Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Estou lutando pela minha vida. E vou continuar lutando. Mas você precisa de um emprego. Precisa se lembrar de pagar o aluguel, conversar quando olham para você, sorrir se uma garota sorrir para você. Preciso saber que vai ficar bem.
A PONTE II
Quando vou ao interior
Passo por cima da ponte.
Altitude elevada...
Atravesso o grande monte.
E pra não ficar ao léu,
Bato na porta do céu,
Bem na linha do horizonte.
Pouco a pouco, vou me encontrando com a velhice. Cheguei à conclusão de que é por meio dela, que irei abrir mão dos meus egos, das minhas vaidades, do meu orgulho e rancores. Quero envelhecer sem pressa, para que todos os males se desprendam do meu ser, sem deixar resquícios.
O livro, "A vitória sobre si mesmo", vou ter que escrevê-lo com a vida e não só no papel.
Sacudindo os lençóis no varal e correndo contra o tempo, vou semeando ideias e alimentando o pensamento.
Valnia Véras
Alegro-me quando sonho com você, ao mesmo tempo morro aos poucos, sabendo que não vou sentir seus abraços. as vezes queria morrer, olhando bem, seria melhor não ter existido.
Vitor Soares
Dentro da minha teimosia mora esperança, se vou conseguir o que quero não sei, mas, desistir não está nos meus planos.
Seguindo em frente depois de tropeçar, coisas que acontecem...
Vou deixando o melhor que existe em mim, até aonde me é permitido ir.
Se não soube valorizar e não quis enxergar, foi porque não se permitiu, sentir com o coração.
Ricardo Baeta.
Maré.
Não vou nadar contra a maré.
Vou aceitar onde ela me levar.
Meus braços estão cansados, não sinto mais força pra aguentar.
A maré cresce a cada dia mais.
E a pressão já tirou a minha fé.
Ainda me pergunto se continuo, ainda me pergunto...
Eu gosto de maré, eu acredito no tempo que passa.
RIVALIDADE EM MIRÍADE
Agora vou contar pra vocês, a história de um quarteto de três:
João nascido em Guaianases e Abel, filho do japonês.
Conheceram-se na adolescência, João com 37 anos e o nissei, cuja idade não sei.
Um tocava gaita, o outro dirigia ambulância.
O mais alto tomava cerveja, o mais novo gostava de melancia (que por causa do acento, não deu rima com ambulância).
Ensaiavam de madrugada, logo após o almoço.
O que chegava mais tarde ia embora mais cedo; e o mais velho da dupla (que ninguém sabe quem é), saía após o café.
Abel ganhou o nome do tio, e João levou o “til” no nome - ambos com quatro letras, mas João levava vantagem por ter duas vogais e um diacrítico, que indicava a nasalização. Ele costumava repetir isso, mas ninguém entendia a explicação.
Já, na numerologia, Abel era o mais importante, uma vez que o “B” significa 1 e o “L” representa o 8, e assim se forma o dezoito, que no jogo do bicho dá porco.
Suíno simboliza o Palmeiras, que empatou com o Ituano em 1998, o ano em que o Titanic ganhou 11 Oscar; daí a vantagem de Abel, que tem um primo chamado Oscar, que foi candidato a vereador em Itaquaquecetuba e teve 11 votos nas urnas.
Ainda com todas essas evidências, cientificamente comprovadas, João não se dá por vencido, e julga ser ele o mais importante, uma vez que casou-se na cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, no estado de Mato Grosso.
Cidade com 28 letras, se multiplicado por 3, dá 84, e 1984 foi imortalizado por George Orwell com um clássico da literatura mundial.
E ainda tem o fato de que João tem um primo chamado George, que trabalha como assessor parlamentar em Brasília (mas isso não conta, porque ele não deu conta de passar em concurso e foi nomeado em cargo comissionado).
Adriano Peralta – Escritor Latino-americano.
Cada sonho vou realizando, mas nem todos são bonitos de lembrar.
Sim… muitos se tornaram decepções, mas foram estes principalmente, que me ensinaram o valor de aprender.
Não se pode parar nuncade aprender, até ao dia…
Até ao dia que não mais se vai crescer.
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Em três palavras:
“Parar é morrer”
A cabeça pira como a pira que queima a matéria que pensou um dia... Em tons de cinza vou renascendo, até colorir.
