Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Quem implode a ponte do diálogo comigo, eu sempre perdoo e quero distância. Manter por perto a vida já me provou que não vale o desgaste seja no mundo real ou no mundo virtual. As pessoas são incorrigíveis.

Como não haveria de ser eu um lobo da estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! Não consigo permanecer por muito tempo num teatro ou num cinema. Mal posso ler um jornal, raramente leio um livro moderno. Não sei que prazeres e alegrias levam as pessoas a trens e hotéis superlotados, aos cafés abarrotados, com sua música sufocante e vulgar, aos bares e espetáculos de variedades, às feiras mundiais, aos corsos, aos centros culturais e às grandes praças de esportes. Não entendo nem compartilho dessas alegrias, embora estejam ao meu alcance, pelas quais milhares de outros tanto anseiam. Por outro lado, o que se passa comigo nos meus raros momentos de júbilo, aquilo que para mim é felicidade e vida e êxtase e exaltação, procura-o o mundo em geral nas obras de ficção; na vida parece-lhe absurdo. E, de fato, se o mundo tem razão, se essa música dos cafés, essas diversões em massa e esses tipos americanizados que se satisfazem com tão pouco têm razão, então estou errado, estou louco. Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes — aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem ar nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.

Hermann Hesse
O lobo da estepe. Rio de Janeiro: Record, 2020.

Eu não grito, não falo, tampouco questiono. Simplesmente saio e fecho a porta.

Eu já fiz por alguém o que ela jamais faria por mim

Eu não sou semáforo pra ter que chamar a atenção

Eu não duvido da estupidez das pessoas, algumas até exageram

Eu tenho tanta coisa a dizer, que até acabo não dizendo nada

Eu queria ser normal, mas se eu fosse não seria legal

De tanto imaginar o que pode acontecer, às vezes eu me perco no que já existe.

"Eu não concordo com o que todo mundo diz...
E, quando todo mundo concorda com o que eu digo;
- Eu mudo, assunto e opinião."
☆Haredita Angel

⁠Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.


Toda ação ou reação tem uma história…


Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.


Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção.


Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”?


Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.


E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.


Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar.


Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado.


Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.


Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram.


Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.


A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu.


Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir.


Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.


Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento.


Acolher antes de interpretar.


Escutar antes de explicar.


E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.


Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.


As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.

⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.


Há dias em que o céu parece ter desaprendido a se colorir.


12 de julho de 2026 que o diga!?!


O tempo pesa sobre os ombros, o silêncio faz muito mais barulho do que as palavras, e a alma caminha devagar para não tropeçar nas próprias saudades.


Nesses dias, a memória pode ser uma prisão… ou até um refúgio.


É curioso como a vida nos ensina que não são os dias difíceis que nos sustentam, mas as marcas coloridas e luminosas que o amor espalhado deixou em nós antes que a tempestade chegasse.


Um abraço sincero, um olhar que acolheu sem julgamentos, uma conversa que devolveu esperança, um sorriso que fez o coração acreditar mais uma vez.


São essas lembranças que continuam acesas quando tudo ao redor parece escurecer ou acinzentar.


As pessoas que passam por nossa história não levam apenas sua presença quando partem.


Algumas deixam sementes de eternidade.


Permanecem vivas em pequenos gestos que repetimos, em palavras que ecoam em nós e na força inexplicável que encontramos justamente quando imaginávamos não ter mais nenhuma.


Talvez seja esse o verdadeiro milagre das relações: transformar momentos passageiros em luz permanente.


Porque o amor, quando é verdadeiro, não depende da proximidade para existir.


Ele se instala na memória, colore os dias mais opacos e faz da saudade uma prova de que fomos profundamente tocados.


Que nunca subestimemos o bem que fazemos na vida de alguém.


Um gesto de carinho pode tornar-se a lembrança que sustentará um coração em seus dias mais cinzentos.


E talvez jamais saibamos que fomos a cor que impediu alguém de desistir da beleza da vida.


No fim, descobrimos que viver não é colecionar dias perfeitos, mas guardar lembranças tão intensamente iluminadas que possam suplantar qualquer sombra.


Afinal, quando a esperança parece distante, são as divinas lembranças coloridas que nos lembram que a luz nunca deixou de existir — ela apenas encontrou um lugar seguro em nós.

1615
"Já que tem gente que não lembra ou que finge não lembrar ou que não se manca, eu repito (para ajudá-los a lembrar e para se mancarem). Aqui está: 'SE EU NÃO LHE PERGUNTAR, NÃO DIGA O QUE EU DEVO FAZER! Conseguem entender? E aceitar? Conseguem? Hum!"

1624
" 'Em Aliás', dos casos de Mulheres Tristes, Incompletas e Choronas (que eu conheço), 92,8% dos casos tem a ver com 'Isso é Lá com Santo Antonio'. E eu não minto!"

1628
"Eu também adoro casamentos, mesmo o de Outros e principalmente pelas Mulheres. Não conheço nada mais 'glamoroso' para as Noivas. É demonstração de pura felicidade e esperança! Gosto de vê-las nesse momento. Qualquer Noiva, mesmo que eu não conheça e que nunca tinha visto!"

1629
"Sempre fui casamenteiro (também e principalmente) comigo mesmo. Quando namorado, eu não me conformava em ter que me despedir para voltar, geralmente, na semana seguinte. Isso me atormentava e eu queria logo casar ou morar junto!"

1632
"Sinceramente? Quando a Noite chega, eu vejo mesmo é Escuridão, caso não acendam as luzes. Sacaram? Não sou Poeta nem Filósofo... Mas sou Fotógrafo e Fotografia precisa de Luz, ohquei?"

1639
"Já que eu nunca tive o talento dele é já que ele nunca me convidou para assinar parceria nas composições que fez, pelo menos algo interessante. O genio Tom Jobim tinha o mesmo hábito que ainda tenho: consultar regularmente Dicionarios. Também por isso, acho, ele era (também) grande letrista! Também!

1640
"Se eu disser que 'fui' Grande Colaborador do Aurelio, quando da edição do famoso Dicionario... Alguém acreditaria? Ninguém acreditaria, né? Por isso eu não digo, mas que eu gostaria, Ah, eu gostaria mesmo!"

1661
"Quem vem com ladainhas e similares e não consegue entender nem aceitar que EU decido sobre minha vida é porque não é Cristão coisa nenhuma nem segue Deus coisíssima nenhuma!"