Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Não sou adepta (o) ao famoso 'fale mal, mas fale de mim'. Meu nome é muito precioso para ficar na boca de qualquer um.
Ressaca
Acordei com o meu figado fazendo as malas
- O que é isso? perguntei
- Estou indo embora. Me respondeu.
- Como indo embora? Não entendo ...
Ele me olhou com complacência e falou:
- Desencana, você não vai entender mesmo. O cérebro já foi faz tempo.
- Nossa, e nem se despediu?
"Se a terra se revoltasse a cada pensamento meu em teu louvor, seria tudo tormenta, vertida em lava do mais profundo amor..."
Por quê...
Te afliges
Com meu jeito de ser.
Sou...
Apenas alguém
Que ama escrever
Palavras de amor
Pela Vida
E Você!
Meu mundinho pode não ser perfeito para você
Mas ele é otimo o suficiênte para mim…
Adoro me trancar nele e fugir de toda falta
de humanidade do mundo ai fora…
Guardanapo 5:
Descanse o seu sorriso
Despido sobre o meu corpo
frágil... Ele te necessita e
rompe os tratados dos anjos
incrédulos em uma tarde
de agonia infernal.
A vida deixou um rombo tão grande no meu coração,que fez ver que as vezes um esforço pode ser tolo. mais com essa experiência posso dizer, que VALEU A PENA.
Você pode machucar e maltratar o meu coração, mas, tenha a certeza de que ele nunca ira morrer por falta de amor.
Joguei meu canhisinho na água pra punha peixe acara quem não saber joga verso não ser ponham cabeça.
Consigo ver o rosto de cada um deles vivos em meu coração. A mão dói e mesmo assim insisto para que as palavras caiam assim como as lágrimas que seguro em mim. Não sei descrevê-las - São como chuva no sertão. Esperadas.
...Lança teu grito no meu silêncio
descobre-me
dá-me um nome.
Quero olhar-te com
a última-face-oculta
emergida de mim.
Crava tua verdade em minha verdade.
Revela-me
ou destrói-me..."
Poema em Solidão nº3
Ninguém pronuncia meu nome
e em tristeza, minhas horas teço.
A solidão nasce, em mim,
como uma grande e branca flor.
- Meus olhos são dois poentes,
- minhas mãos gestos de adeus.
A memória se insurge: houve uma aurora.
Meus olhos se tingem do apelo do azul.
Dúbia me instalo:
Palavra e eco divi-dida
face no espelho (re)produzida.
A rosa dos ventos permanece
como estrela única,
mas eu sempre restarei.
Em silêncio devoro minha dor..."
Aqui - meu território
limitado ao norte e oeste
pelos ombros brancos do muro
e ao leste por um flamboyant que vomita vermelho
do alto de uma cratera acesa no meio
de um jardim verdeagrestino
incendiado de lavas.
Este território
onde finquei minhas raízes
onde me (mulher) plantaram
E me regaram com a água da vida
por isso que floresci
e hoje sou como uma ilha
cercada (de filhos) por todos os lados."
Suas palavras são
balas tiradas da garganta de
um menino.
Seus sabores são cortados
pelo meu canino.
Paixão pelo meu trabalho em ver sorrisos e lágrimas pairando em um universo tão complexo que é a sala de aula e me ver alimentando a alma de uma pessoa.
