Expressão
Enquanto a Minoria se vê inserida na falsa “liberdade de expressão” que a Maioria defende, ela caminhará pelos mesmos caminhos tortuosos em detrimento da Liberdade.
Aos olhares rasos, a prepotência dos que extrapolam os limites da Liberdade de Expressão, por gozarem de prerrogativas ou poder econômico para arcar com eventuais consequências, se confunde com bravura.
Tentar normalizar Discurso de Ódio, a pretexto da Liberdade de Expressão, é um Atentado Terrorista à comunicação.
Quem confunde Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão — pode confundir qualquer coisa — inclusive Arrogância com Bravura, Confusos com Multifacetados e Chantagem com Negociação.
Num mundo onde quase tudo se polariza — Discurso de Ódio se confunde com Liberdade de Expressão, Arrogância com Bravura, Confusos com Multifacetados e a Cegueira com a Sensibilidade, é melhor ficar com Nostradamus…
Nostradamus sempre disse, e continua dizendo, e eu não quero dizer o que Nostradamus disse, para não dizerem que sou injusto.
A expressão 'o fim justifica os meios' é uma justificativa desonesta para o uso de técnicas de persuasão, engano ou exploração das emoções e fraquezas das pessoas com o objetivo de alcançar metas pessoais ou profissionais.
A fé salvadora vem de Deus ao pecador submisso, e essa fé graciosa se confirma na expressão de uma obra santificadora para a glória de Deus.
"Liberdade de expressão é você poder expor sua opnião sem expor algo com difamação e calúnia. Já a injúria costuma ser usada quando alguém perde a paciência. Neste caso se ele não tem o critério de falar na sua cara, ao menos quando ele estiver bastante próximo, aproveite o gostinho de ver sua cara e diga: -Tudo bem Querido?!.”
—By Coelhinha
"Há muitas coisas que Deus escondeu, e isso é uma expressão da Sua glória. É uma das maneiras de Deus dizer:
'- Você está surpreso com o que vês? O que escondi é ainda maior'."
—By Coelhinha
Pai: " você 'e muito pra frente"!
_Não sei se alguém se identificou com esta expressão, mas foi o que ouvi uma vez...
_'as vezes ouvimos algo que não entendemos naquele primeiro momento, mas que depois de algum tempo com mais experiência e compreensão, analisamos que até o que era "insulto" vira elogio! Tudo lhe e entregue no momento certo, nada como esperar...
_a vida tem dessas! Esta expressão remete alguém para além do seu tempo, ou seja; moderno demais para sua época. Hoje compreendo perfeitamente coisas que quando criança não entendia. Neste processo natural da vida todos encontramos nossas respostas. Basta esperar... Com a compreensão vem a paz interior que precisamos!
Feliz dia dos pais!
"A gente se ver" expressão maldita, é um vagão prestes a descarrilar, impedindo encontros e reencontros.
TÍTULO
A JUSTIÇA DIVINA E A LIBERDADE DO ESPÍRITO
ARTIGO
O Espiritismo, em sua expressão mais depurada, não se apresenta como sistema de temor, mas como pedagogia moral da consciência. A Doutrina não constrói um Deus punitivo, arbitrário ou vingativo. Revela um princípio soberanamente justo e bom, cuja ação se manifesta pelo respeito absoluto à liberdade espiritual e pela finalidade educativa das experiências humanas.
Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por erros transitórios. Tal concepção violaria a própria ideia de justiça, pois nenhuma falta limitada no tempo poderia justificar uma pena infinita. O erro, no entendimento espírita, é sempre circunstancial e próprio de um Espírito ainda imperfeito, jamais definitivo ou essencial à sua natureza. Por isso, a Lei Divina oferece, a qualquer tempo, meios de progresso, reparação e reequilíbrio moral.
O arrependimento não surge como mero sentimento de culpa, mas como lucidez ética. Reparar não é sofrer por sofrer, mas agir em favor do bem, restabelecendo a harmonia rompida. A justiça divina não se impõe de fora para dentro. Ela opera no íntimo da consciência, onde cada Espírito experimenta as consequências naturais de suas escolhas. Persistir voluntariamente no caminho do mal converte-se, por si mesmo, em sofrimento, pois ninguém viola a ordem moral sem ferir a própria estrutura psíquica e espiritual.
A chamada pena eterna, à luz do Espiritismo, não é um decreto imutável, mas uma permanência voluntária no erro. Se o Espírito ali permanecesse indefinidamente, a dor também se prolongaria. Contudo, a mínima disposição ao arrependimento basta para que a misericórdia divina se manifeste, oferecendo novas oportunidades de aprendizado e reabilitação. Eis a relatividade das penas e da própria noção de eternidade, compreendida não como duração infinita do sofrimento, mas como continuidade da vida orientada ao aperfeiçoamento.
A liberdade concedida aos Espíritos é condição indispensável para o mérito moral. Se não houvesse possibilidade de escolha, não haveria responsabilidade, nem virtude autêntica. Deus permite que o Espírito experimente o bem e o mal para que aprenda, pela razão e pela vivência, a distinguir o que eleva daquilo que degrada. A sabedoria divina não se impõe pela coerção, mas pela educação gradual da consciência.
O primeiro ensinamento é o amor. O segundo é a instrução. Amar sem compreender conduz ao fanatismo. Instruir sem amar conduz à aridez moral. O Espiritismo une ambos, chamando o ser humano a uma ética da responsabilidade, da lucidez e da esperança ativa.
Assim, a mensagem espírita não promete atalhos, nem absolvições automáticas. Ela convoca o Espírito à dignidade de construir-se, passo a passo, na liberdade, assumindo o peso de seus atos e a grandeza de sua capacidade de transformação, pois toda consciência que se esclarece encontra no bem não uma imposição, mas um destino escolhido com maturidade e verdade.
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