Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Quando eu Partir
Deixarei
As gavetas desarrumadas
Coisas fora do lugar
Roupas e calçados sem uso
Contas a pagar
Leituras e escritas inacabadas
As palavras de conforto
As conversas gostosas
Os abraços que aliviaram a dor
E muito amor ...
Levarei
Segredos não revelados
As palavras não ditas
Os abraços e beijos não dados
Os elogios não entregues
Os sonhos não realizados
Os almoços e encontros adiados
As histórias não partilhadas
E os amores não vividos ...
Um Homem e Uma História
Na cabine de uma máquina eu vejo edifícios no horizonte de São Carlos. Um bate-estaca azul com mais de 30 metros se ergue aos céus, fazendo seu trabalho, cravando com imponência as fundações da futura passarela que vai cruzar o Km 207 + 507 da linha férrea, trazendo mais segurança aos pedestres que por aqui passam.
Enquanto do lado oposto a bomba se ergue majestosa com a betoneira a descarregar o concreto que simboliza a segurança dos moradores que hão de passar.
Nota do autor: Texto escrito originalmente em um relatório diário de máquinas manchado de óleo, direto da cabine de operação, no dia 13 de abril de 2026, em São Carlos - SP. O registro do dia em que decidi que minha história estava apenas começando e que eu mudaria minha vida através dos estudos.
Mãos Atadas
E eu aqui…
Às vezes penso que tudo aquilo que pode ser mudado é justamente o que não deveríamos mudar, porque já está escrito.
No entanto, ao meu ver, tudo aquilo que parece impossível de mudar é exatamente o que deveríamos transformar, apesar dos sacrifícios, das dores, do choro e até dos fins que isso possa causar.
Levo isso como um raciocínio de uma equação matemática.
Mas sabendo que cada problema possui sua própria equação, cada condição exige um raciocínio diferente.
É triste quando as falhas são conhecidas e reconhecidas.
Sabemos como consertar, mas não podemos — ou não temos poder suficiente — para fazê-lo.
A isso eu chamo de:
“Mãos Atadas.”
Que Deus permita-me amanhecer junto com o dia e que ao cair da noite eu seja toda gratidão banhada pela luz soberana da paz de uma noite tranquila e serena.
Torah ou Jesus Cristo
Se por acaso eu descobrisse que era de origem judia, porque sou português! Eu simplesmente não voltaria para o judaísmo. Eu continuaria cristão, porque creio em Jesus Cristo como o Messias. Vamos supor que sou judeu! Mas de modo algum voltaria a circuncisão, porque não lhe dou valor nenhum! Nem voltaria aos sábados, pois agora eu não guardo só o sábado, mas guardo todos os dias como cristão. Em relação a guardar outros dias e festas, eu também não os guardaria, porque também não os guardo. Em relação a Lei, como guardaria a lei? Não obra por obra, mas guardaria tudo pela fé em Jesus Cristo! Tudo isto com uma consciência tranquila! Não! A lei não passou! Não mesmo! Mas agora tudo é feito, pela fé e pela graça de Deus! 1492 são expulsos de Espanha e vêm para Portugal! Se se têm convertido ao Cristianismo de verdade, não seriam mortos pela inquisição. Em 1497 (expulsos de Portugal). Longe de mim que aprovo a ação da inquisição. Longe de mim!
Mas o que aprovo é não uma prática religiosa, mas a prática da verdade! E o que é a verdade! É precisamente Jesus Cristo. Como o Apóstolo Paulo, eu deixaria seja qualquer que fosse a minha religião, para estar na verdade...
Praticar as obras de Deus pela fé em Jesus Cristo! Porque esta é verdadeira religião e não outra. Antes de Jesus Cristo vir, tínhamos a lei ou a Torah. Agora a Torah é o próprio Jesus Cristo!
Sabe? Hoje eu estava pensando…
Às vezes nos protegemos tanto,
que deixamos de viver algo magnífico.
Por medo.
Por tudo o que já nos aconteceu.
Por todas as construções que já iniciamos.
Por todo o amor que depositamos naquilo que é “nosso”.
E eu estou aqui,
tão exposta a tudo,
com sede do que é feito para mim.
Do que encaixa
e, ao mesmo tempo, liberta.
Vivendo todos os dias.
Descobrindo o tempo,
o que me tranquiliza,
o que me toca
e o que me encanta.
Vivendo amor em todos os detalhes.
A vida está pronta para viver.
Ana Caroline Marinato
16/05
Eu me arriscaria a contrariar Einstein ao dizer que a tecnologia transformaria os jovens de agora numa geração de idiotas. O que se vê vai além de pura idiotice: ela forjou uma geração inteira de aloprados que converte o mundo deles próprios em uma ópera bufa, e o nosso em uma impensável distopia pela ausência absoluta de referências.
O viver não vivido
Amei-te sem conhecer-te
Querendo eu conhecer-te
O universo de mim escondia-te
Achegava-me e tu afastavas-te
Morria eu e tu vinhas, e ressuscitavas-me,
Amor não amado
Paixão consumada e não vivida
A dor era a dor da amada
Apaixonada, de volta não foi amada
O coração teve que congelar de amar.
"Eu trato os outros como eu gostaria de ser tratado, e tento tratar os outros com gentileza. Pois em algum momento alguém não foi comigo."
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Pintaria o céu com o teu sorriso,
Plantaria paz no caminho dos teus passos.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Te guardaria das tempestades do mundo
e cada lágrima que ousasse cair seria apagada antes de tocar teu rosto.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.
Te daria um amor que não teme o tempo,
daqueles que crescem na alma e florescem no olhar.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz,
Eu faria do teu abraço o meu destino.
Se eu tivesse o dom de te fazer feliz.
Ronaldo de Jesus David.
Nenhuma fronteira me limita, porque já aprendi a derrubar os muros que eu mesma levantei dentro de mim.
Marcilene Dumont
O mundo só se abre quando eu tenho a ousadia de me abrir para ele,
Entendendo que para ter coragem é preciso estender os braços sem medo de abraçar o desconhecido.
Marcilene Dumont
Manifesto — Marcilene Dumont
Eu sou Marcilene Dumont.
Não fui moldada pela facilidade, mas refinada pela travessia.
Carrego nas entranhas a força que não se anuncia,
mas que sustenta, em silêncio, tudo aquilo que permanece de pé.
Não me curvo ao ruído do mundo desordenado.
Eu me alinho — e, por isso, me elevo acima.
Minha resiliência não é resistência bruta,
é inteligência emocional lapidada pela experiência.
Minha coragem não grita — ela decide.
E em cada decisão, eu honro a mulher que escolhi me tornar.
Eu não busco aprovação — eu sustento presença.
E é dessa presença que nasce o verdadeiro engajamento.
Porque aquilo que é autêntico não precisa convencer,
apenas se revela — e naturalmente conduz.
Minha vida é guiada por alinhamento, clareza e propósito.
E onde há propósito, não há dispersão — há direção.
Na mentoria, não entrego respostas prontas.
Eu ativo visões, elevo padrões e reposiciono destinos.
Eu não sigo caminhos comuns.
Eu crio espaços onde o extraordinário se torna inevitável.
Sou feita de profundidade, elegância e decisão.
E é por isso que permaneço acima — não por acaso, mas por essência.
Eu sou Marcilene Dumont.
E tudo em mim comunica força, direção
Na Alemanha, eu aprendi que a vida não se define pelos erros, mas pela forma como escolhemos nos reconstruir depois deles. Entre acertos silenciosos e recomeços discretos, descobri uma força que não se anuncia — se prova.
Ali, entendi que é possível levantar dos próprios escombros sem precisar esconder as quedas. Que recomeçar não exige ter tudo, mas ter decisão. Que firmeza não é dureza, é clareza de quem sabe onde pisa.
Aprendi a me posicionar, a sustentar minhas escolhas e, principalmente, a viver de um jeito que fala por si — não pela perfeição, mas pela coerência. Ser exemplo deixou de ser um ideal distante e passou a ser uma prática diária, construída nos detalhes, nas atitudes, na constância.
Essa foi a lição que ficou: não importa o ponto de partida, nem os desvios do caminho. Sempre existe a possibilidade de reescrever a própria história — com dignidade, consciência e verdade suficiente para que outros também encontrem direção.
Marcilene Dumont
Eu não atravessei apenas fronteiras, oceano, euatravessei silêncios e versões de mim
até encontrar a voz
que nunca precisou de tradução.
