Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Eu revi o amor... fazia tempo que ele havia cruzado o meu caminho, já tinha perdido a esperança de reencontrá-lo, até pensei que o destino havia se cumprido e nunca mais o veria, mas de repente ele estava ali na minha frente, com sorrisos, cara e perfume, com toques, olhares e presença.

⁠“Guardei meu amor pra você dentro de uma caixinha para que quando eu lhe encontrar, eu poder lhe dar.
E quando esse dia chegar guarde meu amor com muito amor e carinho, pois ele é todo seu, mas o coração é meu e sem ele eu não consigo viver. Não consigo viver sem o meu coração e nem sem o amor que guardei pra você dentro dele.”

Quisera eu pudesse
Dar-te o amor
Reprimido em meu peito...
Quisera eu pudesse
Gritar aos sete ventos
Este sentimento tão doce
Mas também tão amargo,
Que sinto por ti...
Mas só posso
Compartilhar com lágrimas
De um amor impossível...
Triste...
Distante...
Nosso...

A cada dia que eu a vejo é como se fosse a primeira vez. A cada dia meu amor, meu carinho, minha paixão aumentam por você. A cada dia, a cada momento, hora, minutos, segundos, eu queria te dizer que eu a amo e sempre vou te amar.

Carla, meu amor,
Eu estava aqui pensando no que sempre te falo, a gente só nota o sal quando ele falta ou quando ele sobra. Na correria de sermos 'arquitetos do infinito', quantas vezes esquecemos de colocar o sal na lista de compras?
Na cozinha da nossa vida, eu aprendi a lição mais dura. No cansaço dos dias, eu deixei o sal transbordar e a comida amargou. Mas o que mais dói é perceber que, às vezes, na falta dele, a gente deixa o nosso cotidiano perder o sabor, e só sentimos falta quando o pote esvazia e o gosto de nada toma conta da casa.
O amor é como esse tempero. Se eu peso a mão nas cobranças ou nos meus medos cósmicos, eu estrago o banquete que preparei para você. Se eu me calo demais e não te dou o sabor da minha presença, a gente passa fome de alma.
Hoje, eu não quero mais ser o homem que esquece o básico na prateleira do mercado. Quero ser o Bruno que sabe a medida exata. Nem o excesso que queima, nem a falta que faz o seu sorriso murchar.


DeBrunoParaCarla

Essa noite eu posso ser eu mesmo (yah)
Mas também posso ser tudo que você quiser que eu seja

O homem não pode obter verdade mais verdadeira do que aquela que vem da música.

Todos somos aficcionados. A vida é tão curta que não dá para mais.

É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares. Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

O caráter transitório do belo aumenta ainda mais sua valorização. Uma flor não nos parece menos esplendorosa se suas pétalas só estiverem viçosas durante uma noite.

Sabe, você sempre tenta fazer tudo sair perfeito na arte, porque na vida real é mais difícil.

Projetos conjuntos têm mais chance de sucesso quando se beneficiam de ambos os lados.

Lei da vida: Quanto melhor a pessoa, mais longe de você ela mora.

E quando a gente está amando, até os pequenos detalhes se tornam os mais lindos do mundo.

Dura a vida alguns instantes
porém mais do que bastantes
quando cada instante é sempre.

Os homens deveriam ser lembrados
mais por suas atitudes do que por suas palavras
mais por seus acertos que pelos seus erros
e mais por suas virtudes que pelos seus defeitos.

O mais corajoso dentre nós dispõe apenas raramente da coragem de afirmar aquilo que sabe verdadeiramente...

Friedrich Nietzsche
Crepúsculo dos Ídolos. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

Quero mais chão, pouco vão e mais bolinhas de sabão. Quero aceitar menos, indagar mais, ousar mais. Experimentar mais. Quero menos “mas”. Quero não sentir tanta saudade. Quero mais e tudo o mais. E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.

Desconhecido

Nota: Trecho do texto "Quero tudo novo de novo", de autoria desconhecida. A última frase pertence ao poema "Tabacaria" de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.

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Nós ficamos tão envolvidos e fascinados pelas tramas da televisão que nós achamos um pouco mais conveniente ficar em casa do que vir para a Igreja. Foi uma coisa inconsciente. Nós não pretendíamos fazer isto.

(...) Comecei a ficar mais atenta às verdadeiras razões dos meus choros, que, aliás, costumam ser raros. Já aconteceu de eu quase chorar por ter tropeçado na rua, por uma coisa à-toa. É que, dependendo da dor que você traz dentro, dá mesmo vontade de aproveitar a ocasião para sentar no fio da calçada e chorar como se tivéssemos sofrido uma fratura exposta. Qualquer coisa pode servir de motivo. Chorar porque fomos multados, porque a empregada não veio, porque o zíper arrebentou bem na hora de sairmos pra festa. Que festa, cara-pálida? Por dentro, estamos em pleno velório de nós mesmos, chorando nossa miséria existencial, isso sim. Não pretendo soar melodramática, mas é que tem dias em que a gente inventa de se investigar, de lembrar dos sonhos da adolescência, de questionar nossas escolhas, e descobre que muita coisa deu certo, e outras não. Resolve pesar na balança o que foi privilegiado e o que foi descartado, e sente saudades do que descartou. Normal, normalíssimo. São aqueles momentos em que estamos nublados, um pouco mais sensíveis do que gostaríamos, constatando a passagem do tempo. Então a gente se pergunta: o que é que estou fazendo da minha vida? Vá que tudo isso passe pela sua cabeça enquanto você está trabalhando no computador. De repente, a conexão cai, e em vez de desabafar com um simples palavrão, você faz o quê? Cai no berreiro. Evidente. Eu sorrio muito mais do que choro, razões não me faltam para ser alegre, mas chorar faz bem, dizem. Eu não gosto. Meu rosto fica inchado e o alívio prometido não vem. Em público, então, sinto a maior vergonha, é como se estivesse sendo pega em flagrante delito. O delito de estar emocionada. Mas emocionar-se não é uma felicidade? Neste admirável mundo de contradições em que a gente vive, podemos até não gostar de chorar, mas trata-se apenas da nossa humanidade se manifestando: a conexão do computador, às vezes, cai; por outro lado, a conexão conosco mesmo, às vezes, se dá. Sendo assim, sou obrigada a reconhecer: chorar faz bem, não importa o álibi. É sempre a dor do crescimento.