Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu consegui me dominar para fazer meu corpo dançar, mas o violino não me deixou dominá-lo, e sou um eterno admirador, pois meu coração palpita ao ouvir seus dós, rés, mis, fás, sols, lás, sis...
Algo magico, era os seus dedos encaixarem perfeitamente nos meus.. e eu sei, meu anjo, que você lembra disso.. assim como, o sol lembra de clarear por fora essa vida obscura que carregamos nessa distancia toda.
"não é apenas o meu estilo que define como eu sou, e sim as minhas atitudes. Pois ninguém é alguém sem elas."
Meu coração fica nas nuvens esperando um anjo o tocar e quando ele o toca eu acabo ficando com medo de me machucar
Eu sou um sonhador.
E tenho esta "doença".
E no meu mundo é crime deixar de acreditar!
Deixar de acreditar em sí.
Deixar de acreditar no poder de uma canção.
Da voz que sai dos nossos corações.
Da nossa fé em Deus!
Eu sou um sonhador!
E meu ritimo é o eletônico.
Minha batida é sempre intensa.
Sou um sonhador doente.
Doente por ver varios sonhos desmoronarem.
Doente por ver que o mundo esta deixando de sonhar.
Doente por ver que muitos desfazem de sí mesmos, e destroem o sonhos dos outros.
portanto vamos dar as mãos e sonhar.
Eu me volvi, e apliquei o meu coração para saber, e inquirir, e buscar a sabedoria e a razão de tudo, e para conhecer que a impiedade é insensatez e que a estultícia é loucura.
E eu achei uma coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujo coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões; quem agradar a Deus escapará dela; mas o pecador virá a ser preso por ela.
(Eclesiastes 7:25-26)
Eu não sei se é isso.... eu não sei se é isso mesmo, ás vezes eu não consigo ficar bem, é o meu jeito! Eu sinto falta do meu passado, de ser como eu era, uma garota inocente e teimosa até por demais, que não queria saber do amanhã mais agora já era .EU ERA UMA MENINA QUE VIVIA SORRINDO, porque tudo que acontecia era tão bom, esse tempo ficou pra trás, ás vezes no meu canto, eu busco forças pra continuar, e quer saber? Eu nunca pensei que pudesse ser assim ! O mundo dos outros é completamente diferente do meu, eu não consigo fingir, eu não consigo esperar nem muito menos mostrar um sorriso falso! Quando eu decidi encarar a vida de frente, eu sabia que era um risco ... Mas era preciso arriscar . Os planos mudaram já o sonho não! É por isso que eu não tenho medo de bater de frente... Porque a minha verdade vale muito mais do que a falsidade.
Eu aqui tomando meu chá mate limão meio querendo chorar, meio querendo mentir sobre a vida até acreditar. Aí eu limpo a maquiagem com creme anti-sinais e percebo que não faz o menor sentido ser uma criança chorona preocupada com rugas. Aí eu me acho louca porque só tem duas coisas que eu realmente queria nesse mundo: voltar a ser filha. E aí eu deito pra dormir e penso em sacanegem, mas também penso em coisas bonitinhas. E eu rezo pedindo a Deus que não espere mais eu ser legal para ser legal comigo, porque eu to esperando ele ser legal comigo para ser legal. Aí eu penso que ele já é legal comigo e que, talvez, eu já seja legal com ele. E que tá tudo bem. Mas se eu penso que tá tudo bem nesse segundo, isso só significa que vou pensar o oposto no segundo seguinte. E que eu escrevi “ele” sem maiúscula mesmo, porque amigo íntimo a gente não fica com essa coisa de endeusar. E eu queria que Ele fosse meu amigo íntimo, ou ao menos existisse. E quando vou ver, já dormi. Sozinha.
Porque, o quem dentro de mim habita é só meu. Ninguém sabe o que eu sinto, o que eu acho e o que espero. Cabe a mim dizer ou me silenciar. Optando pela segunda opção, escondo em meio sorriso a serenidade de alguém que acabou de escolher a opção oportuna, por vez concluo: Eu sou o que eu quero que você veja, meu rosto é a melhor capa pro meu coração, posso morrer por dentro e ainda sim sorrirei por fora.
Cansei. Coloquei meu corpo cansado na cama e levei minha alma pra perto do tempo, das coisas que eu acreditava, dos sonhos que eu tinha. Olhei pelo cantinho dos olhos da minha alma e vi meu corpo, deitado, quase morto, respirava. E eu ali. Sem saber como dizer pra mim mesma que era hora de acordar e viver a vida de gente grande.
É que eu nunca combinei muito com a tristeza... A felicidade vive constantemente ao meu lado, já habita por instinto a minha alma.
Fragmentos: 26/04/2012
Sim, eu vivo mesmo no meu mundo! E o meu mundo, eu crio o que posso e o que quero. Não sou como Deus que fez tudo perfeito, mas, eu tento, do mesmo jeito. Ele me criou acreditando em mim, então, eu crio acreditando Nele.
Walk life
Veja, meu bem. Preste Atenção em como eu ando na praia.
Acho delicioso o contato das ondas, águas enérgicas batendo contra meus pés.
Eu caminho alegre, sentindo tudo, deliciando-me com a brisa, apreciando a temperatura da água, e a massagem no seu movimento.
Sinto o sol aquecendo o meu corpo todo. Quente como ternos abraços.
Mas a medida da minha felicidade é a medida do meu cuidado e medo.
Sempre gostei de mar.
Porém sempre tive medo de suas criaturas, estranhas demais pra mim sempre acostumada com animais de colo, peludos e barulhentos.
Aquelas pequenas Criaturas despertam me curiosidade como despertam medo.
Medo do desconhecido.
Medo de suas escamas e conchas pontudas.
Pode ser uma medo criado na infância. Quando eu ia com sede demais ao pote e nem aproveitava o caminho até ele. Nessa época, eu abusada como era (e ainda costumo ser), eu me atirava ao mundo sem pena ou pensamentos. Deitava na roseira sem ver se tinha espinhos. Num desses meus abusos queimei me no encontro com uma Água-viva.
Nada letal, aqui estou, nem cicatrizes.
Só o medo da dor again. Só o trauma.
Assim, quando eu ando em uma praia, vou feliz, degustando cada detalhe, mas com os pés sempre desviando dessas criaturas do mar.
Os pés sempre com medo de se machucar enquanto os olhos admiram as nuvens e as ondas.
Na vida, a caminhada segue do mesmo jeito.
Aproveito cada dia, cada minuto. Sem medo de ser feliz.
O cuidado fica para aquilo que me fará sofrer, que irá doer.
É nisso que o medo vem.
A demais, pra mim, viver não tem segredos.
E só desviar das conchas pontudas, de Águas-vivas.
Mas no final tudo se aproveita, até a dor do aprendizado.
