Existem Pessoas
Existem pessoas capazes de nos fazer sorrir nos piores momentos. Que nos ajudam a fazer as melhores escolhas, e seguir os melhores caminhos. Existem pessoas a quem podemos confiar os segredos mais secretos e ter a certeza de que continuaram sendo segredos. Todos os dias devemos agradecer por termos essas pessoas no mundo, pois essas sim, fazem a vida valer a pena. Amizade, o mais belo sentimento que pode ser demonstrado pelos seres humanos.
Então a gente descobre que realmente existem pessoas que fazem uma grande diferença em nossa vida, e que apesar de tudo continuam ao nosso lado, pessoas que você sabe que pode contar, que pode confiar e que te amam do jeito delas, mas amam o máximo que podem amar.
Existem pessoas ao seu redor que te invejam pelo que vc tem,
outras pelo que vc é, outras te invejam só pelo fato de vc existir!
Mas o pior de tudo são essas pessoas desejarem ser vc!
Aí nao tem jeito nao! rs..
Hey! Aceita como vc é e como Deus te fez e nunca
tente ser outra pessoa pois com isso vc não perde só sua personalidade
mas tb sua identidade.
Existem pessoas que se vangloriam, criando apenas um gênero de sucesso. Enquanto outros, são gêneros de sucesso todos os dias!
E existem pessoas que inspiram cada sorriso seu, cada momento de alegria, cada gesto carinhoso, cada dia mais cheio de felicidade. Essas pessoas sim, deveriam ser eternas em nossas vidas...
DEIXE IR…
Existem pessoas que entram em nossas vidas como um raio de sol, ocupando um espaço imenso no peito, um canto que regamos com bons-dias, risadas soltas e mensagens cheias de vida. Entregamo-nos, mostramos a melhor versão de nós mesmos – aquela risada alta e genuína que revela quem realmente somos, como um girassol exposto ao sol.
Mas, às vezes, descobrimos, com um aperto no coração, que esse espaço que oferecemos não encontra um reflexo na vida delas. E está tudo bem. Ou, pelo menos, deveria estar.
Relacionamentos – sejam de amor, amizade ou até mesmo aqueles nascidos no labor silencioso pedem reciprocidade, como um café quentinho, compartilhado em uma manhã preguiçosa...
De repente, a saudade bate e mandamos uma mensagem de bom dia desejando que aquele dia seja tão especial quanto aquela pessoa é para nos, e resposta vem em forma de “feliz natal” fora de época, demorando tanto que o calor da mensagem se perde no frio da espera.
Quando propomos “vamos tomar um café?” sonhamos com um “manda a localização” que é o mesmo que dizer “eu também quero estar com você agora”, conversar, ou simplesmente contemplar o tempo passar numa companhia agradável.
Infelizmente há aqueles que, ao receberem nosso afeto nos retribuem com um relacionamento gelado, sem urgência, sem emoção, sem aquele brilho que faz o peito pulsar.
Eu não. Eu sou de emoções à flor da pele. Gosto do cotidiano vivo – o “bom dia” com cheirinho de café passado na hora, o “vamos” que convida a um encontro, a um almoço, as mensagens que contam o agora, o que está acontecendo neste exato momento: “você não sabe o que acabou de acontecer!”, “lembrei de você”, manda uma foto, uma música, um meme. Dessas coisas sem preço, mas de inestimável valor.
O morno nunca me atraiu, e o frio… ah, o frio me afasta. Não é egoísmo querer sentir o mesmo calor que oferecemos. É humano. É necessário. Porque o amor, a amizade, o carinho verdadeiro dançam na sintonia de dois corações que se encontram.
Quantas vezes já nos pegamos mandando uma mensagem com o coração na mão, só para receber um silêncio que corta como brisa gelada? Ou talvez uma resposta seca, que não carrega o peso do nosso afeto? Isso dói. Dói porque nos doamos, nos entregamos, e esperamos – mesmo que sem dizer – que o outro veja o valor desse gesto. Mas nem todo mundo está na mesma frequência.
Nem todo mundo entende que um “olha isso” pode ser mais quente que um “tchau” apressado.
É nesse instante que a hora de deixar ir se revela. Ao menor sinal de reciprocidade, retribua. Jogue lenha na fogueira, aqueça ainda mais essa conexão. Mas quando perceber – com o coração apertado que a pessoa não está na mesma sintonia, solte.
Deixe ir.
Não é derrota, é libertação.
É entender que o seu calor merece ser acolhido por quem sabe apreciá-lo, por quem responde com um sorriso, um “vem cá”, um olhar que diz “você importa”.
Deixar ir não é fácil. É como soltar um balão colorido e ver ele subir, levando consigo um pedaço de nós. Mas é também abrir espaço para novas manhãs, novos cafés, novos vinhos, novas músicas, novas risadas que ecoem de volta.
Porque merecemos relações que brilhem, que aqueçam, que dancem no mesmo ritmo. Então, quando o frio bater, não hesite. Deixe ir. E confie que o universo trará de volta o calor que tanto sabemos dar – e receber.
A Máscara da Hipocrisia
Existem pessoas que vestem máscaras tão bem que, por um instante, quase convencem o mundo e até a si mesmas de que são aquilo que fingem ser. São os hipócritas e mentirosos, mestres da manipulação, que moldam suas palavras e atitudes conforme o que mais lhes convém. Vivem para o próprio benefício, sem remorso, sem verdade, sem lealdade.
Dizem o que agrada, prometem o que não cumprem, inventam versões distorcidas da realidade tudo para alcançar seus objetivos pessoais. Na frente, mostram sorrisos e afeto; por trás, calculam, traem e distorcem. A sinceridade é apenas um disfarce, e os valores que defendem em público raramente são os mesmos que praticam em silêncio.
A hipocrisia se revela quando pregam a honestidade, mas vivem de mentiras. Quando criticam os outros por atitudes que repetem sem culpa. Quando fazem-se de vítimas para esconder o papel de vilão. São especialistas em enganar, em manipular emoções, em usar os outros como degraus na própria escalada.
Mas, por mais que consigam enganar por um tempo, a verdade tem uma força silenciosa ela espera o momento certo para se revelar. E, quando isso acontece, a máscara cai, e tudo que restará será o vazio de quem construiu a própria imagem sobre falsidades.
Pessoa feia não existe. No máximo, existem pessoas favoráveis e desfavoráveis. Pessoas favoráveis são aquelas que escolhemos, e pessoas desfavoráveis são aquelas que não escolhemos.
Tente não ancorar o passado no presente.
Existem pessoas muito ruins nesse mundo, mas não quer dizer que todas são.
Cunhya
Pessoa feia não existe. No máximo, existem pessoas favoráveis e desfavoráveis. Pessoas favoráveis são aquelas que nós escolhemos, e pessoas desfavoráveis são aquelas que nós não escolhemos.
Autor: Bhakhar Duki Bacar
Pai de 3 filhos com as suas primas somaliana e do Chade que vivem na Somalia.
É gay e os próprios pais dele não estão vivos, só registaram e não se da com os filhos da pessoa que o registou e a pessoa que o registou tem inveja dele e não se da com ele. Nasceu na Tanzânia em 27.10.1985 e em Moçambique na cidade de Pemba é onde foi registado e perdeu nacionalidade de Moçambique ao 23 anos de idade.
Profissão: pintor e comerciante já foi empregado doméstico e motorista da família que o registou.
É inimigo do Estado moçambicano, considerado pelo Estado moçambicano e vive em Moçambique temporariamente.
É inimigo de todas polícias e todas autoridades de Moçambique e foi vítima de tentativa de assassinato de estado Moçambicano e russo. Vive em Moçambique temporariamente. É inimigo das autoridades do seu País Tanzânia da parte de estado Moçambicano e foi proibido de pedir emprego no estado Moçambicano e era chumbado para não fazer universidade.
Existem pessoas no Brasil que não estão satisfeitas com a política do país e, atualmente, estão nos Estados Unidos, incentivando uma taxação de 50% sobre os produtos brasileiros. Essas pessoas estão totalmente fora de si, desconectadas do Brasil e dos brasileiros.
Existem pessoas que já viram demais para temer o fogo. O calor do inferno não queima mais quem já ardeu por dentro. Eles conhecem o calor da perda, aquele que devora de dentro para fora, e o frio da solidão, que se arrasta pelos ossos mesmo sob o sol mais quente.
São pessoas que aprenderam a sorrir com os olhos vazios, que convivem com a ausência como se fosse companhia. Gritam por dentro todos os dias, mas ninguém ouve. Porque o silêncio que carregam é tão denso que sufoca qualquer palavra.E, mesmo assim, seguem. Não por coragem, mas por hábito.
O inferno não assusta aqueles que já o carregam no olhar. Porque o verdadeiro inferno não tem chamas, tem memórias. Tem noites que não passam, tem promessas que nunca foram feitas, mas ainda assim foram quebradas.
Eles não temem a queda porque já vivem no chão. Não temem o escuro porque há tempos se acostumaram a enxergar no breu. E se, por acaso, o mundo insiste em chamá-los de frios, é porque ninguém viu o que arde por trás da superfície gelada.
São almas em ruínas que continuam andando entre os vivos com a dignidade de quem já perdeu tudo, menos o silêncio.
