Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Quando eu era criança, eu degustava a água, agora vou engolindo para matar a sede. Comer sem prestar a atenção no alimento é não se alimentar. Viver sem sentir o gosto da vida, não é viver.

A vida vai ter
Que me arrancar daqui,
Eu não vou sair
Por conta própria.

[Maroto]


aonde você vai?!
eu vou ali.
ali onde?!
onde não é aqui,
é ali.


13/12/23


Michel F.M. - Ensaio sobre a Distração
Bruno Michel Ferraz Margoni

Ainda que me faltem bens ainda que me falte a saúde, eu não vou deixar de te adorar.
#kauêhemrik
#adoradordocéu.

*REFÚGIO & PAZ*


Debaixo das Tuas asas eu vou descansar
Quando a noite vier eu não vou temer
Teu Nome é refúgio, abrigo e paz
E no Teu coração encontrarei lugar
Se o medo me cercar, Teu verdadeiro amor me trará paz


_Van Escher -

⁠Eu sei o que eu quero e vou conseguir.

Vou sair e, quem sabe, eu fique!
Repartindo o inseparável só restarão as partes partidas desta espera.

“— Eu não te liguei,
e nem vou te ligar…
Não há porquê.


Somos dois chips
no mesmo celular:
mesma linha,
mesmo sinal,
mesmo querer.”

Além do Horizonte


Eu vou além do horizonte pra te encontrar,
nas dobras do tempo e até no inconsciente...


Faço tudo por você, não tenho receio...


Mas me diga, quero entender:
o que é que assusta tanto você?


É ser amado demais?
É viver um amor verdadeiro?
É todo o meu desejo?


Desculpa...
Já tentei sufocar,
diminuir, colocar menos intensidade,
burlar a realidade, só para te agradar...


Mas eu não consigo te amar menos que isso...


Não tenho controle do meu coração,
e eu vou além do horizonte pra te encontrar,
nas dobras do tempo e até no inconsciente...


Eu vou, só pra te buscar...


Mas não me peça para diminuir os meus sentimentos...


Não me peça para te amar menos.

A lua daqui

Eu não vou mentir: por onde quer que eu vá, sinto que o luar nunca é igual ao de minha cidade, Apodi. Aqui não há montanhas gigantes, nem encostas que façam o luar ser único. Mas, no Calçadão da Lagoa do Apodi, na parte meridional da cidade, a lua se matiza de prata, refletindo sobre a água como se o céu tivesse derramado um bujão de gás luminoso. Ela fica tão reluzente que encanta, apaixona e já fez gente simples se tornar famosa só por morar na cidade da lua platinada.

Percebo que as grandes cidades, com suas selvas de pedra ou litorais recortados por ilhas, nem de longe produzem luas como a daqui. Nossa jaci é uma verdadeira belezura: casais se enamoram e até brigam, mas, ao perceberem o luar, desarmam-se das intrigas e voltam a se amar.

Aqui nem pensar em lobisomens. Pelo contrário, o que a lua enfeitiça são os gatos, que deixam de ser apenas gatos e ganham nomes dignos de celebridade: Nâno, Tufão, Fábio Assunção, Nega Véia, Melissa Mel, Florinda, Bob Mel, Frida Mel, Pedro de Canoanés, Ceguinha, Morcego e até Paulo Jorge. Longe de quererem se tornar feras, eles só se deixam encantar. E, assim como nossos felinos se transformam em personagens, nossa cidade carrega consigo uma rica gama de apelidos, que vão desde as crianças até os idosos, passando por todos que têm história e memória por aqui.

A lua daqui parece tornar nosso povo ainda mais hospitaleiro, e quem bebe da água de Apodi tende a não sair jamais, encantado pelo luar, pela lagoa e pelo calor silencioso da nossa gente.

Carla, escute o que eu vou te falar,
O que me vencia, hoje ajuda a brotar.
A lama que um dia tentou me afogar,
É a terra macia que me ensina a plantar.
​Eu fiquei íntimo do que me fazia mal,
Transformei o espinho em algo especial.
O que era veneno virou o remédio,
Tirando da vida o cansaço e o tédio.
​Não tenha receio do meu jeito de ser,
É que eu uso a sombra para me fazer crescer.
Quem já foi deserto e hoje é jardim,
Sabe que o começo nasce do que era o fim.


DeBrunoParaCarla

Eu vou pedir ao sol
Pra iluminar nosso caminho
E todas as estrelas, pra enfeitar nosso destino
Me leve aonde for, segure a minha mão
Pois sei que você vai ser a minha direção.
(Incondicional)

"Sempre vou achar que o desequilíbrio mental, deve ser fiscalizado pelo nosso "Eu," por que o desequilíbrio mostra uma vontade imensa de se auto promover para chamar atenção⁠."

Em vão eu vou carregando o peso dos anos acumulados, se não transformarmos a experiência em aprendizado para os outros.

A tristeza tem territórios que eu ainda não visitei. Vou a pé, com uma lanterna de medo e coragem. Algumas ruas são estranhas e pedem licença para entrar. Outras me reconhecem e me oferecem cadeiras antigas. Sento-me e descubro que conversar com a dor é arte.

Eu até posso te dar corda, mas não vou decidir por você o que fazer com ela, mesmo se você, dentre tantas outras opções, preferir utilizá-la para se enforcar!

Insônia, se você estiver apaixonada por mim, eu vou ser curta e grossa:
Eu não estou disponível, e mesmo se estivesse, você não faz meu tipo!

Eu sempre vou preferir expectativas frustradas às inexistentes.

Eu jamais vou entender a incapacidade cognitiva masculina de preferir e instigar a convivência com a monstruosidade das minhas vulnerabilidades à paz das minhas seguranças.

Voz:




Eu vou comprar,
um celular novo.