Evangelho

Cerca de 2645 frases e pensamentos: Evangelho

⁠" Ilumina-ti de luz sob o beneplácito amor do evangelho sem espancar aos infelizes equivocados das sombras, pois para levar essa luz e andar em socorro estendido pelas trevas, melhor se faz com o lume fraternal angariando amigos do que seguir sob a penumbra dos inimigos que nos espreitam reclamando vingança contra a lição da luz. "

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠O evangelho não é uma religião, mas um chamado à verdade, à entrega e à comunhão com Deus, sem intermediários, apenas pela fé em Jesus Cristo.

Inserida por pensadorposmoderno

É notório que a política e o evangelho têm o poder de aproximar dois inimigos e torná-los “amigos”. A diferença é que:
Pela política você se torna um cínico! Mas pelo evangelho você se forma em Cristo! Assim, o primeiro é um real mentiroso, contudo, o segundo é um leal misericordioso!

Inserida por ProfessorMarcos

Se "todo cristão" tivesse o mesmo ímpeto político na mesma proporção do evangelho, talvez o evangelho fosse visto com mais seriedade e não houvesse tanta apostasia!

Inserida por ProfessorMarcos

A grande verdade do evangelho de Cristo nos faz estar assegurados de que não temos que nos preparar para volta de Cristo, mas já estarmos preparados!

Inserida por ProfessorMarcos

Igrejas que agradam a cultura terrena já deixaram de viver o genuíno evangelho! Já que ele é poder e contracultura aos padrões da modernidade!

Inserida por ProfessorMarcos

Jesus pregou um evangelho que liberta e transforma, mas alguns hoje pregam um “evangelho” que controla e aprisiona.

Inserida por ProfessorMarcos

''Religiosos dizem que são ovelhas,que são cristãos por fazer suas vidas enraizadas no evangelho de cristo,mas dão de comer aos lobos as pessoas que não fazem parte de suas laia,são parciais e cruéis,fazem cultos obsoletos e sem sentido para justificarem com um deus que eles acham que servem;coração enganoso?creio que sim!!?''

Inserida por lucianolucas

O Evangelho não é exclusivo de um povo, placa de igreja, cultura ou tradição religiosa. Ele é, antes de tudo, inclusivo, transformador e aberto a todos que creem.

Inserida por lucianolucas

A PAZ (B.A.S)

Quando florescer em mim
a despreocupação
dos lírios,
descritos no Evangelho

E a humildade confiante
dos pássaros do céu
criarei no meu íntimo
um sentido único, novo

De um homem livre
e descobrirei a paz,
a tão sonhada paz...

Inserida por bmdfbas

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - O ORGULHO E A VAIDADE.
SOBRE O ORGULHO E A VAIDADE E A ILUSÃO DO DOMÍNIO INTERIOR.

ORGULHO E VAIDADE COMO DESAFIOS DA VIDA MORAL.

Procuremos examinar com serenidade e método dois dos defeitos que mais frequentemente se manifestam no psiquismo humano o orgulho e a vaidade. A análise desses estados morais exige disposição sincera para conhecê los em profundidade sem mascarar lhes os impulsos nem justificar lhes as expressões. A tolerância verdadeira inicia se no trato que dispensamos a nós mesmos pois ninguém se reforma por meio da autopunição mas pelo esclarecimento progressivo da consciência. O trabalho de prospecção interior portanto deve realizar se com brandura vigilante evitando tanto a complacência quanto a censura destrutiva.

Trazer aos níveis conscientes as manifestações impulsivas que ainda nos governam parcialmente é condição indispensável para que possamos educá las e controlá las. Não se trata de negar os defeitos mas de compreendê los em sua origem e dinâmica reconhecendo que o domínio interior não é fruto de repressão violenta mas de lucidez moral constante.

O ORGULHO À LUZ DA DOUTRINA MORAL

O orgulho constitui uma das mais antigas e persistentes imperfeições do espírito. Ele manifesta se quando o indivíduo passa a condicionar sua felicidade à satisfação do amor próprio e dos apetites grosseiros tornando se infeliz sempre que não consegue impor sua vontade ou preservar a imagem idealizada de si mesmo. Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos por Allan Kardec no exame das penas e gozos terrenos aquele que se prende ao supérfluo sofre intensamente diante das frustrações enquanto o espírito que relativiza as aparências encontra equilíbrio mesmo em situações adversas.

O orgulho induz o homem a julgar se mais elevado do que realmente é a rejeitar comparações que lhe pareçam rebaixadoras e a colocar se acima dos outros seja por inteligência posição social ou vantagens pessoais. Conforme se esclarece em O Evangelho Segundo o Espiritismo no capítulo dedicado à cólera o orgulho gera irritação ressentimento e explosões emocionais sempre que o eu se vê contrariado ou questionado.

Entre as características mais recorrentes do indivíduo predominantemente orgulhoso destacam se a hipersensibilidade às críticas a reação agressiva a observações alheias a necessidade constante de centralidade e imposição das próprias ideias a recusa em reconhecer erros e a dificuldade em abrir se ao diálogo construtivo. Soma se a isso o menosprezo pelas opiniões do próximo a satisfação presunçosa diante de elogios e a preocupação excessiva com a aparência exterior com gestos calculados e com o prestígio social.

O orgulhoso frequentemente acredita que todos ao seu redor devem girar em torno de si e não admite humilhar se por considerar tal atitude sinal de fraqueza. Recorre à ironia e ao deboche como instrumentos de defesa nas contendas e acaba por viver numa atmosfera ilusória de superioridade intelectual ou social que lhe impede o acesso honesto à própria realidade interior.

Na maioria dos casos o orgulho funciona como mecanismo de defesa destinado a encobrir inseguranças profundas limitações formativas conflitos familiares não resolvidos ou frustrações relacionadas à imagem social que o indivíduo construiu para si. Em vez de enfrentar tais fragilidades o sujeito identifica se com o papel que escolheu desempenhar no cenário social tornando se prisioneiro da própria representação.

VAIDADE COMO DESDOBRAMENTO DO ORGULHO

A vaidade deriva diretamente do orgulho e com ele caminha de forma próxima e complementar. Enquanto o orgulho se estrutura como convicção interna de superioridade a vaidade manifesta se como necessidade externa de reconhecimento e admiração. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo ao tratar das causas atuais das aflições ensina se que o homem muitas vezes é o responsável pelos próprios infortúnios mas prefere atribuí los à sorte ou à fatalidade para poupar a vaidade ferida.

Entre as expressões mais comuns da vaidade encontram se a apresentação pessoal exuberante no vestir nos adornos e nos gestos afetados o falar excessivo e autorreferente a ostentação de qualidades intelectuais físicas ou sociais e o esforço constante para destacar se aos olhos dos outros mesmo ao custo de provocar antipatia. Observa se ainda intolerância para com os que possuem condição social ou intelectual mais humilde bem como aspiração a cargos e posições que ampliem o prestígio pessoal.

O vaidoso revela dificuldade em reconhecer a própria responsabilidade diante das adversidades e tende a obstruir a capacidade de autoanalisar se culpando a má sorte ou a injustiça do destino por suas dores. Essa postura impede o amadurecimento moral e favorece a cristalização do defeito.

A vaidade atua de modo sutil infiltrando se nas motivações aparentemente nobres. Por essa razão constitui terreno propício à influência de espíritos inferiores que se aproveitam da necessidade de destaque para gerar perturbações nos vínculos afetivos e sociais. Todos trazemos em nós alguma parcela de vaidade em diferentes graus o que pode ser compreensível até certo limite. O perigo reside no excesso e na incapacidade de distinguir entre o idealismo sincero voltado a uma causa elevada e o desejo oculto de exaltação pessoal.

DIMENSÃO PSICOLÓGICA E MORAL DA VAIDADE

As manifestações externas da vaidade revelam quase sempre uma deformação na relação do indivíduo com os valores sociais. Quanto mais artificiais se tornam a aparência os gestos e o discurso maior costuma ser a insegurança íntima e a carência afetiva subjacente. Muitas dessas fixações originam se na infância e na adolescência quando modelos idealizados de sucesso e felicidade são assimilados sem discernimento crítico.

O vaidoso frequentemente não percebe que vive encarnando um personagem. Seu íntimo diverge da imagem que projeta e essa dualidade produz conflitos silenciosos. Há sofrimento interior e desejo de encontrar se mas também medo de abandonar a máscara que lhe garantiu visibilidade e aceitação. Com o tempo essa dissociação pode gerar endurecimento emocional frieza afetiva e empobrecimento do sentimento.

O aprendiz do Evangelho encontra nesse processo vasto campo de reflexão. A análise tranquila das próprias deformações permite identificar as raízes que as originaram e favorece o resgate da autenticidade interior. Despir se da roupagem teatral e assumir se integralmente constitui passo decisivo rumo à maturidade moral e à disposição sincera de melhorar sempre.

ORGULHO VAIDADE E DOMÍNIO INTERIOR

O orgulho não caminha por virtude mas por carência. Ele busca companhia porque teme o silêncio no qual a consciência poderia interrogá lo. Trata se de um afeto desordenado que se apresenta como força quando na realidade é fragilidade não confessada. Onde o orgulho se instala a segurança é simulada e o eu passa a representar um papel inclusive diante de si mesmo.

Convém recordar que os defeitos não são senhores autônomos da alma. Eles não governam por natureza mas por concessão. O erro fundamental do orgulhoso consiste em inverter a relação entre sujeito e atributo. O homem não é possuído pelo defeito ele o abriga o alimenta e o preserva como se fosse parte essencial de sua identidade. O que poderia ser corrigido passa a ser defendido e dessa confusão nasce a servidão moral.

A lucidez ética inicia se quando o indivíduo reconhece que possuir um defeito não equivale a ser definido por ele. O vício é acidente e não substância. Enquanto essa distinção não se estabelece o orgulho seguirá mal acompanhado aliado à negação à rigidez e à insegurança. Quando a razão reassume o governo interior o orgulho perde o trono e revela se apenas como um hábito suscetível de superação.

Assim a verdadeira elevação não nasce da exaltação do eu mas da coragem serena de reconhecê lo incompleto e perfectível pois somente aquele que se conhece sem ilusões caminha com firmeza rumo à imortalidade do espírito consciente.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A Evolução Anímica do Princípio Espiritual no Reino Mineral.

No Evangelho, encontramos a orientação segura de Jesus ao afirmar que Deus trabalha incessantemente. Uma das manifestações permanentes da Divindade é a criação contínua de princípios espirituais. Convém esclarecer que somente no estágio hominal, quando o ser adquire a razão, é que recebe propriamente o nome de Espírito, entendido como “os seres inteligentes da criação” (O Livro dos Espíritos, questão nº 76). Até esse ponto, fala-se em princípio espiritual, ainda em desenvolvimento nos reinos da Natureza. Essa compreensão harmoniza-se com as descobertas científicas modernas que apontam o Universo em constante expansão.

A física contemporânea, em especial a mecânica quântica, tem revelado que a realidade última da matéria é energia. Assim, na essência, o Espírito pode ser compreendido como energia espiritual em processo de evolução, criada por Deus para uma trajetória ascensional rumo à plenitude.

Segundo a Codificação Espírita, o princípio espiritual é criado simples e ignorante, sem complexidade, e percorre longos períodos de aprendizado nos reinos inferiores da criação — mineral, vegetal e animal — até alcançar a individualização, o despertar da inteligência e, posteriormente, do senso moral (O Livro dos Espíritos, questão nº 607-A).

Em nosso estágio atual de evolução, permanece um enigma a forma exata pela qual Deus cria o princípio espiritual e como este se manifesta, inicialmente, no reino mineral. Os Espíritos Superiores demonstram cautela ao abordar o tema, reconhecendo a limitação da linguagem humana para expressar processos que transcendem nosso campo de percepção. É, contudo, plausível supor que, com o avanço da ciência, novas luzes possam auxiliar na compreensão desse processo inicial.

A benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, em Iluminação Interior, esclarece:

> “Manifestando-se em sono profundo nos minerais através dos milhões de milênios, germina, mediante processo de modificação estrutural, transferindo-se para o reino vegetal...” (cap. “A Divina Presença”).

No mesmo sentido, Emmanuel, em O Consolador, sintetiza a marcha evolutiva:

> “O mineral é atração. O vegetal é sensação. O animal é instinto. O homem é razão. O anjo é divindade.” (questão nº 79).

Essas orientações revelam uma continuidade perfeita com os princípios expostos por Allan Kardec. Não há contradição, mas harmonia com a Codificação. Quando Kardec registra em A Gênese (cap. XI, item 10) que “Deus jamais uniria um Espírito a uma pedra”, refere-se ao fato de que o Espírito, já em estágio de razão ou em estágios mais avançados de individualização, não pode regredir ao reino mineral. Tal retorno seria incompatível com a lei do progresso.

Gabriel Delanne, em Evolução Anímica, oferece uma analogia esclarecedora: no reino mineral, o princípio espiritual conquista a “solidez”, símbolo da estrutura inicial que possibilitará o desenvolvimento ulterior (cap. II). De modo semelhante, o Espírito Camilo, na obra Nos Passos da Vida Terrestre (cap. I), pela mediunidade de José Raul Teixeira, confirma que o “átomo primitivo” referido em O Livro dos Espíritos (questão nº 540) corresponde ao átomo da matéria cósmica primitiva, ainda não plenamente conhecido pela ciência humana.

No capítulo XI da segunda parte de O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores explicam:

> “É nesses seres, que se está longe de conhecer plenamente, que o princípio inteligente se elabora, individualiza-se pouco a pouco, e ensaia para a vida...” (questão nº 607-A).

Dessa forma, fica evidente que a elaboração do princípio espiritual inicia-se já nos reinos inferiores, o que naturalmente inclui o mineral.

A sequência evolutiva descrita pela Doutrina é coerente: após estagiar no reino mineral, onde o princípio espiritual se submete às leis de atração e repulsão, adquirindo estrutura e solidez, ele progride para o reino vegetal. Nesse estágio, começa a experimentar funções mais complexas, como a sensibilidade rudimentar, a respiração e a vitalidade orgânica. Posteriormente, no reino animal, desenvolve instintos e as primeiras manifestações de inteligência, preparando-se para alcançar a razão no reino hominal.

Essa progressão encontra ressonância na síntese poética de Léon Denis em O Problema do Ser, do Destino e da Dor:

> “Na planta, a inteligência dormita; no animal, sonha; só no homem acorda, conhece-se, possui-se e torna-se consciente.”

Em complemento, poderíamos dizer que, no reino mineral, o princípio espiritual repousa em estado latente, estruturando-se energeticamente para as etapas subsequentes.

Ao refletirmos sobre a afirmação de Joanna de Ângelis em Iluminação Interior — “Deus prossegue criando sem cessar. O Seu psiquismo dá nascimento a verdadeiros fascículos de luz, que contêm em germe toda a grandeza da fatalidade do seu processo de evolução” — compreendemos que cada ser é expressão do Amor divino em marcha para a perfeição relativa.

Assim, confirmam-se as palavras do apóstolo João: “Deus é Amor” (1 João 4:8). Somos frutos desse Amor infinito e estamos destinados à angelitude, cabendo-nos, na atualidade, acelerar nossa evolução pelo esforço consciente na busca da verdade e da prática do bem.

Referências:

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de José Herculano Pires. São Paulo: Edicel.

KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de José Herculano Pires. São Paulo: Edicel.

XAVIER, Francisco Cândido (pelo Espírito Emmanuel). O Consolador. 2. ed. Rio de Janeiro: FEB.

FRANCO, Divaldo Pereira (pelo Espírito Joanna de Ângelis). Iluminação Interior. Salvador: LEAL.

TEIXEIRA, José Raul (pelo Espírito Camilo). Nos Passos da Vida Terrestre. Niterói: Fráter.

DELANNE, Gabriel. Evolução Anímica. São Paulo: FEB.

DENIS, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor. Rio de Janeiro: FEB.

XAVIER, Francisco Cândido (pelo Espírito Humberto de Campos). Boa Nova. Rio de Janeiro: FEB.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Quem tem o Espírito Santo sabe que o Evangelho é impraticável.

Inserida por LicinioFM

⁠Do evangelho que lhe teci,
Do inesgotável, daqui e dali,
Das letras tolas que lhe ofereci,
De: Mim / Para: Ti

Inserida por michelfm

⁠Eu tenho um Chamado
Jamais vou me calar
Eu tenho um Chamado
O Evangelho anunciar
Eu fui escolhido no ventre da minha mãe.

Inserida por KamillaMoreira

A humildade verdadeira que brota do evangelho significa ter o ego satisfeito, não inflado. Trata-se de algo absolutamente singular. Estamos falando de autoestima elevada? Não. De baixa autoestima? De jeito nenhum. Isso em nada se relaciona com autoestima. Paulo simplesmente se recusa a entrar nesse jogo. Ele deixa bem claro: “Não me importo com sua opinião, mas também não me importo com a minha” – e esse é o segredo.

Timothy Keller
Ego transformado. São Paulo: Vida Nova, 2014.
Inserida por KamillaMoreira

⁠Sejam Missionários do Evangelho em todos os lugares.

Inserida por KamillaMoreira

A religião ensina sobre a condenação, o evangelho mostra o caminho da salvação;
A religião prega sobre tremor, o evangelho fala sobre amor;
A religião aponta os atos, o evangelho nos mostra os cravos;
A religião nos aperta, oevangelho nos liberta;
A religião nos apavora, o evangelho nos transforma!

Inserida por Tisantana

⁠A salvação, pela graça mediante a fé no Evangelho de Cristo, encontra sua primeira expressão pública e ordenada no batismo, o qual testifica o verdadeiro arrependimento e a fé salvadora, inaugurando a vida nova e visível em Cristo.

Inserida por AngelaCaldas

⁠O Evangelho de Cristo não é apenas mais uma religião; ele é o poder de Deus, que transforma vidas.

Inserida por AngelaCaldas