Eu Vou Errando e Acertando

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E eu não me importava se ele não me queria. Eu nunca iria querer nada além dele, não importava quanto tempo eu vivesse.

Não deve haver rancor, aonde já se teve amor, então jura que cê rega todo dia a flor que eu te dei?!

Quando alguém é meu amigo eu faço o impossível para ver a pessoa bem. Se eu gosto tomo as dores, embarco em indiadas, dou um jeito de fazer com que tudo fique numa boa, nem que seja ouvindo e dando o ombro. Mas, por favor, nunca minta para mim. Quem mente perde completamente a minha confiança.

Procuro ser uma pessoa justa. E, confesso, meu lado bonzinho fica encostado no lado babaca. Em outras palavras: às vezes sou burra ao invés de boa. Se tem uma coisa que detesto é me sentir enrolada. Me preocupo a fundo com os outros, por isso não curto pequenas mentiras e desonestidade. Pena que tem gente que não enxerga isso.

Muitos se acham donos da verdade, dizem que fazem e acontecem, aparentam ser uma coisa que não são. Tem gente que adora inventar a vida, contar vantagem e semi-lorotas-brabas, florear a realidade e brincar de autor de novela. Tem coisa que é surreal. Tem coisa que é irreal. Tem coisa que foge completamente dos padrões normais. Agora você me pergunta: existe essa coisa de normalidade? Claro que não. Minha vida muitas vezes é uma novela mexicana, em outras tantas vira caso de política. Mas eu não minto, não enrolo, não me faço de louca e não tomo ácido.

Não sei fingir. Abraço minhas vontades, mesmo que a minha cara fique roxa de tanto apanhar. Cumpro minhas promessas, mesmo que me doa. Não brinco com os outros para me distrair, tampouco dou uma de boa samaritana para depois me esconder atrás da moita. Isso não. Por isso, digo e repito: gosto de gente de verdade. Se você é assim, por favor, senta aqui e vamos tomar uma birita.

Quando eu me for, siga em frente, não sofra, fique alegre quando ouvir a minha voz, saiba que eu estarei olhando o seu sorriso.

É o jeito, o cheiro, o modo de vestir. Como caminha, como olha, como para. Não sei, eu amo.

Eu nunca vi algo selvagem ter pena de si mesmo, um pássaro cairá morto de um galho sem jamais ter sentido pena de si mesmo

E se eu te machucar querido, saiba que eu me machuquei também.

Obrigado por me deixar ser eu mesmo, por me deixar voar, por me dar assas. Por me acordar de um sonho; que era tudo o que eu estava vivendo.

Você não sabe, mas eu gosto muito de você, ou melhor dizendo eu te amo!

Você não sabe, mas eu penso em você todos os dias principalmente antes de dormir!

Você não sabe, mas eu lembro de cada detalhe seu!

Você não sabe, mas eu lembro dos momentos que passamos juntos, ate mesmo os que não nos “tocamos”!

Você não sabe, mas toda noite eu sonho com você, nem que você apareça por apenas um segundo e eu já acordo mais feliz!

Você não sabe, mas toda vez que penso em você meu coração dispara, e me vem um aperto no coração!

Você não sabe, mas toda vez que eu te vejo fico boba, mais eu tento disfarçar!

Você não sabe, mas eu choro por você!

Você não sabe, mas eu adoro o seu sorriso, e quando você sorri pra mim então!

Você não sabe, mas às vezes troco o nome de algumas pessoas pelo seu, e fico muito sem jeito!

Você não sabe, mais arrumo qualquer motivo pra ir falar com você, e morro de raiva quando não consigo pensar em um assunto qualquer, quando eu só consigo pensar na saudade…

Que maldade!
Me expor essa vontade,
e deixar-me essa saudade
que eu sinto de você.

Eu não sou um monstro. Só estou na vanguarda.

Ela tem estrelas nos olhos
E a lua crescente no sorriso
Se eu fosse astronauta no seu céu
Eu iria ao paraíso

Ela tem o sol nos cabelos
E um caleidoscópio no rosto
O vermelho da sua boca
Eu quero tanto saber o gosto

Ela tem jeito de fada
E um porte de princesa
Mas quando passa não enxerga
Que me deixa sem defesa

Ela tem sonhos secretos
E um corpo que vicia
Me tira o juízo e o sono
Me maltrata, me angustia

Ela tem tudo aos seus pés
E consegue seja o que for
Eu não tenho mais que o desejo
De um dia ser seu amor

Traição

Quando eu digo que não a trairei
Não é por respeito ao seu amor
Pois dele talvez, eu desconfie.
Não traio a minha dignidade
Porque ela está em mim
Eu não conseguiria viver enganado.

Teu amor pode só existir aqui,
É triste dizer isso.
Mas foram as coisas da vida
Que escreveram isso aqui.
Foram elas que me tornaram assim.

Não sentia mais sua ausência porque eu também era ausência.

Eu não quero a rotina desleixada do estresse, dia a dia comum. Quero disciplina, luz, foco, tempo e espaço. O aqui e o agora repetidos em diferentes aquis e agoras.

33 MINUTOS

Eu sou assim mesmo:
Eu choro muito e rio pouco
E pouco falo, mas muito ouço
Sou de apanhar e não dar o troco
Eu quase nem grito e já fico rouco
Só mais um pouquinho
E eu fico louco.

Eu sou assim mesmo:
Muita música e pouca dança
O peso mais leve de toda balança
Sou quem chora e nunca descansa
Sou quem, quando ri, logo se cansa
Não sou de sonhos nem tenho esperança
Não sou do agora, sou de lembranças
Não sou de otimismo, de perseverança
Eu fico calado, não dou confiança.

Eu não peço nada
Mas não sou de negar
Eu não tenho pressa
Ando devagar
Eu falo mansinho
Sei bem meu lugar
Eu ando famoso
E nem sei desfilar
Eu não obedeço
E não sou de mandar
Eu só dou as caras
Pra me apresentar.

Eu gosto de ler
Mas não de falar
Não sei escrever
Só sei rabiscar
Não peço perdão
E nem sei perdoar
Não dou meu perdão
Eu não vou perdoar!
Eu faço inimigos
Amigos não há...
Eu guardo as mágoas
Mas não vou me vingar
Eu bebo veneno
E não sei vomitar
Eu morro aos poucos
Mas não vão me enterrar.

Eu carrego o ódio
Mas também sei amar
Crescem minhas unhas
Mas não sou de arranhar
Não tomo emprestado
Pra não estragar
E o que eu empresto
Você pode quebrar
Eu como calado
Não sei reclamar
Não peça desculpas
Não vou desculpar
E não compre outro
Eu vou recusar
Só me entregue limpo
E sem macular
Só acordo tarde
Não sei madrugar
E verde não gosto
Tem que madurar

Se me vir calado
Não tente animar
Sou contraditório
Vou contrariar
Não conte piada
Ou posso chorar
Me fale de dramas
E vou gargalhar
Não mexa comigo
Não sou mungunzá
Dirija depressa
Nem ouse frear
Bem a sua frente a morte está
Avance o sinal
Pode atropelar
Acelere... acelere!
Pode acelerar...

Se voce me paga come diz, eu trabalho como eu digo. Se voce me paga como eu digo, eu trabalho como voce diz.

Eu fiz um passeio paradisíaco através do nosso silêncio
Eu sabia que o momento havia chegado
De matar o passado e voltar à vida

Talvez eu tenha falhado sim... Na estúpida missão de ser igual aos outros.

Eu te peço perdão por te amar de repente.

Vinicius de Moraes

Nota: Trecho de poema de Vinicius de Moraes.