Eu Vou mais eu Volto meu Amor
por que o meu coração pediu uma direção
e meus olhos viram outra
por que meu coração quis amar alguem
eu nao tive coragem
por que meu coração disse pra eu segui-lo
mas a minha razão disse que ele estava errado
por que meu coração se quebrantou
e o tempo conseguiu concertá-lo
por que meu coração esteve sempre certo
e minh'alma nao quis ver...
sofri, errei, me magoei, me entristeci, me enfureci
so por nao ouví-lo
meu coração me fez jurar que jamais iria despedaça-lo novamente
e hoje eu cumpro com essa promessa
até o momento em que você disser adeus!
"As vozes do meu coração dizem o contrário as da
minha mente...
Se o meu coração pede pra mim te esperar, as vozes
da minha mente gritam para mim te esquecer...
O que fazer se a voz da razão calada está e a da emoção
muda de opinião a cada instante?!
Ainda estou confusa... Só tenho certeza de uma coisa;
ainda te amo!"
O ADEUS NA DESPEDIDA
Fremente amargura ao ver à tanta partida,
Que tanto sufoca o meu frangível coração,
São os reveses de uma vida já tão sofrida,
Amores fatíloquos de uma difícil aceitação.
Sente a minh’alma o adeus na despedida,
Por isto peço: Não me veja com compaixão!
Ao sair feche a porta, minta estar distraída!
Não olhe para traz, trazer-me-á comoção.
Minha estrutura emocional já corrompida,
É o fruto da mais iníqua e desdita desilusão;
Que digam que a minha existência renhida,
Foi um musical de talentosa orquestração,
Mas os ais que me levaram a sentir a ida,
Foram as déias que me fizeram ingratidão.
Rivadávia Leite
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MAOS QUENTES, CORACOES QUENTES!
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Toque com tuas maos quentes meu corpo, amiga
E tu sentiras mais desiniba com este teu semelhante
Abriras a porta de meu coracao onde se abriga
Um amor tao grande que ultrapassa a linha do horizonte
Este pequeno gesto de carinho num mundo tao gigante
Sim, mais ainda faz uma grande diferenca que revigora
Se e indubitavel que ainda tenho o desejo de um amante
Que tu logo percebes no meu olhar que te devora
Maos quentes, coracoes quentes, camas ardentes
Em teu louvor, confirmo o quanto tenho te desejado
E te dedico tudo que tenho, mais meus beijos quentes
Deixo-te na pele marcada, o beijo molhado
E nos teus seios rosados, as marcas dos meus dentes
E nos teus olhos a satisfacao de nosso mutuo pecado
© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
Globrazil@verizon.net or Globrazil@hotmail.com
Brazil - (021) 2463-7999 - Claudio
USA (1) 914-699-0186 - Luiz
PENSAMENTO MEU
DESCOBRI QUE MESMO PARADA INERTE
OS MEUS PENSAMENTOS NÃO ME DEIXAM FICAR SÓ
SÃO COMO UM BARRULHO DE UMA TORNEIRA PINGANDO
OU DE UM RELOGIO MARCANDO O TEMPO
ELES SÃO CHATOS E PERSISTENTE FAZEM-ME FICAR CONFUSA,
FAZENDO-ME SORRIR OU ME FAZEM CHORAR
UNS ATÉ BONS, MAS OUTROS SÃO INCOSEQUENTES.
MAGOA
TU ME MAGOA TANTO
TÃO POUCO PERCEBE O MEU MORRER
A TODA HORA A CADA INSTANTE
NÃO VE EM MEU ROSTO MINHA TRISTEZA
SE QUER PERCEBE QUE NÃO DIGO NADA
NEM MESMO NOTA QUE ESTE MEU CALAR
É MINHA SOLIDÃO A MINHA MÁGOA
QUE MESMO AO TEU LADO SINTO-ME TÃO SÓ
PORQUE TU ME ANULAS A CADA INSTANTE
A IRONIZAR AS MINHAS QUEIXAS
ANTES CHORAVA
E FICAVA TRISTE
AGORA TE IGUINORO
TU NÃO MUDASTE EM NADA
ESTE TEMPO TODO
SO ME FAZ PROMEÇAS,
DOCES MENTIRAS.
E APRENDICOM O TEMPO
QUE NÃO VAI CUMPRI-LAS
PORQUE PERDER MEU TEMPO
COM TOLAS BRIGAS
PALAVRAS SOLTAS
QUE NEM MESMO ESCUTA
E NEM O SILENCIO
DA MINHA ALMA TRISTE
TU ÉS TÃO TOLO
QUE JÁ ME PERDEU
HÁ TANTO TEMPO
E NEM PERCEBE
NEM MEU SILENCIO
QUE TE FALA TUDO
E NÃO ESCUTA NADA
NEM OS SOLUÇOS
DO MEU CORAÇÃO
Teu Retrato
Aqui onde as nuvens se transformm
em flocos de algodão,
sob o céu do meu mundo,
te desenho.
Oculto, dentro do meu coração
busco tua imagem.
Entre telas, óleos e pincéis
transformo-te em vida!
Irradio cores
Desenho através dos meus olhos
as cores dos teus olhos.
Vejo tudo azul em minha vida
Fotografo um ser!
Em silêncio, contritamente,
vejo teu corpo surgir em telas.
Lentamente, tintas coloridas
buscam sorrisos no teus lábios.
Vejo-o plenamente.
Pingos movem-se
em rituais de magia.
Cautelosamente
vislumbro teu corpo.
És o que desenho!
Há uma possibilidade concreta
de um toque.
Penso!
Autoria - Fátima Merigue de Mendonça
(Direitos Autorais reservados)
(2000)
A vida revela-se afinal tão simples,
Um sinal um simples sinal e o meu mundo sorri de alegria;
Há alegria no eterno jogo das palavras;
As letras aparecem com uma dança em movimento;
É uma alegria compartilhada com a tua presença;
A alegria não está nas coisas, está em nós;
A alegria está em mim por te ter a ti;
Dizer que te amo é tão pouco ..
Senhor,que meu dia começe em ti e termine por ti, e assim terei certeza de de que todo o meu dia foi dedicado a ti.
Sim é para ti...
sim é para ti o meu sorriso,
embora pouco expressivo é honesto...
e é sincero, aliás não sei de resto...
o que mais sinto agora...
sei porque gosto de te ver...
sei porque gosto de escrever para ti...
porque tens algo que me chama...
que me prende e me faz querer...
querer viver assim feliz...
gostava de te levar comigo no vento...
passear por aí, sentir o teu perfume no ar...
voar como um pássaro como sempre quis...
e te trazer de volta a casa quando o sol
tocar no mar para se refrescar...
sim é para ti tudo o que tenho para dar...
sim é por ti que todos os dias acordo a sonhar...
porque o sonho é a minha ilusão real...
a minha razão de viver, o meu bem, o meu mal.
Obrigado por existires...
Sem te ter aqui ao meu lado...
sinto-me triste sem ti...
Atravesso mar procurando por ti.
Cercam-me sereias, mas não me posso deixar enganar
porque atrás da falsa beleza me querem acorrentar.
Na minha nau vou continuar, até um dia te encontrar.
Porque tu não és uma sereia, tu és um tesouro que eu procuro sem achar...
Mas, por mais que tenha que navegar,
tenho a esperança de um dia te encontar...
numa ilha qualquer, longínqua, e te possa dizer que só tu és real para mim...
Obrigado pelo teu carinho, apoio, dedicação e ternura...
és um tesouro que eu quero abraçar
DE TUDO EM TI , ESPEREI , MAS NADA EM TI ENCONTREI,E SEGUI O MEU CAMINHO ,POIS SEI NÃO ESTOU SOZINHA ,CONFIANDO EM MEU CORAÇÃO , SIGO SEM PENSAR EM ILUSÃO, VOU BUSCAR UMA PAIXÃO,VOU ENCONTRAR ! NO SOL,NO MAR , EM UMA NOITE DE LUAR,COM UMA BRISA A SOPRAR,COM CERTEZA EM ALGUM LUGAR ESTE AMOR , EU HEI DE ACHAR.
" Ja escrevi seu nome
em todas folhas do meu caderno.
Frente, verso
Verso e frente
Nao achei nada maior
que o amor da gente.
Quem nunca amou
que atire a 1ª pedra
Quem nunca se imaginou
num Amor de Novela.
Quem nunca disse ou pelo menos
quis dizer: Te amo
(Eu Te Amo)"...
Os Três Mal-Amados
Olho Teresa, vejo-a sentada aqui a meu lado. A poucos centímetros da mim. A poucos centímetros, muitos quilômetros. Por que essa impressão de que precisaria de quilômetros para medir a distância, o afastamento em que a vejo nesse momento?
Olho Teresa como se olhasse o retrato de uma antepassada que tivesse vivido em outro século. Ou como se olhasse um vulto em outro continente, através de um telescópio. Vejo-a como se cobrisse a poeira tenuíssima ou o ar quase azul que envolvem as pessoas afastadas de nós muitos anos e léguas.
Posso dizer dessa moça a meu lado que é a mesma Teresa que durante todo o dia de hoje, por efeito do gás do sonho, senti pegada a mim?
Esta é a mesma Teresa que na noite passada conheci em toda intimidade? Posso dizer que a vi, falhei-le, posso dizer que a tive em toda intimidade? Que intimidade existe maior que a do sonho? A desse sonho que ainda trago em mim como um objeto que me pesasse no bolso?
Ainda me parece sentir o mar do sonho que inundou meu quarto. Ainda sinto a onda chegando à minha cama. Ainda me volta o espanto de despertar entre móveis e paredes que eu não compreendia pudessem estar enxutos. E sem nenhum sinal dessa água que o sol secou mas de cujo contacto ainda me sinto friorento e meio úmido (penso agora que seria mais justo, do mar do sonho, dizer que o sol o afugentou, porque os sonhos são como as aves, não apenas porque crescem e vivem no ar)
Teresa aqui está, ao alcance de minha mão, de minha conversa. Por que, entretanto, me sinto sem direitos fora daquele mar? Ignorante dos gestos, das palavras?
O sonho volta, me envolve novamente. A onda torna a bater em minha cadeira, ameaça chegar até a mesa. Penso que, no meio de toda essa gente de terra, gente que parece ter criado raízes, como um lavrador ou uma colina, sou o único a escutar esse mar. Talvez Teresa...
Talvez Teresa... sim, quem me dirá que esse oceano não nos é comum?
Posso esperar que esse oceano nos seja comum? Um sonho é uma criação minha, nascida de meu tempo adormecido, ou existe nele uma participação de fora, de todo o universo, de uma geografia, sua história, sua poesia?
O arbusto ou a pedra aparecida em qualquer sonho pode ficar indiferente à vida de que está participando? Pode ignorar o mundo que está ajudando a povoar? É possível que sintam essa participação, esses fantasmas, essa Teresa, por exemplo, agora distraída e distante? Há algum sinal que faça compreender termos sido, juntos, peixes de um mesmo mar?
Donde me veio a idéia de que Teresa talvez participe de um universo privado, fechado em minha lembrança, desse mundo que através de minha fraqueza eu me compreendi ser o único onde será possível cumprir os atos mais simples, como por exemplo caminhar, beber um copo de água, escrever meu nome, nada, nem mesmo Teresa.
