Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Dou meu crédito e profundo respeito a pessoas de convicções fortes como resultado de um longo processo de análise das antíteses filtradas por sua inteligência, que as conduz invariavelmente a um equilíbrio responsável em suas conclusões e empresta consistência e confiabilidade às idéias que defendem. Quanto menos doutrinárias ou dogmáticas forem, mais isentas e confiáveis se farão suas análises, pois que não estarão sujeitas aos moldes de suas próprias crenças. A maturidade me encontrou como um livro aberto desejoso de se manter fora das tribos e longe das mentes fracas que se deixam convencer sem refletir por si mesmas, das que constroem “verdades” sobre idéias de outrem que vão incorporando à sua lista de bandeiras sem nunca terem-nas submetido a nenhum tipo de filtro. São movidas pelo mero prazer de repassar “filosofia de papagaio”, em que não há critério nem responsabilidade para com os efeitos que produzem. Teses conscientes não dependem de bandeiras ou correntes para se disseminarem: elas se impõem por si mesmas, mas entre as pessoas que farão a diferença.
Será que meu coração acelera de novo?
De um jeito bom
De querer bem
De ficar quentinho quando alguém vem
Vem com amor e carinho
Com sonhos colorindo meu caminho?
Será que um dia será recíproco?
Será que enfim tudo será Lindo e infinito?
Será que eu serei feliz?
Será que ainda restou algo para que eu possa começar de novo?
Sem medos, traumas?
Será que encontrarei razões para amar?
Sempre levei uma vida irresponsável.
Mas a vivi do meu jeito.
Se me arrependo?
Não deveria!
Afinal, continuo vivendo-a do mesmo jeito.
03/09/2018
“Deitado no chão, travando uma luta contra o papel de parede no teto do meu quarto! Ninguém por perto! Fecho meus olhos e sinto o meu rosto se inundar de lágrimas! Coração apertado, respiração ofegante! Desejando infinitamente encontrar a Deusa da luz imaginária, a rainha do fim e também do recomeço! Ela chegou! Eu sinto a dor reconfortante da sua presença! Já veio meio me buscar? Eu estou indo. Eu já não sinto mais os meus pulsos, já não sinto mais meu coração bater, eu já não sinto mais a vida. Eu não tenho mais nada a perder!”
Quando vier te confrontar com palavras perdidas buscando humilhar o teu passado diz, o meu passado foi o que foi passou eu não preciso mudar o que está com o passado adormecido, no entanto hoje eu posso erguer a cabeça viver o melhor de mim.
Meu pensamento não é fértil a vida nem é um pântano de morte, não agrada a solidão nem acalanta a alegria, meu pensamento vive em liberdade longe do abismo migra pro silêncio em paz de encontro com o amor.
Você compartilhou com meu mundo, viveu um oásis feliz alegre em tempos de abundância e colheita farta, dirrepente a tempestade desbravou e devastou o oásis o qual você foi a rainha suprema, após a queda do oásis, você a mulher rainha do meu mundo, não compartilhou do meu deserto, eu não vou criticar a tua decisão por sair do meu deserto, o meu deserto é o que sou é o que me restou.
Como te amo longe do meu aconchego,
a tua ausência assola,
a tua falta me devora,
é um silêncio que grita,
é saudade que chora, lapidada a tua imagem bela mulher está longe de mim
Meu peito repousa sereno firme, envolto em teus abraços fortes entrelaçados, é ali que a felicidade explode em silêncio em mim para ti.
Teus abraços envolvem meu peito como chama ardente falo teu nome para ninguém ouvir, esta explosão de felicidade me consome de tanto acalanto linda mulher.
Teus abraços me envolvem em conforto paz alegria, meu peito dança de felicidade explode em festa dentro de mim, para que eu nunca vá afastar de você.
Te vi outro dia, tão linda, tão meiga,
que meu coração, sem pedir licença,
quis correr até você,
só pra dividir contigo
a alegria que transbordava em mim.
Chuva miúda calada acaricia meu rosto entristecido, não as lágrimas que não ousam dizer o que sinto
No abraço com a chuva, meu rosto encontra abrigo, proteção, conforto, enquanto as lágrimas deslizam como se fossem parte do céu.
Sobre meu rosto cansado afadigado, o céu, cúmplice da minha dor, esconde as lágrimas que o mundo não pode enxergar.
