Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu sei, eu sei o resultado desse quadrinho.
Não é bom, mas eu estou aqui, quando a bomba estorar,
eu vou estar aqui.
eles fumaram e não paravam de escrever, eu disse fume bastante amigos , desde que traga poesias aos meus ouvidos..
Jogue um dado comum seis vezes, se cair seis vezes no mesmo resultado, eu deixo de acreditar no acaso.
O Homem é estúpido e sábio ao mesmo tempo, eu também o sou, mas a maioria dos Homens parecem não ter sabedoria suficiente para serem estúpidos.
Houve um tempo em que eu pilotava um simples carrinho de rolimã. Naquele tempo, Parecia-me muito bom a idéia de um dia possuir um carro. Hoje dirijo um bom automóvel, mas como tenho saudade do meu carrinho de rolimã.
Penso eu que as coisas mudariam,que o mundo ficasse bom, as pessoas melhores do que antes, pensava eu...
Ela me chama de "branquelo". Eu a chamo de "maluca". Maluca ela não é, mas tem um jeito único e um sorriso lindo. Diz que eu sou "branquelo", vai ver sou um anjo da paz que veio só pra cuidar dela.
Hoje eu entendo que os momentos felizes não são necessariamente aqueles que vêm de uma forma avassaladora, mas são principalmente aqueles momentos que a gente gostaria que nunca mais acabassem ...
“Eu sou carente mesmo, tenho ânsia de atenção. Gosto de carinho no cabelo e abraços inesperados. Gostam quando notam meu novo corte de cabelo, meu novo penteado, cada detalhe novo. Gosto de quem ri da minha piada mesmo sendo a mais sem graça do universo. Gosto quando notam que não estou bem e me perguntam o que aconteceu por preocupação e não por curiosidade.”
Ninguém nunca me vendeu a ideia de que seria fácil. Eu sabia do risco, mas decidi arriscar. A teoria de vencer os impropérios diários se mostrou bem diferente da amarga prática. (E quem disse que remédio amargo é ruim?) Hoje, aos poucos, começo a colher os frutos da decisão em não desistir e, de passo em passo, plantar - além de sonhos - suor. A luta é amarga; a teoria, doce. E o resultado dessa luta é uma mistura maravilhosa de sabores.
Eu e minha mochila
Ontem, enquanto eu saía do colégio, parei diante de uma lixeira na esquina e decidi fazer uma limpeza rápida em minha mochila. Só então me dei conta do quão importante ela é para mim e do quão eu fui descuidado com ela durante todos esses anos.
Por isso decidi escrever algo, afinal não é sempre que vemos as pessoas reconhecendo o valor de quem está conosco todos os dias. Somos tão apegados aos nossos planos e aos nossos compromissos, à nossa correria do dia a dia e à nossa gana por chegar lá, que nos esquecemos que para chegarmos temos que ter bagagem, e essa bagagem pode estar um pouco dentro de uma mochila.
A verdade é que foram tantos anos juntos desde o vestibular na primeira faculdade, tantos e diversos livros que ela carregou, algumas poucas peças de roupas nas viagens que fiz, a pé, de carro, de ônibus, de carroça e até de avião, que muitas vezes não sei ao certo se sou eu que a carrego ou se é ela que me leva.
E se é ela que me leva, que carrega parte dos meus sonhos e enaltece a minha sombra quando olho para trás, que deita ao lado da minha cama ou jogada em algum canto do quarto, que esteve comigo nos dias de alegria e nos dias de tristeza, que venceu comigo a Faculdade de Letras, que esteve comigo nos tempos em que trabalhei como vidraceiro (Chaplin, que também cumpriu esse ofício, sentiria pena em não tê-la como eu a tenho), que carregou meu primeiro Vade Mecum na Faculdade de Direito, e que hoje (dia 25/11/2014) protegeu da chuva a minha monografia, quero poder dizer que ontem, naquela esquina de Santa Cruz, depois de um dia de aulas no colégio, com todas as desventuras da vida, eu reconheci verdadeiramente o valor das coisas pequenas em si, mas grandes nos significados.
Mochilas não são só mochilas, depende de nós...
