pendente do cáctus em flor;
— Mimosa, indolente, resvalo no prado,
— Como um soluçado suspiro de amor! —
"Eu amo a estatura flexível, ligeira,
"Qual duma palmeira,
Então me responde; "tu és Marabá:
"Quero antes o colo da ema orgulhosa,
"Que pisa vaidosa,
"Que as flóreas campinas governa, onde está."
— Meus loiros cabelos em ondas se anelam,
— O oiro mais puro não tem seu fulgor;
— As brisas nos bosques de os ver se enamoram,
— De os ver tão formosos como um beija-flor!
Mas eles respondem: "Teus longos cabelos,
"São loiros, são belos,
"Mas são anelados; tu és Marabá:
"Quero antes cabelos, bem lisos, corridos,
"Cabelos compridos,
"Não cor d'oiro fino, nem cor d'anajá."
E as doces palavras que eu tinha cá dentro
A quem nas direi?
O ramo d'acácia na fronte de um homem
Jamais cingirei:
Jamais um guerreiro da minha arazóia
Me desprenderá:
Eu vivo sozinha, chorando mesquinha,
Que sou Marabá!
A saudade e a ternura
São um tipo de semente,
Aparece do acaso
Seja no frio ou sol quente;
De forma muito singela
Quanto mais se rega ela;
Mais ela bole com a gente.
O amor é insistente
Brota até sem ser plantado,
Na hora que'le aparece
O rebuliço é danado,
Por dentro ele vai roendo
Valentão chora dizendo ;
Eu estou apaixonado.
A visão, é dos 5 sentidos, aquele que mais nos engana. Não é por acaso que tantas vezes dizemos, "nem tudo é o que parece".
Os humanos, em geral, já possuem uma enorme capacidade de distorcer a realidade, suscitando-se ainda o poder da tecnologia.
-Existem filtros, algo usado para nos enganar quanto à fisionomia de alguém;
-As redes sociais, mostram uma realidade distinta daquela que é vivida em particular, pessoas desoladas a postar sorrisos, pobres a postar luxos, inimizades a postar amizades;
-Existe ainda o mentiroso que não precisa de filtros, nem de redes sociais, porque já tem um poder de persuasão característico, capaz de enganar todos à sua volta, beneficiando da cegueira do benevolente.
19/09/2024
A ciência como a conhecemos é algo recente. Quanto mais sabemos, menos atribuímos ela ao acaso. Sem o egoismo, percebemos que somos todos um, vindos da mesma matéria que compõe as estrelas e tudo que existe.
Nasci escravo do acaso, prisioneiro das formalidades, condenado pela ilusão, destruído pelas perplexidades. Se pudesse trocar de lugar com uma alga marinha, achas mesmo que eu não iria aceitar? Se isso mesmo foi uma criação de Deus, então que baita estúpido.
_ACASO DE UM AMOR_
Te plantei em mim, em loucura e lucidez
Dia a após dia
No anoitecer me cobrir em lágrimas, porém, amanhecer me fez sorrir
Te acariciava com o meu pensamento
Onde você sempre esteve presente
Mesmo no oculto da tua existência
Pois lhe preocurava sem ter noção do que seria
Mais a medida em que vida foi se movendo
O destino nos uniu
A mesma rota que te trouxe, afugentou me Esse amor se
transformou em desespero
A solidão tomou conta da aquilo que a felicidade deveria
tocar
Com o tempo me reconciliei com o equilíbrio
O amor voltou a ser simples, moldou em gratidão
Pulde vê com clareza, todo aquele sentimento foi medo de estar só
E hoje sei viver com ou sem você
porém não sem mim
“Cristo não escolheu você por acaso; Ele viu sua força, mesmo quando você sente que não a tem mais. Confie Nele.”
Um dia por acaso meu coração pensou. E desde então não mais quis pensar: tudo em que acreditava lhe pareceu tristemente errado.
Todo ente nasce sem razão, se prolonga por fraqueza e morre por acaso.
Se por acaso der um prato de comida a quem tem fome, acha que ele vai querer saber de onde veio e porque veio.
Se der a visão a quem não tem, acha que ele vai questionar o porquê.
Se der prótese mecânica para quem não tem um braço, acha que ele vai perguntar algo.
E se doar um coração a alguém de 60 anos de idade, acha que ele vai dizer que não merece, que tem pessoas mais novas a quem deve ser doado.
Enfim, não devemos questionar as coisas boas e nem mesmo as ruins em nossas vidas.
Pois tudo acontece no tempo de Deus.
O primeiro olhar é acaso,
O segundo, convite silencioso,
O terceiro... é um passo rumo ao inevitável.
O primeiro olhar é acaso, mera coincidência.
O segundo, um convite silencioso e tentador.
O terceiro... é o passo inevitável rumo ao pecado.
QUANDO
QUANDO.... As lágrimas frias, neste seu rosto rolar
QUANDO.... Por acaso seus olhos, em minha foto pousar
QUANDO... Ouvir a minha voz, em seu pensamento falar
QUANDO... A tarde tiver calma e triste, e o vento em seu rosto soprar
QUANDO... Estiver dentro da Igreja, e o sino começar a tocar QUANDO... Junto com seus amigos, alguém meu nome falar
QUANDO... Ouvir a música que eu mais gosto, você deve se lembrar
DESTE QUE TANTO TE AMA!
Edvaldo José / Mensagens & Poesias
