Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Cordão condão...
Nas memórias do meu ventre
ainda sinto “pezinhos” ensaiando
vida... “mãozinhas” esboçando carinhos
“coraçãozinho” plasmando amor!
Filhotinh@s ainda tatuados em minha pele
pele que se abre qual botão em rosa viva
que abriga vida perfume essência
o amor tecido em ciência
Ciência paciência
mistério em memória rio
rio navegante
filhotinh@s tripulação coração
Cordão condão maravilhoso
Pia e utopia...
Em busca de mim...
um caminho de andarilha...
atenta às armadilhas por meu ego inventadas...
Desatando nós imaginados em ilhas outras...
Maravilhas (re)inventadas pelos “eus”
curados e poetizados por uma poesia utopia magia
amor....
Em andor na pia batismal amor...
Saudade
Se você retornasse
Iria abrir as malas e lançar o meu rumo
Por tantos dias desejei acalmá-la com meu carinho
Andar de bicicleta para consumir a essência do seu perfume
Secar as lágrimas de saudade e consumir apenas alegria
Cantar para o teu sono vier a tona
Escrever uma poesia olhando para o seu rosto delicado
Beijá-la e ajoelhar-me para o céu
Agradecer o pequeno tempo que o amor recordou minha pessoa
Transitando o meu verso sobre o coração da minha amada
Com um café da manhã preencher o seu sorriso
Um morango doce que significa o inverso da minha dor
Separar as roupas do nosso pequeno fruto
Uma linda garota com o teu nome para que sua geração continue
Para que sua beleza perdure
E meu coração não sofra por sentir tanto a sua falta
Que o universo retorne o melhor sentimento
Conversar acontecimentos simples de nosso dia a dia
Preocupar-me se está resfriada ou bem
O que importará em meus olhos é que a lua ou o sol vibre pelo seu corpo
E você acorde com o meu sentimento composto ao seu lado.
(RES)GUARDADOS...
(Res)guardo e aguardo o “agrado”
que vem do nosso “sem fim”...
Você, meu querubim, assim...
feito de carinho e amor sem fim... afim...
“Afins”, somos... “enfins” sós...
nós nos “tocamos” na timidez e nudez
de uma noite (re)inventada...
alimentada pela energia que vinha do
encontro de cada um dos nossos átomos...
elos feitos de histórias...
histórias bem e mal contadas...
Histórias “quentinhas”
recém saídas do “forno” desenhado
elos nossos corações e almas
no encontro de nossos corpos...
Uma “fornada” de delícias e gostosuras...
somos “crianças gulosas”...
travessas e avessas...
mesmo com medo nos viramos
do avesso em carinho no ninho...
Havia um ninho
bem no meio
do nosso caminho...
o teu corpo
e
o meu corpo
em carinho
nos (des)caminhos
que estamos a esboçar...
Esboço feito “à mãos”...
esboço “de coração”...
nossas almas de mão e coração dad@s...
A PRIMEIRA VEZ...
A imensidão das tuas mãos
coube no meu coração...
na minha alma e no meu corpo...
um corpo feito de alma...
o coração?
Somos canibalistas ...
na lista, o teu coração na minha mão...
a minha mão? No teu corpo...
Um escopo...
quem sabe um corpo?
Outra vez...
CORACAO, MEU CAPITAO...
O meu silêncio tem voz...
tem ouvidos de vidros...
um silêncio e um dilema...
um lema para Iemanjá...
o mar já sabe...
ajoelhada e espelhada em suas águas
gritei todos os meus silêncios...
que viraram barquinhos
e estão a flutuar
nas profundezas
do meu coração “mareado”...
Mar e coração...
Coração no mar...
coração navegante, meu capitão!
NO CÉU...
Tuas mãos debulham estrelas em meu corpo...
desenha aquarelas surreais em meu coração...
Teu coração explode em ode
às nossas almas em
inspiração e composição...
Somos crianças e criação... somos recreação...
Nossas mãos ainda jogam amarelinha
e nossos corpos e almas e corações
ainda vislumbram chegar no “céu”...
Um céu riscado de giz
no quintal de nossos sonhos...
Chegamos no céu...
ou será sonho?
NA COZINHA DO MEU CORAÇÃO...
Mãe, fiz do meu coração o teu altar...
de lá cuidas de tua filha...
Mãe, na cozinha do meu coração,
Tu, com tuas mãos de fada ainda cozinhas...
uma culinária de amor e poesia...
bem mineirinha...
O fogo sagrado da tua...
da nossa ancestralidade continua
fazendo magia e poesia
na fornalha com seu fogo urdido e ardido...
feito de pôr do sol...
Mãe, memória viva, que me inspira e atiça...
sempre em amor e esperança...
Mãe, tu és tudo...por tudo...
és eterna em mim...
a mais terna presença...
MANIA DE POESIA...
Da janela do meu coração, espreito o mundo...
Com direito à (re)invenção...
à fabulação com ação e direção do coração...
A coloração escolho eu...
quer seja luta ou “luto”
o tom... o meio tom e o
sobre tom é vermelho...
De pôr do sol eu me visto...
e invisto no nunca visto...insisto e persisto...
Na utopia que nunca larga a minha nuca...
quase caduca, ela me empurra para o devir...
vir a ser poesia e profecia... mania minha...
Bordado em esperança
Da janela da esperança
meu coração alcança
a tua chegada
Chegada tão esperada
Chegada tão abençoada
De portas abertas o coração
palpita e apita e repica
o sino que celebra
a tua entrada
entrada bordada na alma
A alma reconhece
Em prece agradece
(re)tece o fio da meada
fio em esperança
– Meu pai era apaixonado por filme de ação. O nome dos meus irmãos é o Chuquinorris. Aí, tem o Charlisbronso. O Vândami. E a caçulinha é a Mel.
– Melissa?
– Não, de Melgibsa.
Meu pensamento e um viajante incansável, vive ao léu. Sou daqueles poucos seres às avessas que tem o habito incontrolável de sonhar acordado, de se perder nas utopias dos pensamentos, na madruga, sozinho, pensando enquanto a cidade dorme a solidão vem se esconder comigo. No escuro do meu quarto me vem o questionamento.
Existe beleza no sofrimento? ? "Alguns dizem que escrever com o coração e a mais bela forma de se expressar. Pensamos e deixamos nos esvaziar
Comecei aos poucos te evitar
Para desse sentimento se livrar
Você começou a se afastar
Isso fez meu quarto alagar
De tanto eu chorar
Pois eu ainda continuo a te amar
- Continuo a te amar
O céu fechado e sombrio do meu pensamento, um oceano de imaginações fora do tempo. A noite grita em seu silêncio, minha alma sai cantarolando e me jura que não aprontará nenhuma, apenas dançará com a lua. Meu coração todo empolgado, logo diz espere, também quero ir, adoro o brilho das estrelas e a exuberância da lua . Minha alma lhe diz sinto muito coração, mais e impossível você é carne pertence a terra úmida eu sou luz e razão. Sou parte desta natureza, deste mundo que te encanta, deste cheiro de orvalho. Sabe coração esses anos todos que estive com tigo; você nunca me deu ouvidos só marca bobeira ainda te digo mais uma hora dessas saio e não volto. Porém não se preocupe hoje só vou dançar com a lua . Boa noite.
Obrigada meu Deus
Por ser tão cuidadoso
Por diariamente estar conosco, nos amando, nos livrando, nos abençoando.
Em todo o tempo trabalhando ao nosso favor.
Obrigada meu Deus
Mesmo diante de tantas lutas, o Senhor jamais nos desampara.
Sempre nos fortalece.
- Ana Chahin
