Eu Vou mais eu Volto meu Amor
Não quero água, luz e gás de graça. Eu quero escola, capacitação, trabalho e bom salário.
Benê Morais
Bom dia!
Que em 2026 eu seja um ser humano melhor: reclamando menos, julgando menos e evoluindo mais. Eis o meu mantra.
Benê Morais
Entre o ditador Maduro, que expulsou milhões de venezuelanos do país, e o maluco do Trump, eu quero mais é que os dois se explodam.
Benê Morais
Sampa faz 472 anos, gigante cheia de decoro.
A outra é Dona Elba, se eu falar a idade eu morro.
São Paulo é história viva, orgulho que sempre floresce,
Elba é minha cúmplice, beleza que não envelhece.
Benê Morais
No Dia do Trabalho, eu celebro sem trabalhar e continuo sendo o funcionário do ano nessa função. A pátria-patrão me garante o auxílio mensal. Com ele, aposto nas loterias, buscando fortuna na sorte.
Benê Morais
Livrai-me, Senhor, do militante fanático; já que do candidato salvador da pátria, livro-me eu.
Benê Morais
Mãos Atadas
E eu aqui…
Às vezes penso que tudo aquilo que pode ser mudado é justamente o que não deveríamos mudar, porque já está escrito.
No entanto, ao meu ver, tudo aquilo que parece impossível de mudar é exatamente o que deveríamos transformar, apesar dos sacrifícios, das dores, do choro e até dos fins que isso possa causar.
Levo isso como um raciocínio de uma equação matemática.
Mas sabendo que cada problema possui sua própria equação, cada condição exige um raciocínio diferente.
É triste quando as falhas são conhecidas e reconhecidas.
Sabemos como consertar, mas não podemos — ou não temos poder suficiente — para fazê-lo.
A isso eu chamo de:
“Mãos Atadas.”
Que Deus permita-me amanhecer junto com o dia e que ao cair da noite eu seja toda gratidão banhada pela luz soberana da paz de uma noite tranquila e serena.
Torah ou Jesus Cristo
Se por acaso eu descobrisse que era de origem judia, porque sou português! Eu simplesmente não voltaria para o judaísmo. Eu continuaria cristão, porque creio em Jesus Cristo como o Messias. Vamos supor que sou judeu! Mas de modo algum voltaria a circuncisão, porque não lhe dou valor nenhum! Nem voltaria aos sábados, pois agora eu não guardo só o sábado, mas guardo todos os dias como cristão. Em relação a guardar outros dias e festas, eu também não os guardaria, porque também não os guardo. Em relação a Lei, como guardaria a lei? Não obra por obra, mas guardaria tudo pela fé em Jesus Cristo! Tudo isto com uma consciência tranquila! Não! A lei não passou! Não mesmo! Mas agora tudo é feito, pela fé e pela graça de Deus! 1492 são expulsos de Espanha e vêm para Portugal! Se se têm convertido ao Cristianismo de verdade, não seriam mortos pela inquisição. Em 1497 (expulsos de Portugal). Longe de mim que aprovo a ação da inquisição. Longe de mim!
Mas o que aprovo é não uma prática religiosa, mas a prática da verdade! E o que é a verdade! É precisamente Jesus Cristo. Como o Apóstolo Paulo, eu deixaria seja qualquer que fosse a minha religião, para estar na verdade...
Praticar as obras de Deus pela fé em Jesus Cristo! Porque esta é verdadeira religião e não outra. Antes de Jesus Cristo vir, tínhamos a lei ou a Torah. Agora a Torah é o próprio Jesus Cristo!
Agora que a miragem se desfez, euavisto o horizonte da promessa; uma reconstrução daquilo que estava certo no único lugar onde a vida fazia sentido.
Sabe? Hoje eu estava pensando…
Às vezes nos protegemos tanto,
que deixamos de viver algo magnífico.
Por medo.
Por tudo o que já nos aconteceu.
Por todas as construções que já iniciamos.
Por todo o amor que depositamos naquilo que é “nosso”.
E eu estou aqui,
tão exposta a tudo,
com sede do que é feito para mim.
Do que encaixa
e, ao mesmo tempo, liberta.
Vivendo todos os dias.
Descobrindo o tempo,
o que me tranquiliza,
o que me toca
e o que me encanta.
Vivendo amor em todos os detalhes.
A vida está pronta para viver.
Ana Caroline Marinato
16/05
Eu me arriscaria a contrariar Einstein ao dizer que a tecnologia transformaria os jovens de agora numa geração de idiotas. O que se vê vai além de pura idiotice: ela forjou uma geração inteira de aloprados que converte o mundo deles próprios em uma ópera bufa, e o nosso em uma impensável distopia pela ausência absoluta de referências.
O viver não vivido
Amei-te sem conhecer-te
Querendo eu conhecer-te
O universo de mim escondia-te
Achegava-me e tu afastavas-te
Morria eu e tu vinhas, e ressuscitavas-me,
Amor não amado
Paixão consumada e não vivida
A dor era a dor da amada
Apaixonada, de volta não foi amada
O coração teve que congelar de amar.
Caí muitas vezes
Não posso mentir
Mas posso dizer
Que as quedas que eu tive
Não foram derrotas
Eu caí quando estive a subir.
Cuido da minha vida, sou o que eu quiser, e não tento fazer do costume alheio o motivo para ostentar minha fé.
