Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Mais uma vez, minha teoria se confirmou: basta uma semana para que tudo se torne esquecimento.
Talvez eu nunca tenha tido medo da rejeição. Talvez o verdadeiro medo sempre tenha sido o de ser esquecido.
No fim, o que sou eu? Além de uma simples caixa de memórias temporárias, esquecida em algum momento...
-Matheus Pereira da Silva
Não me iludas com uma mentira... Trair a verdade é o mais vergonhoso dos vícios”.
(Io)
(Prometeu Acorrentado)
Pra nós guardei os beijos mais doces, os momentos mais lindos, o vento mais fresco...
A Mim somente guardei a realidade, melhor assim!
A morte é um enigma indecifravel, ela sempre leva as pessoas mais engraçadas , os desafortunados e os bem dotados .
Obrigado Deus pela graça de mais um dia, e pela oportunidade de um novo recomeço.Que a paz,a união,e o amor estejam sempre presente no meu lar, no meu trabalho e que as Vossas bençãos sejam uma constância em minha vida.Senhor iluminai o meu caminhar, e purifica o meu coração, para que só o amor e o bem permaneçam em meu ser, para que o Divino Espirito Santo, possa habitar em mim.
Nunca ofendas verbalmente o teu inimigo. Dói muito mais uma gentileza vociferada do que uma ofensa impensada.
E a noite se inicia...
Vamos agradecer a Deus por mais um dia que vivemos, mais um dia que cumprimos a nossa missão, que seja abençoada a nossa noite.!!!!
Tem gente que passou pela minha vida e deixou um gostinho de quero mais... Quero mais é que se foda!
– Tu julgarás a ti mesmo – respondeu-lhe o rei. – É o mais difícil. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegue fazer um bom julgamento de ti, és um verdadeiro sábio. (...) É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar.
Depressão
É tocar o fundo do poço
E descobrir que tem mais
Depressão
É fazer os outros rirem
E sorrir
Depois se lembrar
E chorar
Depressão
É saber que algo está errado
E não conseguir mudar
Depressão
É se sentir sozinho
Com alguém ao seu lado
Depressão
Não é só chorar no escuro
Quando se usufrui muito do palco deve-se atentar para não viver como um personagem, por mais tentador que seja.
Cultivar flores é mais do que um gesto, é um exercício silencioso de sentir. É tocar a terra com delicadeza, como quem entende que tudo o que cresce precisa, antes, ser acolhido.
Há quem veja apenas pétalas. Mas quem é sensível enxerga processos: o tempo da semente, a espera da raiz, a coragem do broto que rompe o escuro em direção à luz. Cultivar é respeitar esses ciclos sem apressar, sem exigir apenas cuidar.
A sensibilidade mora nisso: em perceber o que não grita. Em regar mesmo quando ainda não há sinais. Em acreditar no invisível, no que está sendo formado longe dos olhos.
Flores não florescem sob pressa. Elas respondem ao toque certo, à luz suficiente, ao silêncio necessário. E talvez seja por isso que quem cultiva flores aprende, sem perceber, a cultivar pessoas, sentimentos e a si mesma.
Porque amar, no fundo, é isso: um ato contínuo de cuidado, presença e entrega, mesmo quando tudo ainda é semente.
Nenhum caminho é mais errado para a felicidade do que a vida no grande mundo, às fartas e em festanças (high life), pois, quando tentamos transformar a nossa miserável existência numa sucessão de alegrias, gozos e prazeres, não conseguimos evitar a desilusão; muito menos o seu acompanhamento obrigatório, que são as mentiras recíprocas.
Assim como o nosso corpo está envolto em vestes, o nosso espírito está revestido de mentiras. Os nossos dizeres, as nossas ações, todo o nosso ser é mentiroso, e só por meio desse invólucro pode-se, por vezes, adivinhar a nossa verdadeira mentalidade, assim como pelas vestes se adivinha a figura do corpo.
Antes de mais nada, toda a sociedade exige necessariamente uma acomodação mútua e uma temperatura; por conseguinte, quanto mais numerosa, tanto mais enfadonha será. Cada um só pode ser ele mesmo, inteiramente, apenas pelo tempo em que estiver sozinho. Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.
A coerção é a companheira inseparável de toda a sociedade, que ainda exige sacrifícios tão mais difíceis quanto mais significativa for a própria individualidade. Dessa forma, cada um fugirá, suportará ou amará a solidão na proporção exata do valor da sua personalidade. Pois, na solidão, o indivíduo mesquinho sente toda a sua mesquinhez, o grande espírito, toda a sua grandeza; numa palavra: cada um sente o que é.
Ademais, quanto mais elevada for a posição de uma pessoa na escala hierárquica da natureza, tanto mais solitária será, essencial e inevitavelmente. Assim, é um benefício para ela se à solidão física corresponder a intelectual. Caso contrário, a vizinhança frequente de seres heterogêneos causa um efeito incômodo e até mesmo adverso sobre ela, ao roubar-lhe seu ‘eu’ sem nada lhe oferecer em troca. Além disso, enquanto a natureza estabeleceu entre os homens a mais ampla diversidade nos domínios moral e intelectual, a sociedade, não tomando conhecimento disso, iguala todos os seres ou, antes, coloca no lugar da diversidade as diferenças e degraus artificiais de classe e posição, com frequência diametralmente opostos à escala hierárquica da natureza.
Nesse arranjo, aqueles que a natureza situou em baixo encontram-se em ótima situação; os poucos, entretanto, que ela colocou em cima, saem em desvantagem. Como consequência, estes costumam esquivar-se da sociedade, na qual, ao tornar-se numerosa, a vulgaridade domina.
