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Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Ontem eu me escondia do mundo, hoje decidi desafia-lo. Tudo na vida é uma questão de fase. Tudo muda ao seu tempo, mas não existe mudanças quando ela não começa por você mesmo. Não siga padrões, desafie a você mesmo. Se atreva a desafiar a vida, sinta, chore, experimente, descubra um "novo eu".

Eu queria proteger tudo. Mas eu falhei, e esse é o pecado que eu carrego.

Eu te imagino
Eu te conserto
Eu faço a cena que eu quiser.

Amigas para sempre, 123!
Te amo e eu sempre te amarei por toda a minha vida...
Você é inesquecível para mim!
Beijos da sua querida amiga!

Em meus sorrisos eu escondo verdades e em verdades eu escondo minhas tristezas.

Descobri que posso encontrar pessoas perfeitas, desde que eu me apaixone por elas.

Cara, eu só queria te ver mostrando que precisa de mim, vez que outra. Que me amasse com ênfase nas vezes que não mereci ser amada. Porque, entre me sentir inútil só pra você e me sentir inútil pro resto do mundo, optei pela diversidade. Ok, não vou mentir, tenho sentimentos de estimação por você. Mas estou deixando de alimentá-los. Um dia eles morrem.

Antes eu corria para você
Agora eu estou correndo de você

Nas nuvens eu não páro, e o chão não me sustenta.

Quer saber quem eu sou, olhe atentamente no fundo dos meus olhos.

EU vi teus olhos, tinham paz e não mentiam... teu olhar me dizia o que tua boca tinha medo de falar... mas eu entendi...
Eu senti tua mão sobre a minha e foi uma energia que a ciência ainda desconhece... se juntar toda a força do mar com a suavidade das nuvens, ainda assim não poderei descrever teu toque, me senti como uma folha tremendo nas mãos de um furacão...
Quando dançamos queria que fossemos como as ondas do mar, para que fizéssemos apenas isso... e tornássemos um só!!
O meu sorriso foi a forma que coração usou para dizer que encontrou o que procurava !! ”

Quando eu te tenho me sinto bem Você me fez sentir de novo Você me fez sentir o que, já não me importava mais Você me faz, você me faz tão bem

Você é assim, frio, desapegado, mulherengo; eu diria que você é um típico homem, por isso não te culpo. Afinal, também sou uma típica mulher, tão complicada e intensa e bipolar e mil coisas em uma só.
E ninguém entende a minha persistência na nossa história. Minhas amigas quase me matam todas as vezes que eu quase termino contigo e desisto, porque eu sem você também sou quase ! Quase completa, quase feliz, quase mulher.

É fácil, basta você querer, eu ainda quero tanto.

E se a saudade fosse bem-vinda será que entraria sem bater?
De qualquer forma eu mentira se eu dissesse que não vai doer e que logo vai passar.
É porque o tempo da dor é o passado, é a despedida sem aceno, é o telefone sem recado, é o ainda que não passa.
E ainda que não tenha mais nada encontra um espaço só para deixar aquele sorriso guardado.
Fazendo do peito um lugar pequeno deixando um coração enorme apertado.
Mas vivo e qual o motivo?
Só para a tristeza entender que já não tem onde ficar pois já me tirou o chão.
Então foi na memória que eu encontrei para morar.
Às vezes o que resta é viver de lembrança só para não morrer de saudade.
E mesmo que a vida me leve tudo pois eu levo em mim o que eu não esqueço.
Eu levo o teu sorriso guardado só para sorrir quando me lembrar de você.
E assim toda perda é um recomeço para quem não perde a esperança e mesmo que seja na lembrança encontra uma razão para viver.
Eu levo em mim o que não esqueço só para viver sem medo de te perder.

Eu me importo tanto em não magoar as pessoas, só queria que elas se importassem também.

Foi então que eu a vi.

Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela.

Cabelo mal pintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar-comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olha a rua. Na mão direita tinha um cigarro; na esquerda, um copo de cerveja.

E chorava, ela chorava.

Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo.

Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém acho. Tão voltada para a sua própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu também não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de neon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida.

Sem o recurso dessas benditas levezas nossas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música do Caetano, uma caixa de figos.

Aprendi que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.

Desconhecido

Nota: Trecho de um texto de autoria desconhecida.

⁠Eu invejo as árvores. Elas não têm que andar por aí. Deve ser bom simplesmente criar raízes e se estabelecer.

Não me arrependo de nada que faço
Não me arrependo de nada que fiz
Eu me arrependo de tudo que não fiz
Crio coragem agora e faço.