Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Talvez eu esteja errado, mas eu precisava tanto te dizer isso; o sol nasce para todos, ninguém vence sozinho, ajude aquele seu amigo.
Com ela...
Eu quero ouvir suas idéias avançadas e que elas provoquem discussões sadias. Quero sentir sua vivacidade e sua generosidade. Quero ouvir seus sonhos onde ela faz e cria coisas novas e extravagantes. Quero ouvir até os sonhos mais absurdos que ela possa ter como contatos extraterrestres, terras de vampiros e tudo mais. Eu só quero estar ali, ao lado dela podendo participar desses momentos e sendo grato por este amor existir.
A importância do seu ato
para mim, está em eu poder
sofrer as consequência dele,
portanto, o que venhas fazer
para agradar-me, que seja feito
enquanto eu esteja por aqui.
Para que eu possa agradecer
ou repudiar.
A importância do seu ato
para mim, está na possibilidade
de que eu possa sofrer as consequências dele,
portanto, o que venhas fazer para
agradar-me,
que seja feito enquanto eu esteja por aqui.
Para que eu possa usufruir ou ignorar,
agradecer ou repudiar, pois
na minha ausência ele não tem sentido.
Quem eu educo?
Será que educo?
E se educo, para que educo?
Ou faço apenas a mediação
entre aquele que penso educar
e um processo de ensino que
não vincula o discurso
com a prática?
Não! Não sei!
Não sei se sou um educador
que não se coaduna
com o sistema de ensino
da minha época,
ou se é este que não faz
sentir-me um educador,
mas um mero representante
de uma instituição social
que enxerga o tempo como
acinésico.
A busca por proporcionar o melhor ensinamento para meus filhos,
faz com que eu tenha a certeza
que procurei ser o melhor exemplo para eles,
reconhecendo a impossibilidade da perfeição,
permitindo-me errar o mínimo possível e
fazendo-os enxergar que isso é inerente de nós,
seres humanos
O que é uma perda? Posso chegar a diversas definições,
mas se eu pergunto: qual o sentido de se perder alguém que amamos?
Posso tentar obter uma explicação pela ciências ou
pelas mais diversas formas de crenças, mas
o que possam me explicar não vai me convencer,
porque a dor que fica não permite eu entender.
Não entendo a inevitabilidade do que é natural
e essa certeza me põe em um poço de porquês,
aos quais nunca consigo entender.
Por isso busco responder: Na verdade eu preciso mesmo procurar entender ou apenas aceitar o que não se pode deter?
