Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Paixão é o que faz um eu te amo ser o seu maior desafio. Amor é o que faz um eu te amo ser a sua única esperança.
E isso me faz ver o quanto eu sou dependente, dependente de você dependendo do amor. Pra mim eu conseguiria facilmente me realizar sozinho, pra mim eu seria forte o bastante pra aguentar a solidão quando ela bater, mais vejo que não. Hoje mais que nunca vejo que preciso de você. Mais do que a alguns meses atrás mais que ontem, e lá na frente isso já me tornou a ser totalmente seu. Isso tem crescido a cada dia, a cada instante que estou longe de você…eu sou dependente. Que chato ter que dizer isso…Logo eu que achava que não precisava de ninguém. E agora estou em prantos sem você aqui…O teu orgulho tem me doido muito. Eu preciso de você. E não me vejo mais sem…E acho que é assim com todos que te conhecem ou isso pode ter acontecido só comigo o que eu espero. Mais você tem me feito uma falta imensa esses dias que estamos meio que brigados…E nisso tudo eu acabo vendo que é muito verdade quando dizem que o silêncio dói mais que tudo…E como…Espero que isso passe logo…E com isso eu venha te valorizar mais, ser mais compreensível, mais presente, mais amável, mais amor.
O Amor não é um Barco, mas eu navego por ela, se Deus criou o ceu e a terra para nós viver nela e teus pais criaram vc para eu viver em vc
Autores: Luciano Juvesio / Lil Magico
Gosto muito de ti mas inclusivamente da tua mâe, Pois se me perguntares porque?
R:Eu diria por ela ter feito uma coisa tão linda que es tu.
Autores: Luciano Juvesio / Lil Magico
Um Reslacionamento de Amor que não há quimica, física, Matematica, Biologia, geografia, E.M.C,Laboral E.V.P. Torna-se uma História.
Autores: Luciano Juvesio / Lil Magico
procura a lógica da tua paixão e acredita que no mundo existe alguem esperando por ti
Autores: Luciano Juvesio / Lil Magico
massa do Amor + massa da Saúdades (ma) = massa do Emcontro Entre nos dois
Autores: Luciano Juvesio / Lil Magico
Se você me desse ao menos uma
oportunidade de te fazer feliz, eu te
mostraria o que é amor de verdade
Sinto falta , daquele beijo que eu não tenho , daquele abraço feito um laço , daquele amor que um dia reino em meu ser .
Deixa o amor entrar;
Toc Toc Toc . . .
Quem é ?
Sou eu ! A felicidade, posso entrar ?
Hum ... Mas é claro, seja muito bem vinda,
sinta-se a vontade para trazer paz e harmonia a minha vida.
Muito Obrigada, garanto a você que nosso caminho será o mais belo a partir deste momento.
Eu junto cacos de um amor falido e faço dele um amor novinho. Mas, de que adianta isso? O amor velho fica na nossa pele. O novinho é estátua.Não se pode juntar cacos de um amor que não deu certo. O que se pode, é fazer deste amor novinho um bibelô que só serve pra enfeitar.
pensa nisso.Amores novos não mascaram antigos...É covardia tentar esquecer alguém colocando outro no lugar.
Esquece antes...Depois voce se arrisca.Amores são fortes.Não são folhas de alface, que vão nascer no lugar de manjericão.
MORTE POR AMOR
Quando Otávio me bateu à porta, às dez horas da noite, eu tinha um livro aberto diante de mim. Não lia. À cólera, que me agitara durante toda à tarde, sucedera uma grande prostração. Parecia-me sem remédio a minha desgraça, depois daquela certeza, daquela terrível certeza, eu finalmente aceitei a realidade.
Minha vida jamais havia sido invejável, mas apesar de toda dificuldade que enfrentei e de todo o sofrimento que passei, minha vida não podia ser considerada uma vida triste.
A indigência que nos cercava não permitia que gozássemos das mais singelas mordomias que existem. Meus pais, apesar de analfabetos, nunca nos deixava faltar a uma aula sequer. Meu pai sempre dizia que o futuro que podemos escolher, nós o encontramos na escola.
Algum tempo depois minha mãe adoeceu. Não suportando as complicações de uma desconhecida doença, faleceu. Eu estava com a idade de dezoito anos e acabara de me formar no ensino médio. Minha mãe sempre havia sonhado em ser professora; daquelas que estudam a língua e escrevem contos e poesias, desejava possuir um diploma de mestre ou doutora. Entretanto, a terra que perdurava sob suas unhas representavam anos e anos de estudo de quem nunca estudou, os calos de suas mãos representavam as marcas do esforço de uma escritora que não sabia ler e escrever, as rachaduras de seus pés representavam a longa caminhada de uma professora que não sabia ensinar, mas que não deixava faltar comida para seus dependentes, tampouco educação. Esse era seu maior certificado!
Daquele dia em diante a vida não era a mesma. Todos nós, apesar de ter superado a dor da perda, não conseguíamos cobrir o buraco que se abriu em nosso coração. Meus irmãos não estudavam mais como antes e meu pai já não trabalhava com tanto vigor.
Havíamos prestado concurso, no qual somente eu fui aprovado e ingressei na faculdade. Independente de sua ausência, para alegrá-la, estudei Letras. Tornei-me doutor em língua. Embora tenha um amplo conhecimento sobre a escrita, prossigo com a mesma simplicidade com a qual sempre falei e escrevi. Não escrevo contos ou poesias, mas aplico-os em minha vida com a mesma devoção de um fiel em um culto; culto este que frequento diariamente.
Antes de as reminiscências interromperem a minha leitura, eu lia o poema que havia recitado para meus pais em um aniversário de bodas. Essas recordações que citei acima foram as mesmas que emergiram em mim correntezas bravias de uma cólera irremediável, mas efêmera. Otávio, meu irmão, trazia sempre boas notícias e, ao abrir a porta e cumprimenta-lo, minha cólera deu lugar a uma imensa alegria. A ansiedade de saber a notícia que estava por vir desapareceu quanto tive de aceitar aquela tão terrível certeza, aquela tão terrível realidade.
Lembrei-me do poema que havia lido para meus pais naquele dia e recitei-o para meu irmão:
Velejando sem barco ou vela
Viajando na Vida
Por uma simples tela
As ilusões me espreitam,
Horizontes desordenados
Com placas de várias setas
Mas que não inibem minhas frestas
De sonhos que se deleitam
De imagens ilimitadas
Multicores
Refletem por sobre os mares
Por sobre os ares
Por sobre as flores
E nas variações do destino
Enraigados por desafios
Não me induzem a desistir
Pois nesta fascinante tela
Que faço da vida
A imagem mais bela
Do porto onde
Quero seguir.
Tínhamos pranto e lamentações no coração. De nossos olhos, cascatas de dores. E essa era a tão terrível certeza, a tão terrível realidade: enquanto lembrava-se de minha mãe, meu pai havia morrido.
Que o amor acabe, eu não entendo, mas não há o que fazer sobre isto, mas que o respeito continue, que o cuidado com o outro permaneça, que seja uma suave brisa sua partida e não uma tempestade.
Eu aprendi muito com o amor, e que nele tudo posso...(8)
Pois ele nos transforma e edifica. Quando amamos temos coragem e forças para superar todas as barreiras, e para amarmos, primeiramente devemos aprender a nos amar para depois amarmos ao outro sem reservas e sem medo de ser feliz.
“Logo eu que sempre desisti de tudo tão fácil, ainda tô aqui, lutando por esse amor que, no fundo, eu sei que não tem futuro.”
