Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Eu to entregue a você, deixa eu te proteger do jeito que merece.
Deixa eu ser seu cobertor no frio, deixa eu preencher esse vazio,
deixa eu ouvir canções de amor, deixa eu ser seu anjo protetor.
P/ela
(Quis e eu)
Quisera eu teu vizinho
Quisera eu teu anjinho
Quisera eu teu caminho
Quisera eu em teu ninho
Quis era eu sozinha(o)
Quis era eu sentida(o)
Quis era eu tristonha(o)
Quis era eu perdida(o)
Quis era apenas sonho
Quis a tornou realidade
O que antes tristonho
Quiz por amor não ter idade
Um eterno aprendiz
Por vc, assim sou feliz
Se sempre me quis
Faço de ti minha "quis".
Acredita se eu falar que ainda
sonho com o sabor do seu beijo,
com a doçura dos seus lábios,
com a sutileza do sei toque,
com o cheiro do seu perfume.
Eita morena da pele serena,
que encanta e cativa
todos aquele que passam na sua vida.
Morena R.
Isso tudo é tão irônico
a vida é engraçada.
Meus melhores sonhos, eu morro
sonho com o pai da mulher que amo, sendo que nem o conheço
temos tantos diálogos que não existem.
O mundo é louco demais, não no bom sentido.
Nos tornamos o que não queríamos, humanidade.
Somos um trem desgovernado.
A humanidade já é cansada e deu tudo de si, desde os 13 anos. É ridículo.
A maioria das pessoas, só tem o físico que presta. A mente é uma bosta. Um saco cheio de merda inútil.
Procuram se achar em socializações sem sentido e voltam mais sozinhos e sem motivos para viver, ao chegar em casa.
O pior de tudo é precisar conviver. É ter que sentir o filtro do cigarro fedendo queimado. A garrafa de whisky, terminando.
Rostos cansados. Vidas cansadas. Passados sem sentido. Futuros sem previsões. Bebidas gastas com quem não sabe pra que serve. Fumantes amadores. Mentes sãs e chatas demais.
O mundo parece uma flor sem cheiro, agora.
O vinho é o melhor amigo. Os gatos sabem como viver, queria que pudessem beber comigo.
Então eu me lembro da chuva que molha os meus pés, que desarruma meus cabelos, é a mesma que me provê a água que bebo, os banhos que tomo, e o meu coração muda, não porque a chuva não me deixa os pés ensopados, mas porque dentro de mim considerei aquilo que era mais importante. Simples Assim
Que Deus me dê sabedoria nas palavras. Que eu saiba quando falar, mas também quando calar. Que me dê sabedoria em minhas escolhas, em meus atos… E que esses não machuquem ninguém.
Tanta informação faz minha cabeça dar um nó. Eu não consigo te olhar e imaginar o que aconteceria se tudo desse certo e, também, se tudo desse errado. Por isso opto pelo certo. Mas quase sempre dá errado.
Dias de Sol - da comunicação
Houve um tempo em que eu vivia em paz com os outros, projeções de mim mesma.
Sim, eu era criança, e a vida era simples...
Os raios do sol faziam brilhar os cabelos das pessoas, e eu imaginava que todos partilhavam de sentimentos iguais.
Imaginava que olhos "conversavam" com olhos, e que nem sempre era necessário palavras...
Não é assim que as crianças são?
As palavras são obsoletas ainda, pois seus olhares, se comunicam com perfeição.
Por fim, adaptação ao crescimento, as palavras tomam o lugar dos olhares. E a compreensão, aumenta?
Doce ilusão... Nós constantemente tropeçamos nas palavras, nos enrolamos nas frases, nos perdemos tentando conceituar sentimentos.
Ah, como eram simples aqueles dias de sol...
Nos tornamos adultos, sim, aprendemos a falar. Mas, aprendemos a nos comunicar, a nos compreender?
Depois da infância será este o nosso contínuo aprendizado, da primavera ao inverno das nossas vidas.
Eu queria ser palhaço, mas na terça-feira desisti. Fui, alegre, ver um no circo da cidade, e após o espetáculo fui até o seu camarim. Estava ele lá sentado, triste, cabisbaixo, nem parecia ser o mesmo palhaço que me matou de rir.
Não me venha com perguntas. Se é só isso mesmo, se é isso que a canção quis dizer. E eu que sei, rapaz? Eu que sei! Me venha com sentimentos prontos. Goste-me, e eu o gostarei. Não me odeie. Eu não tenho odiado ninguém nessa vida; e nem pretendo. Não me cobre. Eu mesma sei fazer isso comigo. Não me arranque os sonhos quando meus pés não estiverem mais ao chão. A tua estrada é aquela lá! Não queira bifurcar a minha.
No prédio ao lado de onde eu moro há um moço que ao invés de pedir para abrirem o portão ele grita: “Joga a trança Rapunzel!” Eu me rio. E imagino o quão feliz seria se o mundo inteiro risse comigo, pelo menos nesse instante.
Eu quero uma distância apenas de um braço. Cabendo a minha bagagem, eu nem exijo lugar específico: só queria estar em um canto que no outro tenha você.
Nota:
Eu queria te escrever um poema com a ponta da pena de um pássaro. Eu queria que a lua fosse da cor dos teus olhos. Queria que as flores exalassem teu perfume, e que todo espelho refletisse teu rosto. Minha rua deveria ter o teu nome. Os jornais deveriam noticiar o teu sumiço. Queria poder ouvir teus risos de longe, e que teu choro fugisse da minha presença. Eu só queria que a saudade não soubesse fazer sala, mas, esta noite, ela preencheu a casa inteira.
