Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Encantado?
Confesso!
Como num conto de fada mais bobo Você me escolheu...
E o encanto foi tanto Que eu sem perceber Já estava em você
Mas voltei, Porque sei manipular meus sonhos
E minha alma passeia por onde quero
Mas voltando a você...
Me conte o que fez Nesse tempo que espero..;
E essa felicidade?...Sincera! O
nde estava esse olhar Que conhece o meu Sem querer me entregar J
á estou ao lado seu E assim seguirei Pelo tempo da delicadeza...
Mais uma semana linda chegando!
Muita luz, muita paz, sabedoria e bençãos.
Confia... tudo mais Deus já preparou para você!
A confiança é um dos sentimentos mais nobres que um ser humano pode colher e cultivar dentro de si. Confiança é a base das grandes amizades, dos amores verdadeiros e das relações que não se baseiam na mentira. Confiança é a raiz do entendimento, até mesmo entre seres opostos. É o elo mais forte dessa corrente que une pessoas que se completam de alguma forma. Confiar é entregar ao outro, sem medo, tudo que há de mais valioso dentro do nosso coração.
Podemos dizer que a confiança é como uma taça feita do cristal mais translúcido e delicado que possa existir. Se essa taça cai e se quebra, não há mais nada no mundo que possa devolver-lhe as mesmas formas de antes. Confiança, quando vai embora, nunca mais volta. Confiança é pedra preciosa que não se atira ao mar.
E por mais que haja em nós a bondade e a nobreza do perdão, depois de provar a frustração de ter acreditado em vão em alguém, sempre ficaremos com uma pulga atrás da orelha a nos roubar a tranqüilidade do sono. A desconfiança é uma ave agourenta que paira dia e noite sobre as cabeças dos enganados. Desconfiar cansa e faz definhar os nossos melhores sentimentos.
Para se gostar de alguém sem restrições e manter um convívio são, é necessário que haja credulidade entre as pessoas. Credibilidade não é uma invenção de última hora, é uma conquista paulatina. Se não houver confiança numa relação, não haverá mais nada pelo qual valha a pena lutar. Sem confiança não há liberdade de gestos. Sem confiança não há entrega. Sem confiança, todas as portas da nossa alma se trancam, e a luz que deveria iluminar a nossa aura, se dilui numa espécie de escuridão que assombra a vida da gente.
Confiança não se compra, não se vende e não se finge. Confiança é a força que nos move na direção de quem a gente mais ama. E, por mais que sejamos imperfeitos, confiar e ser confiável é muito mais do que um simples tratado social, é uma questão de caráter e de respeito ao próximo.
Confiar é a arte de poder amar sem medo, dormir tranqüilo e sentir o doce perfume da paz em cada movimento da nossa respiração. Confiar dispensa meios-termos: ou é para sempre, ou é para nunca mais.
O que mais me excita são aqueles comentários maldosos e invejosos que falam as nossas costas. São tão criativos e nos tornam tão exuberante...
Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras.
Amo-te até ao mais fundo, ao mais amplo
e ao mais alto que a minha alma pode alcançar
buscando, para além do visível dos limites
do Ser e da Graça ideal.
Amo-te até às mais ínfimas necessidades de todos
os dias à luz do sol e à luz das velas.
Amo-te com liberdade, enquanto os homens lutam
pela Justiça;
Amo-te com pureza, enquanto se afastam da lisonja.
Amo-te com a paixão das minhas velhas mágoas
e com a fé da minha infância.
Amo-te com um amor que me parecia perdido - quando
perdi os meus santos - amo-te com o fôlego, os
sorrisos, as lágrimas de toda a minha vida!
E, se Deus quiser, amar-te-ei melhor depois da morte.
A liberdade, Sancho, é um dos dons mais preciosos, que aos homens deram os céus: não se lhe podem igualar os tesouros que há na terra, nem os que o mar encobre; pela liberdade, da mesma forma que pela honra, se deve arriscar a vida, e, pelo contrário, o cativeiro é o maior mal que pode acudir aos homens.
“A parte mais difícil em se despedir é ter que fazer isso todos os dias. Todos os dias enfrentamos a mesma verdade. De que a vida está passando rapidamente. Que o nosso tempo aqui é curto. E para homenagear os que se foram, Devemos viver bem nossas vidas.”
“Todos os dias encaramos a mesma realidade. Que o nosso tempo aqui é curto. E para honrar os que já foram, temos que viver as nossas vidas bem. Devemos perdoar quando podemos e permitir que as nossas leis comuns nos reúnam.”
O mais assustador sobre a distância é que você não sabe se a outra pessoa sentirá a sua falta ou se esquecerá de você. (Nao Tomori)
Saudade da gente junto. e a cada semana que passa tenho mais certeza que você tá se virando melhor sem mim. eu tenho tentado fazer isto também. mas ás vezes dói tanto que eu preciso te falar. Que eu ainda penso toda hora, e a cada dia morre um pedaço meu que pertencia a ti. O tempo vai levando pro passado todo aquele amor, ainda que aqui nada tenha tenha ido embora. e dessa vez tudo parece tão pra valer que eu tento recuperar algum chão que eu já tive antes de você. É a minha felicidade me provando que eu nunca deveria tê-la colocado no sorriso ou no toque das mãos de outra pessoa. Porque agora você foi embora e nenhum outro sorriso me dá planos como o teu me dava. E quando você toca outra mulher, dá minha felicidade pra ela. É a vida me mostrando a inutilidade dos sentimentos quando alguém não volta mais pro meu colo. Porque agora você pediu pra me perder e eu não consigo mais me encontrar. É você me falando que consegue ser feliz sem as nossas madrugadas, me fazendo acreditar que não era amor o que você sentia. Porque você sempre diz que tem um que gosta mais. E eu sempre soube que era eu. E você continua me dando essa certeza a cada segundo que o telefone não toca, e a cada milésimo que eu espero. Mesmo sem perceber. Amanhã ou depois a vida passa e vai ficar comigo só a verdade de que você desistiu. Alguns me chamariam de boba por escrever coisas tão loucas pra alguém que quer ficar tão longe. Mas a vida é muito curta e o silêncio nunca vai te mostrar o que eu quero te dizer, mesmo que você não queira escutar. Por isso eu escrevo. Poupo os seus ouvidos e evito a dor de ouvir você repetir que não tem mais jeito.
Aceitar um fim é aceitar um novo começo. Continuar numa relação onde as pessoas não mais se relacionam faz tanto sentido quanto ir patinar porque está com fome. Você perde tempo, pessoas, vida. Você ganha arranhões que poderiam ter sido evitados, ganha mágoas de alguém que poderia ter sido sempre especial e só. Ninguém disse que iria ser fácil, ninguém disse que não iria doer. O costume grita e você pensa que é o amor ainda vivo em algum canto. Grande engano, grande perigo. Até que o costume mude de figura, tudo é vazio, lembrança, saudade, tudo é ele. Mesmo depois do fim, mesmo sem amor. É o velho vício de mexer na ferida, sentir fisgada só pra não ficar sem sentir nada. E você ouve muitas fórmulas pra fazer tudo isso passar mais rápido, muito atalho tentando driblar o tempo. Não vou dizer que nenhum funciona, assim como não digo que algum funcione a longo prazo ou definitivamente. Não importa quantos corpos você tenha no verão, no inverno você sente falta da história, da alma, das manias. Vai ser ele por um bom tempo o dono das saudades bobas, das carências mais fortes, do carinho. E não tem fórmula mágica pra isso. Agora, se acabou, com certeza teve um bom motivo, já deixou de ser bonito como nas lembranças preferidas, por mais difícil que seja lembrar dos fatos por esse ângulo. E pro costume tomar uma nova forma, você tem que usar novos moldes, sem recaídas, sem se fechar pro mundo. Você vai tentar substituir ele por outro, assim, como quem muda de manteiga no café da manhã. E pode dar muito certo por uns meses, depois o novo cara é só mais um anexo no arquivo de decepções e a saudade, de algum modo estranho, nem é do cara novo. Tantas promessas de tudo ser diferente e no fim tudo sempre tão igual. E o vazio só aumenta, uma bola de neve. Até o dia que você acordar de manhã, se olhar no espelho e entender que ali tem alguém inteiro e com tudo que você precisa pra ser feliz. E esse dia, anota aí, vale mais que anos. Não se cura um amor com um novo amor. Se cura com amor-próprio.
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...
Talvez até a mais forte das pessoas tenha desmoronado alguma vez... talvez até na mais insensível das pessoas algo a tocou verdadeiramente...talvez até na mais amarga das pessoas tenha havido um momento em que o amargo se tornou doce.
De verdade, foge da minha explicação.
Li livros de depressão, li cartas de amor que achei por aí, assisti filme que passa na tarde de domingo e faz qualquer um chorar, já andei com vontade de cair. Mas pra nada disso tive explicação.
Senti dores de saudade por causa de momentos que por algum motivo acabaram sem eu perceber. Chorei na frente do espelho por olhar um rosto e não saber o que enxergar. Já olhei pro céu, na esperança de que este me mostrasse o que eu não conseguia ver. Fiz minha seleção de música triste, que me tocaram o coração apenas pela melodia estar no sentido do meu coração, apenas pela voz demonstrar o meu desespero, apenas pelo ritmo determinar o ritmo da minha felicidade.
Fiz coisas que talvez eu nunca faria. Pensei em coisas que eu nem sabia que existia. Chorei por motivos que eu nunca imaginei que choraria. E por fim, aqui estou eu.
Caí, desmoronei, me acabei por dentro. E por mais que tudo isso tenha acontecido, aqui estou eu...
É incrível como não conseguimos compreender uma coisa que acontece dia a dia, hora a hora, minuto por minuto e em tantas vidas.
Mas não vou dedicar o resto da minha pra descobrir isso.
O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar.
