Evangélica
Só tem uma coisa pior que ter um vizinho que ouve música evangélica o dia todo em alto e bom som....
É ter um vizinho que ouve música evangélica o dia todo em alto e bom som que CANTA BEM ALTO TAMBÉM.
A música evangélica e o funk (batidão) usam o mesmo princípio, repetir as mesmas estrofes e refrão INFINITAMENTE até que você realmente acredita, ou que você tem que sentar, ou que vc tem que ficar de joelho...
extra! extra!
entre si
bancadas
ruralista e evangélica
destilam fel
brigam por um
pedaço de terra
no céu
Frequentar meramente à uma Igreja evangélica,quer dizer que a pessoa é gentil,educada e respeitosa. Conheço Católicos,Budistas, Espíritas(Doutrina Espírita)(Candomblé e Umbanda) educados,honestos,trabalhadores e verdadeiros quanto à sua Fé!
Educação e respeito é coisa que levamos para nossa vida,incluindo o caráter que não se compra,nem se vende,simplesmente aprendemos a ser assim.Sinto pena de pessoas assim,trezentos anos dentro de uma igreja e até hoje não aprenderam que o Jesus que ela professa crer era uma pessoa de valor!
Bancada Evangélica...
Manchando o Evangelho!
Sempre me pergunto: temos mesmo a necessidade de uma "Bancada Evangélica"? Quando não estão envolvidos em corrupção estão envolvido em polêmicas que excluem pessoas, ou apoiando as coisas mais nefastas que certamente Jesus não apoiaria.
É preciso pensar antes de votar!
(Austri Junior - Teólogo)
"Eu digo: fui criada na religião evangélica, quando era criança adorava ir a igreja, mas acho que pelo fato de gostar de cantar na frente, ir nos ensaios e talz...só que quando esfriou isso lá já não via motivos para continuar a ir, e talvez pq cada dia que passava os membros jovens deixava de ir, ou por não aceitar totalmente o que a bíblia diz.."
Ele diz: hum.. eu penso assim: nem tudo q fala na bíblia, é fácil de compreender, mas eu acredito e aceito saca? embora seja apenas um ser humano fraco e cheio de limitações
Eu digo: antigamente achava que tudo o que estava alí era verdade, mas a verdade é que como Sócrates, Jesus não deixou nada escrito, será que tudo o que está alí foi mesmo o que ele disse??
outras coisas, como no apocalipse, muita coisa louca...
Eu digo: acredito no que jesus fez, mas a bíblia fala e se contradiz o tempo todo, não percebeu isso?
Ele:é pq talvez Ela ñ deva ser lida com um simples livro
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Enquanto as pessoas continuam aderindo à ‘religião evangélica’, totalmente centralizada no homem, multidões no Brasil prosseguem caminhando para a perdição.
A IGREJA ATUAL
Se os apóstolos de Jesus vissem a igreja evangélica de hoje, eles a reconheceria como a atual representante do Evangelho? Para responder a essa questão, basta analisarmos pelos padrões de hoje na igreja. Podemos dizer que Jesus não seria qualificado para ser um pastor e nem o seu ministério seria destacado como um modelo para plantadores de igrejas, pelo contrário, Ele correria o risco de ser crucificado de novo, mas dessa vez pelos pastores e apóstolos hereges da prosperidade.
Jesus teve a maior pregação, o maior ensino e o maior ministério de cura na história da humanidade. Milhares de pessoas iam só para ouvi-lo, seguiam todos os seus movimentos, e saíam às ruas só para obter um pouquinho dEle ou simplesmente para tocá-lo. No entanto, em meio à sua grande popularidade entre aqueles, Ele repreendeu rigorosamente os líderes religiosos da época, desafiou e eliminou seguidores nominais com ensinamentos difíceis e desafiadores (João 6).
Essa não é exatamente a estratégia que temos visto hoje, até porque muitos não gostariam de encontrar hoje essa estratégia. O que muito se usa hoje são estratégias carnais, logo, atraem homens carnais.
Jesus pregou uma mensagem intransigente da verdade (as Escrituras), enquanto muitos vem adoçando o Evangelho até que todos estejam açucarados pelo engano.
Cristãos, testemunhem. Vivam Cristo, preguem Cristo e vamos abafar essas mentiras com gritos da verdade.
VOLTEMOS AO EVANGELHO.
Caso você deixou de ir à igreja evangélica, há mais de 4 anos, e , desde então, começou a estudar a bíblia e a história da religião cristã, no entanto continua acreditando nesse livro fabuloso, considere-se como um cirurgião que estudou 8 anos, mas não aprendeu como usar o bisturi
O que afasta as pessoas da
Igreja evangélica ou é o fanatismo de uns ou o péssimo testemunho de outros.
A Cultura Evangélica Brasileira e a Elite Cultural.
O tapa que a cultura pop deu na cara da conservadora elite cultural brasileira nos anos 90, dói até hoje. Expressões como “neoliberalismo”, “sustentabilidade” e (a mais queridinha de todas) “globalização”, eram como biscoito de polvilho na boca de estadistas, intelectuais, jornalistas e outros. Já para alguns da dita “classe popular”, eram como água de piscina que entrou no ouvido. Enquanto a Europa ainda se esforçava para despachar os resquícios dos entulhos do Muro Berlim, e o Brasil vivia aquela aflição de noiva em dia de esponsais às vésperas da ECO 92, simultaneamente explodiam três bombas no território guarani: o axé, o funk e a música evangélica.
Embora os dois primeiros sejam considerados fenômenos culturais de grandes proporções e, no entanto, de baixa qualidade artística e de pouca relevância, a música evangélica não mereceu nem isso. Foi relegada ao mais sutil dos silêncios: o desprezo.
Enquanto os elitistas caiam de joelhos ante a invasão de toda sorte de lixo cultural norte-americano, músicos, técnicos, cantores e instrumentistas se especializavam buscando o aperfeiçoamento e, em consequência, a profissionalização da música gospel. E isso se dava numa conjuntura cultural totalmente desfavorável: nessa época, qualquer um virava cantor no Brasil, qualquer coisa apoiada numa simples nota era chamada de “música”, tanto que a música eletrônica sem letra passou a ser o hino de muitos jovens nas festas RAVE. Enquanto que para ser um simples cantor evangélico, mesmo um dessas igrejinhas de bairros pobres, exigiam-se mais e mais habilidades e técnicas – não bastava ter voz bonita ou ser o filho ou a filha do pastor.
A década acabou. Mas o silêncio da elite cultural não. Foi necessário que o reconhecimento viesse do estrangeiro: o Grammy latino com Aline Barros. Ainda assim não foi bastante para que a elite enxergasse aquilo que está a um palmo de seu nariz: as múltiplas qualidades da música cristã. É claro que o objetivo de tal gênero não é o reconhecimento, é louvar ao Senhor e com um só propósito: honrá-lo glorificando-o. Mas a falácia do discurso que a elite cultural apregoa aos quatro ventos de “valorização da diversidade cultural brasileira” é de fazer doer! De doer em sua própria pele.
E não é só isso. A rica contribuição linguística ao idioma de Camões atingiu a todas as classes sociais. Jargões como “irmão”, “abençoado”, “varão”, “A paz de Cristo”, “vigia” entre outras, são conhecidos até por aqueles que não creem em Deus.
Dos retiros espirituais que são perfeitas expressões de festividade e harmonia entre os participantes, às encenações de peças teatrais e à dança profética, os evangélicos dão vários exemplos de verdadeira cultura. E não é preciso citar as produções cinematográficas que, embora incipientes, com pouco público e com divulgação precária, vão pouco a pouco ganhando espaço e a admiração de muitos. A saber: meu objetivo aqui não é classificar tal cultura como boa, melhor, superior a esta ou aquela, e sim provar, baseando-me em fatos verificáveis, que é cultura também e merece ser respeitada como tal.
Não obstante, o reconhecimento seja mesmo difícil por sua inerência intrinsecamente lógica. Sim, lógica: a cultura evangélica brasileira cresce como semente plantada na rocha pura. Então, estupefata, a elite cultural brasileira questiona:
“Como pode uma semente ter germinado na rocha pura?!”
Não encontram outra resposta senão o silêncio. Eis sua postura.
A igreja evangélica fala em nome de Jesus e perde a identidade, o Novo-Cristão Desigrejado fala em seu próprio nome e não perde a própria identidade sendo como Jesus o Cristo em tudo que faz, mas é um Grande Cristo sendo a melhor versão de si-mesmo(a).
O maniqueísmo é dualista como as doutrinas das igrejas católica e evangélica, criando dois inimigos que brigam eternamente e nunca tem fim essa briga infernal interminável.
Minhas base é evangélica, mas passei a amar e entender outras religiões em especial o Santo Daime. Acreditamos em Deus, o Princípio Criador, a Luz Viva que habita em todas as coisas: no céu, na floresta, nas águas, no coração dos homens e no silêncio da alma.
Reconhecemos em Jesus o mestre do amor, da entrega e da salvação.
Reconhecemos na Rainha da Floresta a manifestação espiritual da Mãe Divina, que guia os filhos da terra para a cura, a paz e o despertar.
Por que se tem a sensação de presença de Deus ao escutar uma música evangélica? Em minha hipótese, uma das razões é que a oração e outros motivos contribuem para os músicos cristãos tocarem de um modo ou cantarem com uma voz que faz as pessoas sentirem algo diferente da música não cristã. Um tipo de voz pode ser um símbolo religioso poderoso. Ao orar, manda-se uma mensagem ao inconsciente, e não a Deus literalmente. Num mesmo ambiente, uma pessoa pode sentir mais e outra menos o que chamam de presença de Deus? Se a resposta para esta pergunta for sim, um cristão poderia argumentar que Deus distribui de modo diferente a sua presença. Respeitamos a opinião desse cristão, mas outra explicação seria que uma pessoa sente mais e outra menos a chamada presença de Deus porque isso tem a ver com a própria pessoa, e não com a presença divina literalmente.
Existe uma diferença gritante entre uma Igreja evangélica e uma seita evangélica. As seitas defendem os seus lideres e os ensinos deles canonicamente, independente do que eles façam, e não falam quase nada de Jesus ou das Escrituras. Toda seita tem a cara do seu líder e trabalham para glorificar sua denominação/líderes e disseminar seus ensinos. Já a Igreja verdadeira tem a face de Jesus, trabalha para ensinar a Sã Doutrina e glorificar o nome de Cristo!
A fé evangélica é o oposto de indiferença. Ela implica sempre numa profunda insatisfação com nossa presente condição.
