Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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⁠"Somos PERFEITOS ADVOGADOS de nossos próprios erros, mais quando se trata dos erros do próximo passamos a ser ÓTIMOS JUÍZES."

—By Coelhinha

Trouxeste a palavra luminosa

De mago e [santo,

Mais do que isso:

Enviaste a palavra de um [anjo,

Além do olhar e da interpretação,

Amar cura qualquer coração.



Rompendo o espaço sideral,

Nesse outono em anunciação,

Chegou a hora e a estação,

De anunciar o amor e a aurora,

Que transformarão de vez

- tudo o que é vão -

O amor que cura amargura,

- 'amarcura' qualquer amargura

Com ou sem amarula,

Eleva o campo astral da criatura.



O escritor que cruzou o mundo,

Semeando o profundo,

Nos voltando para nós,

Elevando o sentimento,

- santo -

E apaixonado de amar,

Tornando assim o coração

- adocicado -

Fazendo de cada um de nós

Corações purificados.



O amor libertador,

Além das letras, e poemas,

De quem escreve, e se atreve,

Alcança a pessoa que se arrisca,

Que se entrega e se converte

Ao que chamam de loucura:

AMARCURA!

A sedução também é campo de estudo,

Ser gueixa é compromisso com o luxo,

De ser a mais bela flor do salgueiro,

Exibindo o seu milenar encanto,

E assim seduzindo o mundo inteiro...



A gueixa é um jardim de bonsais,

É uma flauta doce que se escuta,

- e ninguém poderá tocá-la jamais

Ela é sedução e música,

Capaz de arrancar os bons ais.



A sedução é a arte milenar de amar,

É arte que jamais poderá ser vendida,

A sedução é arte instruída,

Ela é arte que pode ser ensinada,

Para fazer a paixão arrebatada...



Uma gueixa não nasce do nada,

É a instrução que faz a gueixa,

Como a lapidação faz a joia,

Toda gueixa é uma joia,

E nem toda joia é uma gueixa...



Uma gueixa é um anjo oriental,

É uma estrela luminosa,

É a sedução mais saborosa,

Uma harpa celestial,

Que faz o mundo ainda mais especial...

Aprecio o encanto desses olhos sutis, Que despertam as travessuras mais juvenis, Não existe delícia de amor mais feliz...

Essa sedução que arrebata, Doce alucinação, O destino nos trará um dia algo bem mais intenso do que uma simples paixão...

Ouço no final do corredor
Você a me chamar,
colocaste Moon River
para tocar sob a luz
do mais lindo luar.

Quem é capaz de ir
até a Lua para a paz
para o mundo pedir,
é porque pelo bem
da Terra não se cansa
e dela quer cuidar.

Sempre dizem que o fim
do mundo está próximo,
prefiro os meus ouvidos
para o absurdo fechar
seja na serra ou no mar.

Quem é bem capaz
de sentir com arte
é muito mais poesia
do que pode pensar:
não é pela metade,
é enamorado da vida.

Sempre dizem que o fim
de tudo é o recomeço,
ignoro o julgamento:
estou a rodopiar
dançando com você.

Quem é capaz de se
entregar por inteiro,
não vive sem amor
por completo e sem
apreciar um vaga-lume:
é feito do que é verdade.

Porque poetas, músicos
e artistas são eternos
mesmo que você
em nós ninguém creia,
o clima se encarrega
de crescer a cerejeira.

Quanto mais perto estamos, mais longe podemos ficar.

Inserida por JairoBackes

E não existe nada mais vistoso a mim, que ver você sorrir.

Inserida por matheusp11

Você sabe que é uma das pessoas que mais amo nesta vida, e você sabe que porque você é completamente diferente dos outros

Inserida por ferrasso

Gastar dinheiro com a bebida mais forte que se pode encontrar em um botequim qualquer, jamais será perda de tempo, desde que você suporte tudo que ela pode te causar, e não falo de nada na questão de saúde a não ser que consideremos aqui sua saúde mental, se é que ela ainda existe, afinal para estar comprando algo tão forte assim, ela já deve estar um tanto comprometida a essa altura, mas beber demais pode trazer lembranças não aconselháveis à tona, sua necessidade por virilidade se torna mínima, seus pensamentos completamente perdidos, a inconseqüência de seus atos não serão justificáveis por conta dela, suas intenções se tornam incontroláveis, a disseminação de sua voz pode se tornar aparentemente nula, suas vontade apuradas, seus desejos impuros, sua alma suja, seu olhar triste e cruel em uma mistura agridoce em um momento extremamente amargo, tudo passa a ser completamente fútil, fora do normal, sua mente gira, você pensa ser o ápice da sua realidade, com pensamentos profanos, onde a totalidade das pessoas que o cercam chega a zero, a melhor parte é quando você deixa de ver todas as pessoas, todas as coisas e acha que tudo está normal, então toma mais um gole, depois mais um e mais outro, e nada mais importa, você ao contrario do que pensa não está bem, e ao contrario do que vêem não está mau, está apenas bêbado demais pra saber o que está sentindo ou o que se passa ao seu redor ou mesmo pra se lembrar o por que começou a beber, não se lembra do motivo, da pessoa, da coisa, do problema, da conta, nem da própria vida se lembra mais, começa a apagar lentamente como um cigarro esquecido no cinzeiro e sente isso como uma chama no cabelo, que queima tão rápido que chega a ser imperceptível, e só vê o que aconteceu umas 12 horas depois, com toda a dor de cabeça que um litro de conhaque pode trazer junto de quase uma carteira de cigarro, cigarro? Com certeza será algo que não irá querer, só o cheiro irá te lembrar bem de perto do que comeu ou bebeu ou do que sobrou depois de vomitar a beira de um meio fio, irá se lembrar então do por que começou a beber, e perceberá que não fez nenhuma diferença, o sofrimento será o mesmo, talvez maior, pois o que pensava poder curar, não adiantou e a perspectiva de uma provável solução será nula, seu corpo estará frio, a sensação de morte estará tão perto que se sentirá um cadáver antes do fim do dia, depois de não ter conseguido ingerir nada além de água, então talvez se lembre do que realmente é importante, se lembre que tem coisas a fazer, pessoas que te querem bem, pessoas que ainda se importam com você, que não é um Zé Ninguém, que sua vida não se passa em torno de problemas, que nada é tão valioso ao ponto de se perder um dia inteiro curtindo ressaca e que não, conhaque não mata, pelo menos não assim tão rápido, verá que bebida não serve pra consolo, sim para diversão e não deve ser consumida de forma errada, verá que nada tem tanta importância quanto em um momento de fragilidade, perceberá o quão forte pode ser ao encarar seus problemas de frente e não se escondendo atrás de uma garrafa qualquer, suas fraquezas apenas o traem por atitudes infames tomadas em momentos errados, e verá que nada que fez foi suficiente. E nada passou de um doce blues bem tocado um blues solitário como deve ser.

Inserida por kmv

Quando você não sabe mais diferenciar o certo do errado,
Quando não sabe mais se o que faz é real,
Não sabe mais se o que diz é verdade,
Começa a atirar palavras doces e grosseiras ao vento,
Começa a beber coisas horrivelmente ruins e achá-las doce,
Fumar um cigarro pra ver se consegue voltar a raciocinar,
Pensar no que te faz sofrer pra tentar se sentir bem,
Deixar de ouvir metal e ouvir um doce blues,
Procurar amigos e encontrar apenas uma garrafa vazia jogada no chão,
A pensar em coisas que sequer se lembrava,
Sentir falta do que te matava,
Querer o que te entristecia,
Necessitar do que te punia,
Fazer o que odiava...
Tenha certeza...
Você está se tornando seu pior inimigo...

Inserida por kmv

Um único instante com você representa o universo para mim. O que mais sinto falta é de seu olhar que se perdia ao me ver, sua forma única de ser, as conversas sem interesse, o beijo perdido no tempo, nas palavras, na vontade... te amo para sempre, de você jamais poderei esquecer.

Inserida por CarlinhaAlencar

E cada detalhe que se passou, um aprendizado ficou. Momentos bons e ruins todos nós vivemos. Mais o importante é seguir em frente, com Fé em Deus e com a felicidade nas mãos!

Inserida por matheusp11

Escorregar e cair, mais saber levantar. Se tu souberes fazer isso, com certeza você vai vencer.

Inserida por matheusp11

Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.

Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.

A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.

Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.

Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.

Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.

E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?

Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.

Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?

Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.

Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.

Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.

Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.

Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?

A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.

Inserida por Scutasu

Fomos o casal inexistente mais catastrófico que existiu na nossa história.

Inserida por resabinar

Sabe, já tentei desistir de você milhões de vezes, mais ao mesmo tempo que você me faz muito mal, você me deixa tão bem. Quantas vezes pensei em cair fora, e não olhar pra trás, mais você sempre grita espere, por favor não vá. Eu não sei o que acontece comigo cara, que eu me deixo levar, mas quem muito brinca um dia perde, fica a dica tá ?

Inserida por KarenAlves2

Por mais que homens continuem a dizer que homem que é homem não chora, é quando se perde a oportunidade de se viver um grande amor é que essa frase não tem sentido nenhum.

Inserida por Fabianocrz

Não demore demais para dizer o que sente e não guarde para si mesmo os seus sentimentos por mais tempo do que necessário. Arme-se do amor, desapegue-se da insegurança. Viva a vida com menos medo e mais determinação. Corra atrás, faça acontecer, não se queixe depois como muitos o fazem. Há portas que depois de trancadas, não abrem jamais.

Inserida por ajcelestino

A coisa mais importante na vida de um homem ou de uma mulher são seus filhos que por sua vez vêem em seus geradores (pai e mãe) a maior força emocional e moral. Ame os sobre todas as coisas. No fim eles só querem lhe chamar a atenção pra dizer que está próximo de ti e que te ama...

Inserida por edergilian