Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu não sei andar de chinelo
Não sei andar de chinelo
Vou arrastando no chão
Não sei andar de chinelo
Ando rebolando
não sei andar de chinelo
Ando de tamaco
não sei andar de chinelos
Vou descendo ate o chão
Me deve mil e quientos me pague mil e seiscentos
Eu não sei andar de chinelo e nem de tamanco ando rebolando me pague mil e setecentos...
Não sei amdar de chinelos.
E olha… eu vou te contar uma coisa que a gente só entende depois de apanhar emocionalmente igual tapete em dia de limpeza pesada… amor que marca é barulhento. Faz escândalo, quebra prato invisível, deixa cicatriz que a gente até mostra com um certo orgulho, tipo troféu de guerra que ninguém pediu pra disputar. Já o amor que permanece… ah, esse quase não faz barulho nenhum. Ele chega de mansinho, senta do seu lado e, quando você percebe, já está ali há anos, dividindo até o último pedaço de pão e o último suspiro de paciência.
Eu já fui dessas que confundia intensidade com destino. Achava que quanto mais difícil, mais verdadeiro. Quanto mais lágrimas, mais profundo. Basicamente uma novela mexicana ambulante, só faltava a trilha sonora dramática e uma câmera dando zoom no meu rosto enquanto eu olhava pro nada pensando “por quê?”. E o pior é que a gente romantiza isso. A gente acha bonito sofrer. Olha que perigo.
Mas aí a vida, essa professora sem paciência e sem filtro, vem e fala “minha filha, senta aqui que você ainda não entendeu nada”. E foi aí que eu comecei a perceber que o amor que fica não precisa te convencer de nada. Ele não te deixa em dúvida, não te faz virar detetive emocional, não exige interpretação de texto às três da manhã.
O amor que permanece é quase sem graça… e é justamente por isso que ele é extraordinário. Ele não te dá frio na barriga todo dia, porque te dá algo muito melhor: paz. E paz, minha querida, não viraliza, não rende história caótica pra contar pras amigas, não dá engajamento… mas sustenta uma vida inteira.
Entre o amor que marca e o amor que permanece, eu também fico com o que fica. Porque o que marca às vezes só prova que doeu. O que permanece prova que deu certo. E no final das contas, depois de tanto drama desnecessário, tudo o que a gente quer é alguém que fique. Que fique quando o encanto dá uma cochilada, quando o dia é comum, quando a gente não está interessante, quando a gente só é… humana.
E é curioso, porque o amor que fica não grita “eu sou o amor da sua vida”. Ele só… fica. E nisso, ele vence.
Agora me diz, você ainda está escolhendo emoção ou já está escolhendo permanência?
Eu vou te dizer uma coisa que ninguém gosta de ouvir, mas todo mundo já sentiu na pele em algum momento: não é o silêncio que machuca, é o que a gente imagina dentro dele. Porque o silêncio, por si só, é só ausência de som… mas na cabeça da gente ele vira roteiro de filme dramático, com trilha sonora triste e direito a prêmio de sofrimento interno.
No dia 28 de julho de 2024, vivi uma situação que jamais vou esquecer.
Eu estava em casa, muito doente, sem imaginar que meu corpo estava entrando em colapso. O que mais tarde descobri era que eu estava com septicemia, uma infecção generalizada gravíssima, que já estava levando meus órgãos à falência.
Procurei atendimento na UPA de Barra do Corda, Maranhão. Mostrei os exames que tinha em mãos, expliquei o que estava sentindo e deixei claro que havia uma suspeita séria do meu quadro. Mesmo assim, recebi uma injeção e fui mandada de volta para casa. Disseram que o que eu tinha era ansiedade.
Mas não era ansiedade.
Enquanto eu tentava sobreviver, meu organismo estava travando uma batalha silenciosa contra uma infecção que avançava rapidamente.
Voltei para casa sem a cirurgia que precisava e sem a urgência que a situação exigia. Passei aquela noite em uma condição extremamente grave, sem saber se veria o dia seguinte.
Foi então que Deus usou outras pessoas para mudar o rumo da minha história.
No dia seguinte, meu sogro entrou em ação. Através de um contato que ele possuía, conseguiu mobilizar ajuda para que eu finalmente recebesse a atenção necessária. Graças a essa intervenção, fui encaminhada para uma cirurgia de emergência.
A cirurgia aconteceu a tempo.
Os médicos constataram a gravidade do meu estado. Eu estava com septicemia e falência de órgãos. Quando penso em tudo o que aconteceu, não consigo deixar de refletir sobre o quanto estive perto da morte naquele período.
O mais impressionante é que, algum tempo depois, retornei à mesma unidade de saúde. Durante o atendimento, me perguntaram quais eram minhas alergias. Respondi normalmente e informei tudo com clareza.
Ao receber a receita médica, resolvi ler antes de sair.
E ali estava prescrito justamente um medicamento ao qual eu havia informado ser alérgica.
Naquele instante, um filme passou pela minha cabeça.
Se eu não tivesse lido a receita, o que poderia ter acontecido?
Esses acontecimentos me ensinaram que ninguém deve abrir mão de acompanhar o próprio tratamento. Ler receitas, conferir exames, fazer perguntas e buscar esclarecimentos não é desconfiança. É cuidado com a própria vida.
Hoje, olhando para trás, sinto gratidão por estar viva. Gratidão a Deus, ao meu sogro e às pessoas que cruzaram o meu caminho naquele momento tão crítico. Porque a verdade é que, sem essa ajuda, talvez eu não tivesse a oportunidade de contar esta história.
E isso é algo que nunca esquecerei.
Para 2026, eu decidi que vou começar com o pé que me der vontade de pisar primeiro.
Não vou deixar de adquirir algo de quem gera milhares de emprego e renda e contribui ativamente para a economia Brasileira por causa da ignorância de ninguém.
Se um dia você me perguntar qual é a minha maior meta para o futuro, eu não vou falar de carros, dinheiro ou status. Vou falar sobre construir um lar onde nós possamos dobrar os joelhos juntas antes de dormir, agradecendo a Deus por mais um dia. Um lar onde o amor não seja sustentado por cobranças, mas por paciência, respeito, diálogo e pela certeza de que Deus nos uniu para somar, e não para competir.
Eu não sou perfeita, mas por você, por nossa família e, principalmente, por mim, faço questão de me tornar uma pessoa melhor a cada dia. Porque acredito que o amor verdadeiro não nasce da perfeição, mas da decisão diária de crescer, cuidar, perdoar e escolher permanecer.
Não vou temer, pois creio em Ti
Nem duvidar, pois eu já vi
Em Ti está minha força, todos os dias Com Teu Amor, vem me encher
Todos verão o Teu poder
Espírito, vem sobre nós
Todos os dias, Senhor
Independentemente do que aconteça
Vou estar focado em Tua promessa
Eu não me distraio, não é surpresa
Isso é necessário para que Tu cresças Tiago Cardoso
Jesus eu vou, te adorar eu vou
Ainda que o mundo todo me esqueça
Estar Contigo é o que interessa Jesus eu vou, te adorar
Mesmo que o mundo esteja de ponta cabeça
Firmado estou em Tua Promessa Tiago Cardoso
Assim diz o Senhor:
“O que tentaram enterrar, Eu vou ressuscitar com honra.
O que foi manchado, Eu vou lavar com Minha presença.
O que foi desacreditado na terra, Eu vou validar no secreto.” miriamleal
Não é porque eu quero muito,
que eu vou aceitar que seja de qualquer jeito.
Então que venha só se for de ti Jesus.
No dia em que eu escrever algo que nunca foi lido e que ensine alguma coisa a alguém, aí sim vou me considerar um escritor. Escrever o repetido, aquilo que todo mundo já sabe, é extremamente fácil.
Benê Morais
Que diabos eu vou fazer na lua, se lá não tem cajuina, bolo de puba, nem vizinho fofoqueiro pra comentar a viagem?
Benê Morais
Não te esqueci
Em cada esquina que eu passar nas madrugadas vou continuar te encontrando sejam através das músicas, sejam em cada copo de cachaça ou sejam em cada abraço de saudades dados nas mulheres sem rostos.
As noites tem se tornado por vezes frias e demoradas, ou densas e cheias de narrativas vazias, mas em nenhuma delas posso dizer que esqueci de você.
