Eu Vou Seguindo sem Voce
''A Brisa de Agosto''
Eu havia dito aquilo a muito tempo,
Descobrir que pra algumas pessoas palavras são apenas como o vento,
E infelizmente se torna uma tempestade.
Amei como um guerreiro,
Me sacrifiquei como soldado,
E ainda mesmo assim você me deixou como um covarde.
Gostaria ao menos entender sua motivação chameja,
Mas agora que a chuva já passou e o vento já secou,
Vejo que nem há mais resquício da nossa fogueira.
morte morte
eu não te darei este gostinho de ceifar minha vida
antes que busque em mim o seu prazer
eu abrirei mão desta que só me trouxe noites e tempestades
farei assim
E minha melhor
a minha melhor amiga a solidão
será minha testemunha
o meu último ato como libertação
não morte
não se ira de mim com teu ódio
mas veja minha absolvição como o teu auxílio
eu vivi para conhecer a vida dos vivos e desejo não viver a mais como prisão pois se viver entre os sorrisos pouco duradouro que se encharcam nas lágrimas das Noites e dias
e ver o tempo passar de felicidades que só antecipam a tristeza
então morte
Oh morte
deixe-me partir do meu jeito sem me despedir
Quando eu chegar apenas me abrace
Encoste teu corpo ao meu e deixe apenas que os corações se falem
Porque o amor que sinto por você não são palavras que irão demostrar
A cada batida do meu coração sentida por você
Você saberá a importância e os sentimentos guardados nele para você
Te amar hoje seria tão pouco perto do que eu sinto.
Eu tenho medo de coisas novas, a liberdade me dá medo, tira a minha segurança, o futuro sempre foi um dos meus maiores medos, o improvável, o que será, como vai ser, tudo isso faz eu pensar, pensar demais, e acabo tendo medo, insegurança, acabo chorando e meu coração acelerando, acabo fazendo mal a mim mesmo, penso no que já passou, onde estou, e pra onde irei, as vezes meu coração acelera tanto que chega a doer, as vezes consigo não sentir isso, me sinto forte e invencível, mas logo isso quebra, parece que devo sempre tentar ser forte e feliz, uma obrigação, tudo por causa do passado.
sinto uma falta não sentida
por uma morte já vivida
e que a cada despedida
meu eu desaparecia
é o que eu lembro
é o que sinto
um vazio ao recordar
daquele lindo mar
eu amava olhar para ele, sempre
até me afogar.
Quando eu era criança, fui instruído tanto na Bíblia como no Talmude. Sou judeu, mas fico fascinado pela personalidade brilhante do nazareno. (...) Ninguém pode ler os evangelhos sem sentir a presença real de Jesus. A sua personalidade pulsa em cada palavra. Nenhum mito está preenchido com tanta vida.
Nota: Trecho de entrevista com Einstein.
...MaisAquele versão do meu eu passado não existe mais, hoje o homem que sou é desapegado, racional e completo.
Que eu sempre encontre a força para passar por cima de tudo, que eu sempre tenha sabedoria de lidar com uma luta e vencer em paz, que cada mau que me desejam eu ainda consiga desejar o melhor para cada um..e que acima de tudo eu continue levando meu pensamento e coração a Deus não pedindo forças nem foco somente um pouco de sabedoria e muita fé. (AC)
Respeite Minha Ignorância!
Respeite O Que Eu Não Sei!
Respeite O Meu Não Saber!
Respeite A Minha Vontade De Não Aprender!
Respeite Minha Ignorância Daqui Até Alguns Anos!
Respeite A Mentira Que Eu Acredito!
Respeite Minha Prisão Na Matrix!
Respeite A Minha Vontade De Ser Enganado!
Respeite Esse Mundo De Ilusão Que Eu Acredito!
Respeite Meus Erros!
Eu só queria não ter nenhuma preocupação por um minuto, poder respirar e sentir o prazer que é a vida.
Agora eu apenas sento em silêncio. Com imagens passando pela minha mente cansada. Sem ponderar mais nada, pois seria inútil. Evitando pensar o que eu poderia ter feito ou falado, se talvez alguma coisa mudaria. Mas acredito que não, as coisas são como devem ser.
E agora eu apenas sento em silêncio. Sem gritos desesperados, sem pensamentos acelerados, sem lágrimas. Apenas me conformo com o que foi e com o que é. O que poderia ser feito, fiz. Se foi ou não o bastante, já nem importa mais, passou. Fiz além do que poderia ter feito e isso é o que realmente me importa.
Mas agora eu apenas sento em silêncio.
Já não há mais certeza do que as coisas são agora. Só resta esperar com paciência que elas encontrem seu caminho. Sem alarde, sem aviso prévio, sem manobras, sem criar expectativas. Sabendo onde quero chegar, sem perder meu próprio caminho e resguardando minhas esperanças. No momento oportuno algo acontece.
Mas só por agora eu apenas sento em silêncio.
Era noite, eu estava admirando o céu estrelado enquanto as pessoas riam, bebiam, dançavam e.. eram felizes sem se importar com suas opiniões sobre as roupas que usavam ou palavras que os deixavam sem graça.
Então me perguntei.. por que eu não sou como eles?
É amor
É amor toda vez que eu te beijo e quero beijar de novo
É amor toda vez que eu vejo meu futuro e você está lá
É amor toda vez que você entende o que eu sou
É amor toda vez que você me abraça
É amor toda vez que nos queremos e não queremos nos largar.
A CARA DA MORTE
Eu vi a cara da morte
Numa certa encruzilhada,
Cangaceira bem armada,
Com faca e foice de corte.
Pude contar com a sorte
Assim que me golpeou,
A bruxa quase acertou
O meu bucho avantajado.
Eu me vi sendo estripado
Quando a dita me ajudou!
Foi encima de um lajedo
Que o pantim aconteceu...
Um calango amigo meu
Tremeu na base do medo,
Mas confiou-me um segredo
Que não conto pra ninguém.
Quando me tornei refém
Da sovina, usei a dica
Do calango, o que explica
Porque me safei tão bem!
Dei-lhe um soco no cachaço,
Que a canguinha escorregou
Do lajedo e mergulhou
Na lama de um riacho,
Não fui conferir, mas acho
Que sumiu dentro do chão
E não volta no Sertão
Enquanto lembrar de mim.
O calango diz que sim
Balançando o cabeção!
O lagarto é um coringa
Colorido da Savana
Nordestina, que esgana
Contorcendo-se com ginga,
Na quentura da Caatinga
É um sábio professor
Pré-histórico, driblador
De instinto muito forte,
Que sabe enganar a morte
Camuflado, sem odor!
Peguei-me calangueando
Quando ainda era menino,
Na pedreira do destino
Fui um brincante, laçando
Lagartixas e levando
Pra brincar no meu quintal,
E depois, sem fazer mal,
Eu as deixava ir embora.
Esse bom tempo de outrora
Para mim não foi banal!
Que cá não monte trincheiras,
A morte. E não me visite
Tão cedo, e nem apite
Nunca mais pelas ribeiras
De Sapé a Cabaceiras,
Do Anel do Brejo ao Sertão,
Fique lá pelo Japão...
Deixe, eu dormir no terreiro
Na sombra do juazeiro
Em minha esteira, no Chão!
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