Existem Pessoas que Sao Flores
Preciso me policiar.
Seus olhos, menino, são profundos demais.
Doces demais.
Carregam alegria e dor, vontade de ficar e de partir.
Porque não se decide se vai ou fica?
Porque dorme tanto?
Porque gargalha ao falar de si?
Queria eu que se visse pelos meus olhos.
Através deles, sentiria a alegria de ver teu rosto
De te olhar quando sorri
De esperar a hora de te ver outra vez
Tenho vontade de lhe dizer muitas coisas
De te dizer quanto tempo esperei alguém como você
Dizer que sua sinceridade é pra mim um paraíso
E que a cada vez que sorrio, meu coração se enfurece
Se enfurece por estar tão perdido em você.
Vez ou outra me pego pensando qual foi sua jornada ate mim
Se alguém já te machucou, se alguém já teve você e se alegrou por isso
Se já viram teu rosto pela manha ou te deram um beijo de boa noite
E todas as vezes que penso nisso tenho a certeza de que não
Isso nunca aconteceu, pois fosse esse o caso, não teriam lhe deixado ir embora.
E eu não saberia de todas essas coisas que só são possíveis conhecer
Por ter você.
Já não estás mais aqui...
Não sei como são tuas manhãs,
qual é teu itinerário,
que paisagens teus olhos vislumbram...
Pergunto-me em que planos
teus passos transitam?
Estou entre os que te evocam
e que sabem que estás em algum lugar.
Cika Parolin
Amigos. — Apenas pondere consigo mesmo como são diversos os sentimentos, como são divididas as opiniões, mesmo entre os conhecidos mais próximos; e como até mesmo opiniões iguais têm, nas cabeças de seus amigos, posição ou força muito diferente da que têm na sua; como são múltiplas as ocasiões para o mal-entendido e para a ruptura hostil. Depois disso, você dirá a si mesmo: como é inseguro o terreno em que repousam as nossas alianças e amizades, como estão próximos os frios temporais e o tempo feio, como é isolado cada ser humano! Se alguém percebe isso, e também que todas as opiniões, sejam de que espécie e intensidade, são para o seu próximo tão necessárias e irresponsáveis como os atos, se
descortina essa necessidade interior das opiniões, devida ao indissolúvel entrelaçamento de caráter, ocupação, talento e ambiente — talvez se livre da amargura e aspereza de sentimento que levou aquele sábio a gritar: "Amigos, não há amigos!". Esta pessoa dirá antes a si mesma: Sim, há amigos, mas foi o erro, a ilusão acerca de você que os conduziu até você; e eles devem ter aprendido a calar, a fim de continuar seus amigos; pois quase sempre tais laços humanos se baseiam em que certas coisas jamais serão ditas nem tocadas: se essas pedrinhas começam a rolar, porém, a amizade segue atrás e se rompe. Haverá homens que não seriam fatalmente feridos, se soubessem o que seus mais íntimos amigos sabem no fundo a seu respeito? — Conhecendo a nós mesmos e vendo o nosso ser como uma esfera cambiante de opiniões e humores, aprendendo assim a menosprezá-lo um pouco, colocamo-nos novamente em equilíbrio com os outros. É verdade, temos bons motivos para não prezar muito os nossos conhecidos, mesmo os grandes entre eles; mas igualmente bons motivos para dirigir esse sentimento para nós mesmos. — Então suportemos uns aos outros, assim como suportamos a nós mesmos; e talvez chegue um dia, para cada um, a hora feliz em que dirá:
"Amigos, não há amigos!" — disse o sábio moribundo;
"Inimigos, não há inimigos!" — digo eu, o tolo vivente.
Amigos. — Apenas pondere consigo mesmo como são diversos os sentimentos, como são divididas as opiniões, mesmo entre os conhecidos mais próximos; e como até mesmo opiniões iguais têm, nas cabeças de seus amigos, posição ou força muito diferente da que têm na sua; como são múltiplas as ocasiões para o mal-entendido e para a ruptura hostil. Depois disso, você dirá a si mesmo: como é inseguro o terreno em que repousam as nossas alianças e amizades, como estão próximos os frios temporais e o tempo feio, como é isolado cada ser humano! Se alguém percebe isso, e também que todas as opiniões, sejam de que espécie e intensidade, são para o seu próximo tão necessárias e irresponsáveis como os atos, se
descortina essa necessidade interior das opiniões, devida ao indissolúvel entrelaçamento de caráter, ocupação, talento e ambiente — talvez se livre da amargura e aspereza de sentimento que levou aquele sábio a gritar: "Amigos, não há amigos!". Esta pessoa dirá antes a si mesma: Sim, há amigos, mas foi o erro, a ilusão acerca de você que os conduziu até você; e eles devem ter aprendido a calar, a fim de continuar seus amigos; pois quase sempre tais laços humanos se baseiam em que certas coisas jamais serão ditas nem tocadas: se essas pedrinhas começam a rolar, porém, a amizade segue atrás e se rompe. Haverá homens que não seriam fatalmente feridos, se soubessem o que seus mais íntimos amigos sabem no fundo a seu respeito? — Conhecendo a nós mesmos e vendo o nosso ser como uma esfera cambiante de opiniões e humores, aprendendo assim a menosprezá-lo um pouco, colocamo-nos novamente em equilíbrio com os outros. É verdade, temos bons motivos para não prezar muito os nossos conhecidos, mesmo os grandes entre eles; mas igualmente bons motivos para dirigir esse sentimento para nós mesmos. — Então suportemos uns aos outros, assim como suportamos a nós mesmos; e talvez chegue um dia, para cada um, a hora feliz em que dirá:
"Amigos, não há amigos!" — disse o sábio moribundo;
"Inimigos, não há inimigos!" — digo eu, o tolo vivente.
Se deus e o diabo são inimigos, porque o diabo vai te fazer mal e te queimar na fogueira do inferno se você desobedecer deus?
'' Mulheres São como Rosas, Lindas, suaves e delicadas que transmitem Amor, Mas quando Machucadas, podem mostrar seus espinhos, Mas somente para aqueles que causaram Dor..''
Os relacionamentos, ao final das contas,
são como administrar um negócio...
Precisam estar fincados em bases sólidas,
com regras definidas e iguais para todos os "sócios",
a comunicação não deve ser feita de cima para baixo,
mas, considerando-se que palavras ferem, mesmo que
a intenção não seja essa e, naturalmente, que o amor
seja o fundamento de tudo.
Cika Parolin
OS QUATRO CICLOS - Jorge Luis Borges.
do livro O ouro dos Tigres (1972) :
Quatro são as histórias. Uma, a mais antiga, é a de uma forte cidade cercada e defendida por homens valentes. Os defensores sabem que a cidade será entregue ao ferro e ao fogo e que sua batalha é inútil; o mais famoso dos agressores, Aquiles, sabe que seu destino é morrer antes da vitória. Os séculos foram acrescentando elementos de magia. Já se disse que Helena de Tróia, pela qual os exércitos morreram, era uma bela nuvem, uma sombra; já se disse que o grande cavalo oco no qual se ocultaram os gregos era também uma aparência.
Homero não deve ter sido o primeiro poeta a referir a fábula; alguém, no século catorze, deixou esta linha que anda em minha memória: "The borgh brittened and brent to brontes and askes". Dante Gabriel Rossetti iria imaginar que a sorte de Tróia foi selada naquele instante em que Páris arde de amor por Helena; Yeats elegerá o instante em que se confundem Leda e o cisne que era um deus.
Outra, que se vincula à primeira, é a de um regresso. O de Ulisses, que, ao fim de dez anos errando por mares perigosos e demorando-se em ilhas de encantamento, volta a sua Ítaca; o das divindades do Norte que, uma vez destruída a terra, vêem-na surgir do mar, verde e lúcida, e encontram perdidas
no gramado as peças de xadrez com que antes jogaram.
A terceira história é a de uma busca. Podemos ver nela uma variante da forma anterior. Jasão e o Velocino; os trinta pássaros do persa, que cruzam montanhas e mares e vêem o rosto de seu Deus, o Simurgh, que é cada um deles e todos. No passado, todo cometimento era venturoso. Alguém roubava, no fim, as proibidas maçãs de ouro; alguém, no fim, merecia a conquista do Graal. Agora, a busca está condenada ao fracasso. O capitão Ahab dá com a baleia e a baleia o desfaz; os heróis de James ou de Kafka só podem esperar a derrota. Somos tão pobres de coragem e de fé que agora o happy-ending não passa de um mimo industrial. Não podemos acreditar no céu, mas sim no inferno.
A última história é a do sacrifício de um deus. Átis, na Frígia, se mutila e se mata; Odin, sacrificado a Odin, Ele mesmo a Si Mesmo, pende da árvore nove noites a fio, ferido com uma lança; Cristo é crucificado pelos romanos.
Quatro são as histórias. Durante o tempo que nos resta, continuaremos a narrá-las, transformadas.
As quedas são quase sempre uma motivação. A vida não teria sentido se não soubéssemos o que é ter que se reerguer, o que é ter que se levantar, o que é ter que se ver no chão e ao mesmo tempo se obrigar a continuar. Sabe, se tem uma coisa que eu admiro muito em mim e em alguns poucos corações que vejo por ai, é essa vontade que temos, de nunca deixarmos de acreditar em dias bonitos, em sonhos bonitos, em histórias bonitas, em recomeços. Viver e sobreviver os dias difíceis não é tão fácil assim, mas receber novas oportunidades mesmo que ja calejados pelos improvisos da vida não é pra qualquer um. Gratidão a Deus sempre...
"No meu pensamento a pupila dos olhos é um pequeno universo, pois ambos são negros, mas lá bem no fundo, o escuro revela bem as sete cores do arco-íris"
O mundo não vai se transformar sozinho não, quem tem que fazer isso somos nós – seres humanos. E são esses mesmos seres que entram no patamar de difíceis, cada um pensa e age de uma forma. Somos únicos e individualistas, mas o lance é ter que viver bem, plantar o bem e colher o bem. Se não estamos aqui para isso, pra quê mais então? Não vejo mistério algum, Deus é o nosso governador (aos que acreditam), mas temos livre arbítrio para tomar nosso próprio rumo, é tão simples. Gentileza gera gentileza, amor gera amor, paz gera paz, respeito gera respeito e assim por diante... Cadê o mistério nisso tudo? Ôh gente, assim fica difícil defender essa Era – já era.
Tudo que foi vivido tudo que foi dito, tudo que foi um dia algo bom, agora só são lembranças e pensamentos, juro que eu tento esquecer ou até fingir, mas quando eu deito meu corpo cansa e não consigo controlar os pensamentos, a pior dor e quando o amor morre ou apenas seja orgulho da parte dela, mas você ser ignorado ou simplesmente esquecido é a pior parte, é uma dor forte, eu prefiro tatuagem, se é o fim na história eu não sei mas que cicatrizes sempre ficam expostas e não importa ela estará ali!, e desinteresse gera desinteresse, temos que continuar nossa vida e caminhar, não podemos parar, apenas venho aqui em forma de desabafo poesia, dizer que ame hoje e não importa o que os outros digam ou pensem, seja apenas você, eu vou continuar bem fisicamente mas que isso machucou meu coração para futuros amores por enquanto, não foi a primeira nem última dor mas sei que um dia ainda voltarei a sorrir por que só dependemos de nós para superar as barreiras que a vida coloca na nossa vida, eu apenas vou conhecer copos gelados com corpos gelados até quando!?
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