Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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⁠Deus não está dormindo, Deus não está cego aos acontecimentos, Deus não fechou os olhos por algum tempo afim de não ver o mal que há no mundo, Deus não está preocupado com outros assuntos ou está um pouco confuso com tantos afazeres.
Não viva como se algo desse tipo tivesse acontecendo com você...
Se você está lutando contra o pecado, Ele está vendo.
Se você está se entregando ao pecado, Deus está vendo.
Se voce está despreocupado como se ele estivesse ocupado de alguma forma, não se engane. Ele está vendo.

Não viva como se Deus não tivesse controle do universo que ele mesmo criou.

Se você está alheio, inerte à Palavra de Deus, não espere que Deus esteja da mesma forma.

Inserida por SayMyName

⁠eu me tornei responsável
Por coisas que não fiz,
Eu só amei demais​.

Inserida por Puhh

⁠Eu fui alguém que amou da mesma
Forma que fingiu amar a vida.
Eu me matei, para fala a verdade,
Matei aquela(e) que queriam que eu fosse.
Eu virei aquilo que eu temia, virei uma
Boba(o) , no meu primeiro amor, maldito
Seja aquele que me quebrou.

Inserida por Puhh

⁠Eu escrevo, mas sei que não chega até você. Essas palavras são em vão, estão ao vento.

Mas eu queria que entrasse direto na sua mente. Como telepatia.

Acho que seria o único jeito de fazer você entender.

As vezes em que falei, as vezes que você meu deu chance, nunca consegui terminar e falar o que realmente eu queria. Eu fiquei confuso, nunca consegui falar tudo. Mas acho que mesmo assim você entende.

Essa saudade é estranha, saudade de uma pessoa que está aí, mas tem uma barreira não me deixa chegar. Eu poderia ligar, chamar para conversar. Mas eu já sei o que vou levar se eu fizer isso.

Eu me contentaria com 20 minutos de conversa por ano rs. Da última vez sua voz demonstrava uma emoção forte, como se estivesse derretendo como se estivesse querendo falar mais coisas, mas que não podia. Era um tom amoroso, de ternura, doce, muito doce. Eu sei que você sente falta de mim.
Mas no fundo, "o que" você sente por mim?
Será que é realmente coisa da minha cabeça? Não pode ser, eu falo com muitas pessoas, conheci muita gente, muitas mulheres. Mas esse jeito de falar comigo...de me olhar. Você só pode sentir o mesmo que eu. Agente se ama.

Sua crueldade é o meu maior sofrimento... me afasta. Parece que você sabe a fórmula para eu não te esquecer. É assim que sempre conseguiu me trazer de volta. Me deixando de lado, me desprezando.
Você pegou o jeito. O engraçado é que eu não sou uma pessoa que age assim com outros. É só com você mesmo. Você me tem nas mãos.

Mas sigo firme, só pensando. Dessa vez quem vai ter que vir é você. Não estou te esperando. Mas estou preparado. Você vai ver... eu sei virar o jogo. Quando esse dia chegar você vai tomar o golpe final.

Faz tempo...mas ainda te amo.

Inserida por may_ju

⁠Perdemos tanto tempo ocupados e trabalhando que nem percebemos o que realmente é viver e ser presentes na vida das pessoas. Depois perdemos alguém e fica aquele sentimento de culpa por não termos sido tão presentes enquanto podíamos e no final aprendemos que dinheiro não é tudo!

Inserida por andremoises01

Ultimamente ando sendo uma mulher de poucas palavras e muitos sentimentos. Por mais que minha boca permaneça muda, meu coração insiste em gritar.

Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.

Desconhecido

Nota: Trecho do texto "Quero tudo novo de novo", de autoria desconhecida. A última frase pertence ao poema "Tabacaria" de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.

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Ateus, racionalistas que desejam ser, ironicamente acreditam em algo ainda mais fantástico do que Deus.

Mas creio que a não violência é infinitamente superior à violência, o perdão é mais nobre que a punição. O perdão enobrece um soldado. Mas a abstenção só é perdão quando há o poder para punir; não tem sentido quando pretende proceder de uma criatura desamparada. Um camundongo dificilmente perdoa um gato que o dilacera. Compreendo os sentimentos daqueles que clamam pela punição condigna do General Dyer e outros iguais. Haveriam de esquartejá-lo, se pudessem. Mas não creio que a Índia seja desamparada. Não me considero uma criatura desamparada. Apenas quero usar a força da Índia e a minha própria para um propósito melhor.

Que a vida me ensine a amar cada vez mais, de um jeito mais leve. Que o respeito comigo mesma seja sempre obedecido com a paz de quem está se encontrando e se conhecendo com um coração maior.

O melhor de um casamento é saber que por mais que às vezes ocorram brigas e desavenças, você trocaria uma eternidade de paz por esta adorável dor de cabeça...

Duas coisas nesta vida é importante que venhamos a aprender,
mais cedo ou mais tarde:
amar a si próprios
e amar a quem nos dá valor.

E de repente sua vida começa a ganhar um novo sentido,
e mesmo os mais difíceis desafios tornam-se animadores,
e você começa a sentir que pode ser feliz de novo...

Nós ficamos tão envolvidos e fascinados pelas tramas da televisão que nós achamos um pouco mais conveniente ficar em casa do que vir para a Igreja. Foi uma coisa inconsciente. Nós não pretendíamos fazer isto.

(...) Comecei a ficar mais atenta às verdadeiras razões dos meus choros, que, aliás, costumam ser raros. Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta. Qualquer coisa pode servir de motivo. Chorar porque fomos multados, porque a empregada não veio, porque o zíper arrebentou bem na hora de sairmos pra festa. Que festa, cara-pálida? Por dentro, estamos em pleno velório de nós mesmos, chorando nossa miséria existencial, isso sim. Não pretendo soar melodramática, mas é que tem dias em que a gente inventa de se investigar, de lembrar dos sonhos da adolescência, de questionar nossas escolhas, e descobre que muita coisa deu certo, e outras não. Resolve pesar na balança o que foi privilegiado e o que foi descartado, e sente saudades do que descartou. Normal, normalíssimo. São aqueles momentos em que estamos nublados, um pouco mais sensíveis do que gostaríamos, constatando a passagem do tempo. Então a gente se pergunta: o que é que estou fazendo da minha vida? Vá que tudo isso passe pela sua cabeça enquanto você está trabalhando no computador. De repente, a conexão cai, e em vez de desabafar com um simples palavrão, você faz o quê? Cai no berreiro. Evidente. Eu sorrio muito mais do que choro, razões não me faltam para ser alegre, mas chorar faz bem, dizem. Eu não gosto. Meu rosto fica inchado e o alívio prometido não vem. Em público, então, sinto a maior vergonha, é como se estivesse sendo pega em flagrante delito. O delito de estar emocionada. Mas emocionar-se não é uma felicidade? Neste admirável mundo de contradições em que a gente vive, podemos até não gostar de chorar, mas trata-se apenas da nossa humanidade se manifestando: a conexão do computador, às vezes, cai; por outro lado, a conexão conosco mesmo, às vezes, se dá. Sendo assim, sou obrigada a reconhecer: chorar faz bem, não importa o álibi. É sempre a dor do crescimento.

Liguei o rádio. Além dos pensamentos, queria outros ruídos no cérebro. Mais profanos, menos confusos.

Não é de repente, é mais aos pouquinhos que as coisas acontecem.

Um homem,embora sábio,nunca deve se envergonhar de aprender mais,e deve abrir sua mente

A não violência é a mais alta qualidade de oração. A riqueza não pode consegui-la, a cólera foge dela, o orgulho devora-a, a gula e a luxúria ofuscam-na, a mentira esvazia-a, toda a pressão não justificada a compromete.

A indiferença é a mais refinada forma de polidez.

Mario Quintana
Caderno H. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013.