Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Meu pranto escorria pelos meus olhos, por pensar, o que seria dos meus dias, mas em um instante, renovei todos os meus sentimentos, e segurei nas mãos de Deus.
E de repente Deus veio em forma de brisa e trouxe o frescor da vida para o meu coração , Acalmou-me e como pai que abraça o filho , deu me a certeza de que é comigo todo o tempo !
Tenho em meu sangue um ácido que corroê quando falam mau da minha profissão, mas carrego de orgulho o azul petróleo nas vestes que me cobrem que se fazem armaduras para não deixar ultrapassar os projéteis maléficos da inveja seja este do inimigo desconhecido ou do conhecido.
Minha alma é pulsionada para o que vibra, meu corpo para o que desperta.
Até brinco com o macio, mas gosto mesmo do sólido.
Não sou boa em sentimentos vãns.
Tenho que parar com esse meu impulso para confiar nas pessoas, porque quando você precisa delas, elas se mostram FDP!
Nesse meu cantar
que parece ser livre,
ainda sinto as cicatrizes
nas cordas vocais...
Neste meu andar
que começa a ser prisioneiro,
já sinto os calos doerem
em diversos locais...
mel - ((*_*))
Queria sentir teu corpo junto ao meu, onde possa tocar teu lábio com o meu, e matar esse desejo de te ter.
Bola de Meia, Bola de Gude
14 Bis
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
Há um passado
No meu presente
O sol bem quente
Lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa
Me assombra
O menino me dá a mão...
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...
Pois não posso
Não devo e não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...
Bola de Meia! Bola de Gude
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...
Pois não posso
Não devo, não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...
Bola de Meia! Bola de Gude!
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
E me fala de coisas bonitas
Que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade
Alegria e amor...
Pois não posso
Não devo, não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso
Aceitar sossegado
Qualquer sacanagem
Ser coisa normal...
Bola de Meia! Bola de Gude!
O solidário não é solidão
Toda vez que a tristeza
Me alcança
O menino me dá a mão...
Há um Menino!
Há um Moleque!
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem prá me dar a mão...
Se muitas das pessoas que estão em meu caminho soubesse quem é, talvez não precisaria humilhar tanto as pessoas pra encontrar o seu lugar no mundo. Hoje eu estou aqui afastada do mundo mais com plena consciência que eu sei quem eu sou e sei porque lutar... E é isso que me faz forte pra sorrir mesmo que não tenha vontade pois só assim as pessoas não vera minhas fraquezas.
A compreensão do meu ser limitado me fez ver que não posso saber tudo sobre todas as coisas que indago, e, que nem por isso, me impossibilita de estar sempre a procura das verdadeiras razões que se fazem necessárias para aplacar as questões que torturam a minh'alma... E o meu pensamento continua... feito um rio que corre, cheio de desvios, mas sem nenhum empecilho.
Caminho com você por atalhos obscuros
porque você é meu porto seguro...
Ultrapasso montanhas e desertos
Porque você tem endereço certo...
Nas tempestades de vida
você é minha acolhida...
Quando acometida por dias de tédio
você é meu santo remédio...
Quando caio na descida
você é minha subida...
Na alegria ou na tristeza
você é minha fortaleza...
mel - ((*_*))
Fui rica e fui pobre, e acredite, meu bem, é melhor ser rica. Claro que é melhor. Se você não se sente feliz sendo rica, não é por ser rica... é porque tem outras questões pendentes a resolver. Pelo menos o dinheiro pode pagar um bom terapeuta.
Vejo o meu retrato: um menino pobre de Porto Barreiros que chegou a Goiânia num caminhão de mudanças. Penso que evoluí muito.Mas não importa o quanto eu tenha evoluído, eu continuo num caminhão de mudanças.
Luar do meu sertão sempre trazem lembranças e junto chega o vento da tristeza e sua pessoa aparece como se fora um zumbi!
quero morrer com todas as manhãs que me pertencem
quero que o mundo escute o meu lamento e festeje toda minha alegria
quero ainda te ver numa tela colorida de cinescope
quero que você que ainda queira que eu queira o que de um que porquê qualquer.
onde que há o que do o quê
quero
por mais que fosse absurdo este o quê
quero que você olhe ao lado e veja o que lhe posso oferecer
quero que você queira este mesmo o quê
o querer que doe um mundo em que este querer seja tão breve. soturno e lúdico como o fim.
"Nunca acreditei no ‘pra sempre’, mas te exclamei até meu ponto final."
Não é grosseria quando você aprende a traduzir olhos que frequentemente desviam dos seus; mãos que não param de gesticular. Beijo não se pede. Roube-a num assalto passional. Silencie a timidez com desejo e mão na nuca.
Saiba que a única parede que impede isso acontecer é a sua hesitação. Beijo é calor, não um favor.
Ela tinha algo e eu não sabia que algo era. Eu sabia é que a espera era amarga. Que guardar amor é frio; é inverno. Então eu contei tudo. Depois do beijo roubado e do tapa recebido, eu contei tudo. Disse que aquela paixão gritava. Que ou a beijava, ou a terra toda pararia de girar. Ou eu beijava, ou o sentido de tudo se esvairia. Mesmo que fossem apenas milésimos de dor; são esses que levam anos da gente.
Quando percebeu minhas intensidades, meu coração acelerado e a ansiedade que só paixões causam, ela se entregou. Disse que em mim tinha algo que ela sempre gostou e não sabia o que era.
Na verdade, até hoje não temos certeza do que é, mas sabemos o que está. Deixamos o tempo e os formatos de lado. Nosso roteiro é desses guiado por vôos altos, não por vaidades da tradição. Não somos algo, mas estamos e estamos muito.
Nunca contei nada, mas a real é que desconfio qual era aquele algo que ela tinha e ainda tem. Era a intensidade e a liberdade. Era esse calafrio quente que só sonhos livres causam na gente.
Ela chegou com asa na alma.
