Experiência

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Qualquer tentativa de tentar reviver o passado é, e sempre será, frustrada. Porque a experiência não será mais a mesma, o olhar não será mais o mesmo, a sensação não será mais a mesma, os sentimentos não serão mais os mesmos, a emoção não será mais a mesma, a satisfação não será mais a mesma. Porque o tempo, de algum modo, é cruel, e ele rouba tudo isso.

Silvia Oliveira Soares

“Que a esperança te proteja; a prudência seja tua conselheira; a experiência tua companheira; caminhe ao lado da perseverança e serás triunfante na vida.”

Os anos trazem experiência, mas a verdadeira sabedoria nasce das lições que tiramos dos nossos próprios erros.

Brasileiros, aprendam profissões, porque depois da experiência, seja dono de seu próprio negócio.

Nunca deixe uma experiência que você fez e que tenha dado errado endurecer seu coração, senão, não foi lição e sim um castigo.

Bom dia!
Gostaria de mim mesmo é uma experiência bacana. Tudo bem, que nao sou o mais bonito do mundo, posso nao ter dinheiro ... mas se eu estiver de bem comigo mesmo, comece certeza sou o mais feliz do mundo. Gratidão 🙌 ❤️
Ery santanna

Só estou justificado a afirmar aquilo sem o qual a própria experiência consciente deixaria de ser inteligível.

E se a consciência universal evolui através da experiência de todas as suas subconsciências?

Nunca tive uma experiência espiritual; talvez a magia só funcione com idiotas e desocupados; eu sempre estive ocupado demais tentando sentir menos dor.

Parte da experiência mística é a experiência da energia fluindo
através de nós, quando nos alinhamoscom o propósito que determina a estrutura desta realidade.
(Brian Balke)

⁠A experiência espiritual e a matéria interagem de maneira complexa e não locais
( Brian Balke)

SONHO
é uma experiência da mente
que para a Psicanálise,
a forma de realização do desejo, consciente
ou inconsciente.

Eu nunca perco. Ou ganho experiência, ou ganho sabedoria. Mas nunca saio de mãos vazias.

Quem despreza
a voz da verdade,
encontra a mão
pesada da
experiência.

Ser decepcionado por alguém é uma experiência que todos enfrentam em algum momento da vida. A primeira vez costuma ser inesperada, quase como um choque. A decepção chega de surpresa, porque ainda acreditamos na imagem que criamos da pessoa. Na segunda vez, já não há o mesmo espanto: é um aviso. Um sinal claro de que algo não está em equilíbrio. Porém, quando a mesma situação se repete mais de duas vezes, já não estamos mais diante de um simples erro do outro, mas diante de uma escolha nossa.

É duro admitir, mas a insistência em permanecer em um ciclo de decepções revela mais sobre o que aceitamos do que sobre o que nos fazem. Quando alguém mostra repetidamente quem é e ainda assim escolhemos ficar, a dor que sentimos deixa de ser apenas consequência do comportamento alheio. Passa a ser também o resultado de nossa permissão silenciosa. Nesse ponto, não se trata mais apenas do outro, mas do limite que colocamos , ou não colocamos em nossa vida.

Decepções que se repetem são lições não aprendidas. Elas carregam a mensagem de que precisamos olhar para dentro de nós mesmos, identificar o porquê de tolerarmos atitudes que ferem, e entender que não merecemos menos do que respeito e verdade. Continuar em um vínculo que machuca é como insistir em uma porta que já demonstrou estar fechada. A cada tentativa, a frustração aumenta, e o coração se desgasta.

É natural querer acreditar que as pessoas mudarão, mas a transformação não acontece pelo nosso desejo. Cada um só muda quando reconhece a própria necessidade. Enquanto isso não ocorre, a escolha de permanecer se torna um fardo que carregamos sozinhos. Por isso, compreender o valor do “basta” é um ato de coragem. Ele não representa desistência, mas sim a defesa da própria dignidade.

O coração pede, em silêncio: “me escolha desta vez”. Escolher-se significa priorizar a própria paz, mesmo que isso implique deixar para trás quem gostaríamos que tivesse ficado. É doloroso, mas também libertador. Quando aceitamos que não temos controle sobre os atos do outro, mas temos total controle sobre o que permitimos em nossa vida, damos um passo rumo ao amadurecimento.

A repetição da decepção serve como um espelho. Mostra-nos nossas próprias fragilidades, nossos medos de estar só, nossas esperanças insistentes. Mas também nos convida a romper o ciclo, a reescrever a história a partir de uma decisão consciente. Afinal, permanecer onde não há reciprocidade é se condenar a reviver a mesma dor inúmeras vezes.

Aprender a se escolher é, portanto, uma prática de amor-próprio. É entender que a verdadeira lealdade deve começar dentro de nós. Quando decidimos dar prioridade ao que nos faz bem, abrimos espaço para relações mais saudáveis, autênticas e respeitosas.

Ser decepcionado não é o fim. É um chamado para enxergar a verdade, para aprender sobre limites e para crescer. A vida não se resume àqueles que nos ferem. Pelo contrário, ela se expande quando entendemos que merecemos vínculos mais sinceros. E, quando escolhemos a nós mesmos, não perdemos , ganhamos de volta a liberdade de viver em paz.

Por André Luiz Santiago Eleuterio.

Antes de começar uma nova experiência, pergunte-se sempre 3 coisas:
1 - Eu Quero?
2 - Eu Posso?
3 - Eu Devo?


Se alguma das 3 respostas for Não, repense melhor, poderá não ser bom o resultado.
Se as 3 forem Sim, siga em frente, vai dar certo.


Cesar L.

⁠A autêntica experiência de salvação é transformadora. Ou impacta a orientação total da vida ou não é autêntica.

Os fatos são a verdade que está além da experiência.

O crime atrai jovens por parecer a única ‘empresa’ que contrata sem experiência e promete crescimento rápido; o salário se paga com a própria vida.

A experiência é a forma mais completa de educação: ver e ouvir não superam o sentir.