Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Quando a coisa deixa de ter sentido para mim, eu faço logo um descarte: Penso, logo desisto.
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Um outro dia
Amanhã é um outro dia
Hoje eu quero apenas ficar com você
Deixar esse momento ser
Viver meu instante
Ficar ao seu lado
Rezo para que a noite demore a passar
Não quero dormir
Quero desfrutar cada minuto
Tocar seu rosto lentamente
Em quanto zelo pelo seu sono
Não quero adormecer
Preciso de cada instante
Amanhã é um novo dia
E meu coração
Ah ....
Esse está apaixonado
O que importa agora ?
Apenas está aqui
Sentindo seu cheiro
Vivendo esse momento
E acordar com com você.
Islene Souza Leite
Eu queria ser poeta, que com palavras tocasse a pele,
Um medico que com as mãos alcançasse alma,
Um pensador brilhante que sem estar, se fizesse presente nos discursos,
Um bom avantesma, materializando a essência do amor,
Porem, só sou eu,
Nem tão, tao, nem tão pouco,
Um simples e exposto,
Um homem vivendo cada dia o bem que vier...
Se há alguma coisa boa a se pensar eu prefiro, eu tenho um habito chato de querer acreditar até o fim, com ou sem, mi mi mi..
Não me preocupo com fracos e incapazes, com fortes e capazes que mereçam destaques; Eu me ocupo em aprender e ser feliz.
De saudades essa frase começaria assim:
"Eu ainda te amo"
Mas não da pra usar a possibilidade de deixar de te amar!
Vou até o fim, porque é amor que me faz bem, que não se procura e acha, nasce por dentro e tirar do peito seria como tirar a vida!
Dificil é dizer o que eu sou. Eu sou o que dizem que sou, mas nao sou realmente o que pensam que sou, porque a cada pessoa pensa em eu ser algo diferente que nao sou e nem serei.
O que Braúlio Dadá ou B.D Treina?
R: Eu simplismente Treino:
* Jiu Jitsu Tradicional(Iniciante)
*Capoeira(Corda Verde) Instrutor
*TAEKWONDO(5°Gub)
*Hapkido(7°Gub) Ti Verde
Judô dei um Tempo Amarando Faixa Amarela 2-Kyu
Breves Saudações:
Oss;
Kian-lhe;
Ritsu-Rei;
Salve.
By-Best of Arts Marcial
Donde eu vim?
CAPÍTULO V
Minha Primeira Boneca de Verdade
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada.
Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando eu vi aquela boneca, fiquei deslumbrada!
Eu queria uma boneca de verdade! Esta era a minha chance!
Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade!
Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. E eu dei muitos pulos de alegria...
Ao anoitecer, quase no final da festa chegou a esperada hora do sorteio.
Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha boneca de verdade!
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Vestia um vestido de renda, cujo decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Fizemos uma casinha dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadre e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos anoiteceu.
Acordei aos pulos na manhã seguinte. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida...quase decomposta!
Havia chovido a noite toda!!!
mel - ((*_*))
Enquanto roo o tédio das minhas unhas,
a loucura me visita em pausas.
Eu me pergunto porque enlouquecer tanto pra dentro
se a estrada é o que expande a alma no asfalto?
E porque sentir tanto pra dentro,
se há tanto amor na loucura dos companheiros?
Sinto que não vale a pena enlouquecer
por ninguém que não seja por nós mesmos.
Não vale apena morrer de amor
se o amor não for pela própria vida.
Embora eu não saiba me expressar, quero apenas que saibam, que eu quero e desejo ser feliz. Feliz para amar, sorrir e feliz para viver quem eu sou.
OUTRA VEZ
”Ah você foi o melhor dos meus planos e o maior dos enganos que eu pude fazer”. A música mais linda de todos os tempos toca aos meus ouvidos. Percebo que chove, logo corro para janela a fim de ver ela caindo do céu. Involuntariamente penso no que estou passando. A chuva tem esse poder de trazer suas angustias ou alegrias à tona. Por mais que não queria tu pensas no que estais vivendo de mais difícil.
Penso que o maior dos meus enganos, não é o melhor dos meus planos. Como tu conseguiu estragar tudo? A resposta não consegue vim. Não vem porque não sabes ou não consegues enxergar. Muito ambos. Não saber como viver a dois é o mal do homem moderno. Por que moderno? Os homens de antigamente, os da época de meu pai, eles cresciam com um pensamento na cabeça, ser o homem da casa. Hoje, os “homens” não sabem se quer fazer sua companheira feliz.
Mas existem relacionamentos onde os dois são felizes, sim existem. O grande problema é que eles não descobriram a vida a dois. A vida a dois tem que subtrair o eu, e se tornar apenas um, NÓS. Mas para que isso exista, para que o EU saia e dê espaço ao nós é o grande problema.
Viver a dois exige que ambos tenha uma paciência que antes não se experimentava na sua vida sozinho. Um trabalho cognitivo de entrar na intimidade do outro encontrando suas fechaduras e de qualquer forma descobrir sua chave. Exige que abdiquemos hábitos e temperamentos para não machucar sua parceira.
Tu fazes uma reflexão sobre o que tu queres e ver que, é isso que quer, mas não sabes como fazer. Adianta? Claro. É um passo pequeno, para o grande decisão que prestes estais a tomar. Sua vida vai mudar, seus hábitos mudarão, seus pensamentos se modificarão e se tu não acompanhas-te esse desenvolvimento que tua vida te disponibiliza, esse aprendizado que ela te exige que tenhas. Sabes que agora tu não pensas no Eu, e sim no Nós e que compreendeis que se o NÓS não for igual ao EU, tu não estais contribuindo pra que dê certo.
A chuva vem diminuindo e o sono vem cehegando, mas a pergunta que fica:
ESTAIS DISPOSTO?
Ontem eu fui apenas diferente,mas mesmo assim era eu, ontem mesmo entrando na realidade ainda me senti eu, hoje sinto apenas que fui manipulando a mim mesmo por está preso a um mundo que apenas usa.
Tem dias que eu choro com a caneta,
tem dias que choro com lágrimas,
mas ainda bem que na maioria dos dias eu sorrio com abraços!
Sergio Fornasari
