Existem Pessoas que Sao Flores

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0518 "Vi muito disso: Saites de fotos são (também) aqueles locais onde qualquer um publica (ou posta) qualquer coisa e, ato contínuo, começa a exibir carteirinha de fotógrafo de prestigio."

0530 ”Descobri mais: Saites de fotos são (também) aqueles locais onde alguns só ficam satisfeitos quando há unanimidade de elogios às fotos que publicam. Mesmo eles negando 'enfaticamente'!"

⁠Simplesmente por ser Você, serás evitado e odiado por Todos que são iguais a todos os outros.

⁠Os opostos podem atrair-se, mas são as semelhanças que nos aproximam.

⁠Os maus só acreditam que são a maioria, porque os bons não aprenderam fazer barulho.

⁠⁠Há silêncios que são capazes de fazer barulhos mais ensurdecedores do que o barulho da guerra.

A vida é oca como a touca de um bebê sem cabeça (...)
Meus deuses são cabeças de bebês sem touca.

Seres cuja estupidez é gritante são sempre causadores de desordem. Uma coisa é clara: são caóticos por dentro a tal ponto que não conseguem sequer controlar a si mesmos — meros imbecis ambulantes.

Progredir na vida é você se enriquecer de bens morais valores espirituais esses,que são tesouros preciosos que se pode levar daqui quando partir.

Não existe certo ou errado, o que importa mesmo são as tentativas.

Cada linha de expressão em meu rosto são caminhos que percorri e cada ruga são marcas da vida que venci.

Nossas vidas são como carretéis de linhas numa caixa de costura, cabe a nós costurar os remendos de nossa sina, o problema é encontrar os retalhos de outrora...

Feche os olhos e ouça esse som inaudível em teu silêncio e perceberás que são apenas tuas asas de águia querendo voar.

Persista sempre pois quando o objetivo é alcançado; todos os sacrifícios e lutas são válidos.

⁠Você sabe abanar o leque e dar piscadelas. Muitas vezes, basta fazer isso. Os homens são seres bem simples.

Bridgerton (série)
3ª temporada, episódio 2.

⁠⁠Para
as nossas
velas machucadas, quase todos os ventos são tempestades.




Há um cansaço que não se vê de longe.




Um rasgo pequeno na vela, quase invisível aos olhos distraídos, mas que muda completamente a forma como o barco enfrenta o mar.




Quando estamos feridos — por perdas, frustrações, decepções ou silêncios que doeram demais — até a brisa mais suave parece ameaça.




Não é o vento que sempre é forte demais; às vezes, somos nós que ainda estamos frágeis demais para suportá-lo.




Velas machucadas não significam fraqueza.




Significam travessia.




Significam que já enfrentamos mares revoltos, que já insistimos em continuar mesmo quando o céu escureceu.




Mas também revelam haver remendos a serem feitos, pausas necessárias, portos onde é preciso ancorar antes de seguir viagem.




Quando quase todos os ventos parecem tempestade, talvez o chamado não seja para lutar contra o céu, mas para cuidar da vela.




Para reconhecer nossos limites sem medo e sem culpa.




Para entender que sensibilidade não é incapacidade — é sinal de que algo em nós pede atenção.




O mundo continuará soprando seus ventos: opiniões, mudanças, despedidas, desafios inesperados…




Nem sempre teremos controle sobre sua intensidade.




Mas podemos escolher reparar o que foi rasgado, fortalecer o tecido da nossa coragem e aprender, pouco a pouco, a distinguir brisa de tormenta.




Porque, quando a vela é cuidada, até o vento contrário pode se tornar direção.

"Todos os dias são iguais
porém não somos os mesmos
todos os dias , por isso não
podemos dizer se será um
Bom dia ou umMau dia, isso
quem decide somos nós"

Como ja dizia São Clemente.
"Para encontrar Deus , olhe
para a beleza da Criação
ao invéz de examina- la
mas, olhe com os olhos de
uma criança"

⁠⁠São nos momentos em que não conseguimos revidar nem carinhos, que mais precisamos deles.


É justamente aí que eles revelam sua natureza mais alta.


Quando não conseguimos revidar — nem gestos, nem palavras, nem presença —, o carinho deixa de ser troca e se torna sustento.


Não vem como troca nem pagamento, mas como abrigo.


Não exige força, apenas permite existir.


Há dias em que a alma está tão cansada que até o afeto pesa nas mãos.


E, ainda assim, é nesses dias que ele se faz mais necessário: não para ser devolvido, mas para nos lembrar que continuamos dignos, mesmo esvaziados de nós mesmos.


O carinho verdadeiro não se ofende com o silêncio, não cobra performance, não exige reciprocidade imediata.


Ele sabe esperar…


Espera o outro se reinventar, se restaurar.


Sabe cuidar enquanto a gente reaprende a sentir.

⁠Para manter o aluguel das cabeças dos seus asseclas, os especialistas em guerras palavrosas são capazes de qualquer coisa.


Inclusive fingir conversão.


Há quem transforme a política em púlpito e a vitimização em liturgia.


Não para curar feridas reais, mas para mantê-las abertas, sangrando o suficiente para justificar discursos inflamados e as lealdades cegas.


Na seara política, especialmente na brasileira, a martirização já virou estratégia.


Quanto mais alto for o grito de perseguição, mais baixo o compromisso com a verdade.


E assim, os especialistas em guerras palavrosas ensaiam conversões repentinas, não por arrependimento, mas por conveniência — porque nada mobiliza mais que a fantasia do justo injustiçado.


Fingem mudança de fé, de tom e até de valores…


Não para abandonar a trincheira, mas para trocar o figurino.


É a ecdise: a troca de pele das serpentes…


O inimigo continua sendo necessário; afinal, sem ele, como justificar o aluguel permanente das cabeças dos seus asseclas?


O vitimismo, quando profissionalizado, dispensa coerência.


Hoje é cruz, amanhã é espada.


E hoje é silêncio estratégico, amanhã é grito de censura.


Tudo serve, desde que mantenha a plateia refém da emoção e distante do pensamento crítico.


Mas há um detalhe que a encenação não controla: o tempo.


Ele tem a estranha mania de desmascarar conversões oportunistas e mártires de ocasião.


E, quando o espetáculo se esgota, resta apenas o vazio de quem nunca quis justiça — apenas palco.


Porque quem realmente muda, não precisa se vitimizar…


E quem verdadeiramente sofre não transforma a dor em palanque.