Eu Vou mais eu Volto meu Amor

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Hoje voltamos do início futuro para despedir de você passando presente,agora sou eu mesmo presente...

O que seremos se nós não fomos ainda? presente eu estou aqui...

A verdade é que o tempo ele é relativo
E eu e você somos uma incógnita
Que o universo não conseguiu
Resolver
E enquanto ele não se resolve
Vamos vagar por todas as vidas

Eu senti que a realidade me expulsava
Que ela não queria
Que eu vivesse ela, sendo tão ruim

Eu ainda me lembro
Dos teus olhos, do sorriso que você tinha e da cor dos nossos sonhos

Eu sabia que errar era humano
Eu só não sabia que merecia uma segunda chance, mesmo tendo a chance de novamente errar.

Eu ainda sou, o viajante solitário

Seria eu o culpado
Por ter o mal hábito de acreditar
Nas pessoas.

Eu sou chamado de escritor e poeta
Venho até soar romântico
Escrevo tudo sobre o que eu penso
E o que escrevo se torna pra muitos
Uma resposta e uma solução.

Eu não me esqueço
Eu não tenho dúvidas
Eu já não tenho mas medos.

Me esqueci de amar a mim mesmo e veja só, eu acabei frustado por não conseguir amar ninguém.

Eu acredito no poder
Na forma em que ele pode mudar
O mundo e corromper uma pessoa.

Sim, eu acredito no que pode acontecer e no que vai acontecer
És a minha verdadeira filosofia do caos.

Quando o Texto Me Lê

Eu pensei que escrevia
para dizer ao mundo.
Mas escrevo
para escutar
o que ainda não sei.

A palavra sai achando
que sabe o caminho,
desfila segura,
convencida.

Até que eu volto.
Leio.
E o texto me olha de volta.

Ler o que escrevi
é chegar atrasado
a mim mesmo.
Um espelho sem rosto,
só gesto,
só intenção escancarada.

O medo se esconde
em frases longas,
cheias de vírgulas,
com medo do fim.

A coragem aparece
sem alarde,
num verbo simples
que não pede desculpa.

Enquanto escrevo,
defendo ideias.
Quando leio,
negocio com elas.

Descubro palavras
que não eram minhas
apenas passaram.
E verdades pequenas
que se sentaram
e ficaram.

O texto pergunta,
com ironia mansa:
Era isso mesmo?

Às vezes dói reler.
A genialidade de ontem
vira eco vazio hoje.
Outras vezes assusta:
fui eu
que escrevi isso?

Sim.
Fui eu.
Naquele dia.
Com aquele peso.
Com aquela lucidez possível.

O texto não mente:
ele registra o movimento.

Escrever não acaba
no ponto final.
Começa
quando o autor
vira leitor.

Ali,
o texto também escreve.
Aponta.
Ensina.
Cutuca.

Não grita.
Mas fica.

Quem não relê
perde metade da aula.
Porque escrever é falar.
E reler
é escutar.

E quase sempre
é na escuta
que a gente aprende.

No fim,
eu queria ensinar alguém.
Mas o papel, paciente,
me mostrou:

o aluno
era eu.

Eu temo pelas gerações futuras. Os nossos líderes não estão preparando líderes para o futuro; estão preparando robôs com mecanismos programados.

Eu sou o motivo dessa tempestade.


Há lutas que são resultados de nossas escolhas erradas.

A Graça me fez entender quem eu era, antes mesmo de saber quem Ele era. Após isso, descobri que foi Ele, "Jesus", que me alcançou por meio dela, a Graça.

Entre versos e canções, eu prefiro poesias...

... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...

... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...

... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...

... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...

Entendeu...

Eu não vivo de acordos de agenda. Não negocio o chamado em troca de favores.


É Deus que abre portas, é Deus que nos dá púlpitos.

Entre versos e canções, eu prefiro poesias.

Entre ter e perder, eu prefiro ganhar.

Entre pensar e agir, eu prefiro escolher.

Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas.

Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir, caminhando sem medo, sem receios, sem procrastinar.

Entre o jardim e a floresta, eu prefiro o bosque.

Entre a paixão e o momento, eu prefiro o amor.

Entre o chá da tarde e o café matutino, eu prefiro o vinho da manhã de inverno.

Entre as cortinas do passado e o palco do presente, eu prefiro caminhar à beira da praia.

Entre olhares e perspectivas, eu prefiro alcançar.

Entre a rua larga e calçadas vermelhas, eu prefiro a areia marcando os meus passos.

Entre a reflexão e a frase do filósofo, eu prefiro a poesia lírica ou até mesmo sem versos.

Entre admirar e querer, eu prefiro conquistar.

Por fim, entre o silêncio da sua resposta, eu prefiro o grito de suas palavras.

Simples, eu prefiro...

By Ubirajara Almeida