Experiências
A inconsciência é muitas vezes a principal causadora de determinados estados de loucura. Julgo que este pensamento seja comum a muitas pessoas. O pensamento de que são muitas as vezes que atingimos um estado de insanidade por culpa da nossa inconsciência.
A inconsciência, ou a cegueira. Depende de como gostamos mais de chamar-lhe. O ténue e maçador esforço de correr ao encontro do que ainda está para vir, sem tão-pouco perscrutar memórias e reminiscências.
Não sei ao certo o porquê da invasão destes pensamentos no meu cérebro. Ou talvez saiba. Talvez porque me vejo rompida e rasgada pela minha própria vida. Tanto que me apetece renunciar a certos pontos. Apetece-me. Mas não o faço. Em vez disso mantenho os meus sentidos aguçados, na expectativa de assim descobrir um outro ponto de partida, e desse modo anular episódios que me perturbam. Apagar os passos dados em falso, aqueles que me levaram num sentido que hoje está a parecer-me errado. Só que as memórias não se riscam, como se risca algum apontamento que não está bem definido. As minhas memórias não…pelo menos não no seu todo.
Então hoje remanescem as piores representações, os instantes de dúvida, a tortura de certos sentimentos. As tais imagens que gostava de extinguir por instantes, mas não sou capaz.
É geralmente neste ponto, em que a minha consciência se torna imoderadamente real para ser suportável, que me desmancho em alucinantes e impetuosas habilidades a fim de desviar essas imagens da minha vista. E também é comum nestes momentos fechar os olhos e preferir deixar de ver. E é igualmente aí que os meus actos e gestos perdem parte do sentido. Se é que alguma vez o tiveram.
Claro está que falo em acções específicas, que na verdade não me apetece especificar.
Apeteceu-me apenas partilhar convosco estes meus pensamentos. E talvez um de vocês, mesmo sem as ditas especificações consiga perceber o que realmente tentei dizer aqui nesta minha curta e confusa dissertação.
Sou de ideias fixas, às tem que ser tudo à minha maneira, nem sempre sei fechar a boca a tempo, e tenho sempre a resposta pronta e dianteira na ponta da língua.
Todos nós sabemos atacar, agredir ou descompor alguém.
Ao contrário do que se possa dizer, não acho que isso se faça por divertimento ou malvadez, mas antes por necessidade ou defesa. São diversas e variadas as etapas da vida em que somos coagidos e quase forçados a atacar como forma de defesa. Combatemos com sentimentos, assaltamos olhares, investimos numa capa de protecção para que não sejamos destruídos com os múltiplos ataques, e é precisamente nesse estado de defesa que nos sentimos totalmente aptos a atacar e a descompor pessoas.
Como é que se descompõe uma pessoa? Depende. Mas há muitas formas de o fazer. Algumas são descompostas com frieza. Depois há aquelas que vamos descompondo lentamente, sem que as mesmas se apercebam, vamos ceifando os gestos, e atacamos com o vírus mais eficaz, o desprezo.
Quando falei em necessidade de o fazer, é porque admito que muitas vezes tenhamos que derrubar antes que nos derrubem a nós, desmoronar antes que o nosso mundo seja desmoronado.
As pessoas têm muito que se lhe diga. E se muitas atacam olhos nos olhos, outras apenas o sabem fazer pelas costas, quase sorrateiramente, utilizando um vírus chamado falsidade. Para mim essas pessoas não passam disso mesmo, uma fraude. Daí preferir o vírus da indiferença e do desprezo.
As pessoas têm muito que se lhe diga. Algumas são autênticas cobras humanas, que quando se sentem ameaçadas ou intimidadas têm o deplorável costume de lançar jactos de veneno nos olhos de quem ambicionam atingir.
O que as ditas se esquecem é que o seu veneno de tão utilizado contra os outros, nós os outros acabamos por nos vacinar contra ele e torna-se completamente impossível sermos atingidos.
E também se esquecem, que não é preciso ser-se uma cobra humana para saber como se ataca, agride ou descompõe alguém.
Tudo na vida de todos é um experimento sensato das sequentes experiências insanas, já e não experimentadas.
Para superar experiências traumáticas, substitua-as em sua mente ao longo de sua vida por experiências positivas, que podes permitir-se viver, e foque nestas, pois, no final, mesmo que as recordações ruins persistam, o seu saldo ficará positivo para as novas realizações.
Seja um líder que está sempre se renovando, libertando-se das experiências negativas do passado, sensível à voz de Deus e de seu Líder!
Existem coisas que teorias não explicam, palavras não ensinam, apenas as experiências que passamos nos ensinam, moldam, transformam, e nos formam.
Algumas vezes parei para refletir sobre minha vida, nas experiências boas, nas ruins, que não foram poucas e de quantas vezes me deparei com situações em que parecia que tinha perdido todo sentido da vida, em que meus pensamentos quase deram um nó. Sofri muito por pessoas que cruelmente, acabaram com minha alto estima , que não deram valor aos meus sentimentos, a minha fidelidade, e a minha amizade, mas posso dizer, que isso me ensinou e me fez repensar como deveria viver; Viver sem me preocupar com a opinião dos outros sobre mim, e que tenho que fazer e viver de maneira que me sinta feliz, para que eu possa pelo menos esquecer, da minha infância que não tive, da minha adolescência que não pude viver por causa de pressões, e responsabilidades que estavam acima do que eu realmente poderia ter assumido, dos erros que cometi, e dos erros que poderia ter cometido, e dos sonhos que abri mão. As vezes me questionam por ser assim, mas as pessoas que me vê sorridente, e sempre passando uma imagem que tudo está bem, não sabe um terço do que passei, ou do que estou passando, com certeza tudo isso me estruturou, e de certa forma consegui me blindar, contra isso, posso ter mudado um pouco, mas é que tanto apanhar, eu aprendi a bater
"Tem muitas pessoas querendo dar lição de moral pelas suas experiências vividas, eu Eder só tenho uma pergunta para essas pessoas. A vida é um rascunho, você nunca errou ao tentar passar ela a limpo?"
O homem é o somatório de suas experiências disse o pai. O homem é o somatório de seja lá o que for. Um problema de propriedades impuras levado monotonamente até o nada invariável: impasse de pó e desejo.
As experiências do passado demonstram claramente que não se deve confiar na pessoa errada por mais de duas vezes quando em dez lhe prejudicou.
Use vírgulas para separar as
experiências boas das más.
Reticências para quem lhe faltou em
alguma situação. Salpique
exclamações na sua vida. Abuse das
interjeições de felicidade. Faça uma
revisão nos seus sonhos. Tome
decisões com letra maiúscula. E
coloque ponto final na tristeza.
A linguagem deixa as mulheres na mão quando elas precisam expressar suas experiências porque foram emudecidas por séculos de treinamento. Estamos acostumadas a uma mentalidade e um estilo de comunicação masculinos.
"Vida
Da vida devemos levar as boas lembranças, as experiências de conhecer novos lugares, novas culturas, novas paisagens, conhecer os irmãos de alma, ter novas experiências que nos façam evoluir espiritualmente, fazer boas obras, fazer novas amizades e cultivar a todas elas para que floresçam e se fortaleçam a cada dia.".
