Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Gabriel meu filho me escuta.
Esperamos de você boa conduta.
Fica esperto e não caia em arapucas.
E nem enfie sua mãozinha em cumbuca.
Rosa!
Rosa branca que apareceu no meu caminho.
Rosa!
Rosa perfumada, delicada e sem espinhos.
Rosa!
Rosa em que o sol reflete o seu brilho.
Rosa!
Rosa que não deixa eu entrar em martírio.
No silêncio do meu fone de ouvido faço maior barulho dentro da caixola dura e sem nada até então pra pensar....
Muitas pessoas já me julgaram pelos meus atos, mas nunca souberam do meu motivo. Mas tenho certeza que se soubessem, não teriam dito o que disseram.
Quer invadir meu mundo as portas estao abertas
Sou amigo de todo mundo posso ser seu amigo tambem,
Vou por o livro da minha vida ,aberto pra voce .
Se não conseguir me elogiar fica quietinho
Vou gostar de voce do mesmo jeito,
seu silencio vai dizer que voce é meu amigo.
Gosto de caminhar na chuva ... sentir a água pura e fria tocar meu rosto... gosto de sentir o cheiro da terra ... gosto dos dias de sol onde o céu é um quadro azul e os pássaros dançam alegremente com suas asas ao vento, gosto da brisa do mar que gentilmente acaricia os cabelos da criança que caminha com de mãos dadas com seus pais.. Gosto do sorriso sincero do amigo que um dia me abraçou quando eu mais precisei...
Gosto das coisas simples da vida... das bençãos que Deus nos dá...Gosto da vida!
Um lindo dia pra você .... <3
Era tão meu ele. Nada me tirava da cabeça essa sensação. Por incrível e inexplicável que fosse, nada o tiraria de mim. Nem mesmo as perguntas que feririam a alma de qualquer mãe ou pai - e você ficará com ele? Claro! Era óbvio pra mim. Não foi gestado, mas era meu. O sentia parte de mim.
"Fiquei até tarde da noite questionando o porquê de te eternizar em cada pensamento meu. Tentava com persistência e coragem admitir que do fim não restara mais nada e que teus acenos subentendidos, tampouco eram sinais. Comecei anotando os teus trejeitos em pequenos pedaços de papel. Depois decorei tuas manias estranhas, tuas gírias, teus olhares. Eu me reestruturei só para não perder qualquer gesto que me permitisse te esquecer. Encontrava-te uma letra de música, numa poesia pela metade e até mesmo naquele abismo de incertezas que nos afastava. Saudade do tempo em que eu tinha por quem lutar. Que eu esquecia o precipício que reside em mim apenas para dar apoio ao teu. Não sei se vais compreender, sei lá, sabe. Sinto falta do que poderíamos ter sido, enquanto aprecio o peso de um futuro que eu mesma desenhei ao te admirar de longe. O erro exala simpatia até distorcer-se em inexatidão. E é sempre a mesma coisa, um texto se acaba e nossa história torta permanece, o que me causa palpitações, baby, uma vez que no contorno de cada letra o nosso dueto não parece fazer tanto sentido assim. E eu ainda insisto no plural, usando como argumento o arrepio que a tua presença me proporciona e os imprevistos que te atraem para o meu mundo. E há tantos imprevistos por aí, meu bem. Tua subjetividade é um imprevisto, dotado de sentimentos sem nome e efeitos colaterais. Saudade de ser aquela desequilibrada que esquece roupas, lembranças e sentimentos pelos cantos da existência como se nada mais importasse. Sinto a nostalgia de um ser esquecido e a melancolia dos infortúnios que esbarram a todo o tempo nos meus ombros já cansados. Sinto falta de não sentir falta, de não temer o gosto de ilusão a cada traço irreversível e desconhecido que trilho rumo ao norte de lugar algum. E nesse prefácio de pulsações involuntárias eu descobri que o azar bate à minha porta a cada dez segundos."
E num décimo desse instante eu ainda tenho a esperança de que você seja o azar da vez.
Mas nunca é.
A minha cruz não precisa ser mostrada, A minha Fé não precisa ser exibida, o meu terço está no bolso, e o meu Deus no coração.
E o
“Mas é claro que ele tem sentimentos, só que nenhum deles é por ti”
atravessou os meus poros como uma rajada de vento frio
ecoou nas paredes de euforia que me protegiam
e eu tombei no abismo da verdade,
que o meu olhar não era o que buscavas
tampouco tinha a cor dos que antes te sucumbiam
que o meu perfume era mais doce o qual ele ansiava
que o meu sorriso era mais largo
minhas piadas as mais sem graça
meus olhos mais fechados
o tom da minha pele um oitavo mais claro
mas foi pra mim que um
“lembro do dia que vi você pela primeira vez”
saiu quase que num sussurro rasgando a madrugada fria
e eu não tinha certeza se o que te chamou a atenção em mim
fora o meu perfume enjoado
minha risada desafinada
até mesmo as anedotas sem sentido
mas eu sabia que
eu lutaria por você mesmo que não fosse eu o alegrar dos teus dias
porque tu é uma confusão dos pés à cabeça
e eu me perco no teu vazio
fico boba com a forma como tu ambicionas o mundo
só queria pegar na tua mão
entrelaçar os nossos pés
e te mostrar que incerteza é um dos males da alma
queria te dizer que o teu sorriso
fica mais bonito quando teus olhos brilham mais
e eu só percebia esse efeito quando
minhas palavras faziam cócegas no teu pensamento
e tu sorrias por dentro
e eu só presenciava essa sina celeste
a partir da hora em que passavas pela porta
e a faísca dos teus olhos acertavam as minhas
e eu acho que quando estamos juntos
até faço-te acreditar que sou a meninas dos teus sonhos
será que sou?
Um poema torto refletindo a nossa história do começo ao fim.
Fim?
Aos poucos, a escada se forma, o edifício esta em construção, e os degraus são alusão a meu desempenho, quando conquisto um objetivo, um degrau se faz presente... E a obra cresce, ninguém além de mim pode faze-la, e buscando meus melhores sorrisos, sigo como arquiteta desse projeto que Deus confiou a mim!
Olhe pra mim e apenas espere um sorriso em meio ao meu silêncio
Ao invés de esperar alguma palavra sair de minha boca...
Não faço da rede social meu diário, pois minha escrita fica impressa na vida, onde aprendo e caminho com avidez atrás do conhecimento.
Enquanto penso na vida, que há lá dentro, fechado ao meu olhar, concluo que minha fascinação por essas aberturas, que se mantém fechadas, para mim, são, apenas, meu anseio por libertar, através das palavras, personagens de um livro, que venho escrevendo desde sempre, apenas, na imaginação...(Marilina Baccarat de Almeida Leão, no livro "Em Busca dos Sonhos)
