Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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O meu coração só relaxa quando você está do meu lado.

Vislumbro o meu ideal no horizonte azul da esperança e, cheia de coragem, me entrego à lida com a certeza absoluta de que lograrei êxito.

Queria acreditar no sempre
e amenizar meu sofrimento,
sonhar com o amanhã
e ter a certeza que tudo
vai ser como antes.

‎Perco horas malhando meu corpo e nem um minuto malhando a vida alheia.

Fiz de você o meu melhor poema, te dei o meu melhor sorriso, te mostrei o melhor de mim...foi pouco pra você, tão pouco, que pra mim não me deu nem deixou nada !

Ele diz: “O meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. Sem dúvida que existe uma cruz para ser carregada se seguirmos a Cristo. Indubitavelmente existem provações e testes a serem enfrentados, e batalhas a serem travadas. Mas, os consolos do evangelho ultrapassam em muito o peso da cruz. Comparado com o serviço ao mundo e ao pecado, comparado com o jugo das cerimônias judaicas e com a escravidão às superstições humanas, o serviço prestado a Cristo é muitas vezes mais leve e fácil. O jugo de Cristo não é carga maior do que as penas o são para a ave que as possui. Os mandamentos de Cristo “não são penosos” (1 Jo 5:3). “Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas paz” (Pv 3:17).

No meio da multidão, ela era silêncio cortante, Um sopro frio que atravessou meu peito sem avisar. Não houve toque, nem olhar prolongado, Só um instante — uma faísca que queimou mais que o fogo. O mundo continuou girando, indiferente, Mas dentro de mim, o tempo parou, Como se a vida inteira coubesse naquele breve segundo, E fosse suficiente para nunca mais esquecer. Mas a faísca virou chama só dentro de mim, Ela desapareceu na multidão como um fantasma indiferente, Sem saber se percebeu o fogo que acendeu, Ou se, para ela, aquele instante não passou de sombra. Carrego esse vazio quente no peito, Um segredo sem nome que não se atreve a se revelar, E enquanto o mundo insiste em girar, Eu fico preso naquele segundo — eterno e solitário.
- J.C. Mortimer

De que valem mil ovelhas,
se nenhuma produz lã suficiente para aquecer meu coração?

“Quando não escrevo, meu universo se reduz, sinto-me na prisão. Perco minha chama, minhas cores”.
— Anayde Beiriz


Assim sou eu... Necessito escrever!

Meu cavalo e meu cachorro


Meu cavalo e meu cachorro
Não regalo, não troco e não vendo.
É bom ficar sabendo
Que não tem pila no mundo
Que compre o meu Clinudo,
Muito menos o meu Guaipeca.


Desconheço nessa vida
Quem me seja mais parceiro,
Mais fiel, mais companheiro
Na lida, na mangueira, no galpão,
Nas horas de solidão
E nas funções de campeiro.


E quando vamos ao bolicheiro,
Um espera pelo outro.
É assim desde potro,
E de cusco criado guacho,
Um roendo meu barbicacho,
Outro patinando lá na cocheira.


Mas eu me apeguei às porcarias
Que pra mim são como gente,
Mais serventia que muito vivente
Que anda a esmo pra nada.
Com eles eu dou risada,
Choro nos dias tristes,
Mas a felicidade existe
Quando vejo os dois na volta:
Um levando minhas botas,
O outro tirando o buçal.
Nem aparentam animal,
E com franqueza lhes digo:
Não há melhor amigo.


É verdade, não leve a mal.
O Guaipeca parece falar,
E o Clinudo só pra indicar:
Na sombra da figueira
Relincha com a forneira
Só pra vê-la gritar.


E pode até parecer
Que eu, por certo, tô louco,
Mas me importa muy pouco.
Só me ponho preocupado
Com esse mundo mal domado,
Por certo mal enfrendado,
Ou tardaram na puxada,
Erraram no bocal,
Nesse reparte desigual
Donde reina pila e ganância,
Que transforma grandes estâncias
Em pedaços de piquete.


Eu, no mais, só um jinete
Que gosta do meu Clinudo
E do Guaipeca orelhudo,
Já velho, quase sem dentes,
Que deixo jas pra semente,
Apenas a tradição:
Rancho, mangueira, galpão.


Nesse pedaço de campo,
Donde a luz dos pirilampos
Ainda à noite aparece
Pro índio fazer uma prece,
Que o pampa é chão sagrado
Pra aprender com o passado,
Que o pouco ainda é um regalo,
Que um cusco e um cavalo
Têm valor e têm estima.


Assim se declama e se afirma,
Nesses versos macanudos:
Não vendo o meu Guaipeca,
Muito menos meu Clinudo.


Renato Jaguarão

⁠Há um buraco negro em meu peito,
um abismo que devora a luz que sou,
deixando a minha alma inquieta, fora da órbita.
Um universo na minha mente se expande,
planetas de pensamentos que colidem e se metamorfoseiam;
tanta imensidão não cabe neste corpo tão diminuto,
que agoniza sob o peso da própria grandeza.
Meus amores e sonhos, infinitos na sua finitude,
são tão distantes quanto as estrelas que piscam longínquas.
Ah... metafísica! Em nenhum mundo encontro disposição,
apenas o fardo de estar indisposto,
cansado de aqui, cansado de lá,
Alá me acuda, ou Deus, que fiz eu aos deuses?
Estou cansado de teologia,
cansado de qualquer lugar que me aprisione.

⁠Bom dia

Deus é meu pai,
Ele me sustenta
Pega minha mão e vai
Me conduz, me orienta

A esperança perdida

Quem sou?
Não sei.
Talvez o vento
Levou o meu nome.
Só não sei pra onde.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Luz do dia

Desvenda-me como um poeta.
Na minha vida
Jamais avistaria isto
Neste meu ser crítico, lasso, lamentável...
Farei com que a poesia entrelace
No meu ser triste,
Pra que possa avistar sentimentos abstratos
A que não dou mínima importância
Que, no fundo, é uma alexandrita
Quando na luz do sol o seu verde
Traga-me esperança
Na luz artificial da noite o seu vermelho
Dê-me amor!
Oh! Luz do dia dê-me
Do meu ser poeta
Um dia de alegria
Pra que possa
De verdade amar
Meus semelhantes.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Meu aniversário

Meu aniversário, 25 de junho,
21 anos, anos atrás nascia
Em 1994, e o tempo passa
Sou poeta, e continuo vivo

Passar de 21 anos, não é muito
Neste tempo de poetas maior
De idade, que sobrevive
O tempo em nossa contemporaneidade

E vejo dentro do meu ser
A confiança de que cresci
E ganho autonomia

Vivo cada instante e momento
Quero todo dia,
Poder respirar poesia.

Valter Bitencourt Júnior
Aprendiz: Poesias, frases, haicais e sonetos, 2021.

Moça do meu sonho

Não sei quem era,
Mas tinha uma noiva
Nas areias
Do cais

Era uma virgem
Dona de um olhar
Casto, de um corpo terno
De um jeito singelo.

Não sei por que
O sonegar.
De tanto negar,
De tanto brincar.

Tinha uma marca
Danúbia
De um corpo adulto
De uma alma jovem

O vestido pesava
Mas estava só
Não sei mais onde...
Naquele altar!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Se meu corpo não pode fugir, pelo menos minha alma pode.

⁠Espera aí, qual seu talento?
Oh, criticar meu talento

Eminem

Nota: Trecho da música The Ringer.

⁠Hoje meu silêncio gritou incessantemente dentro de mim Já é noite algumas coisas ficaram inacabadas, sem respostas, outras ficaram só nos planos traçados.Talvez essa noite você também vá se deitar com milhões de perguntas sem repostas.A noite trouxe consigo tudo que meu conciente falho me reservou não me acho frente ao espelho . Eu vejo um rosto, triste, como uma noite sem luar. Nos meus momentos calados revivo lembranças guardadas o vento frio me causa arrepios mantenho forte meu coração nesse silêncio dentro de mim imagino você chegando já sinto o calor de sua alma . Boa noite.

⁠Olhos da cor do mel
Amanhece.
E sem sentir, me vejo envolto,
por estes olhos cor de mel.
Em meu pensamento, os tenho
ao meu lado.
Olhos de olhar lindo, apaixonado.
A eles me entrego, e perdido fico
neste encanto de vê-los para mim,
olhando tanto.
Dona dos olhos lindos assim, olha
só um pouco, para mim, não me faças
sofrer tanto.
Dá-me a chance de sonhar em um dia
poder tê-los, e ter-te só para mim e
juntos podermos, viver e amar meu
encanto.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E.