Eu Vou Errando e Acertando
Eu te amo, te amo, te amo
Tanto tempo longe de você,
Quero ao menos lhe falar.
A distância não vai impedir,
Meu amor, de lhe encontrar.
Cartas já não adiantam mais,
Quero ouvir a sua voz.
Vou telefonar dizendo
Que eu estou quase morrendo
De saudades de você.
Eu te amo!
Eu te amo!
Eu te amo!
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Eu não sei
Por quanto tempo eu
Tenho ainda que esperar.
Quantas vezes eu até chorei,
Pois não pude suportar.
Para mim não adianta
Tanta coisa sem você
E então me desespero.
Por favor, meu bem, eu quero
Sem demora lhe falar:
Eu te amo!
Eu te amo!
Eu te amo!
Mas o dia que eu
Puder lhe encontrar,
Eu quero contar
O quanto sofri
Por todo este tempo
Que eu quis lhe falar.
Eu te amo!
Eu te amo!
Eu te amo!
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Cartas já não adiantam mais,
Quero ouvir a sua voz.
Vou telefonar dizendo
Que eu estou quase morrendo
De saudades de você.
Eu te amo!
Eu te amo!
Eu te amo!
Mas o dia que eu
Puder lhe encontrar,
Eu quero contar
O quanto sofri
Por todo este tempo
Que eu quis lhe falar.
Eu te amo!
Eu te amo!
Eu te amo!
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Eu te amo!
Eu te amo!
Não sou de ficar chorando por aí, pra todo mundo ver. Quando eu choro na frente de alguém, acredite, é porque cheguei ao meu limite.
Eu e minha mulher ficamos na dúvida entre tirar férias ou nos divorciarmos. Optamos pela segunda hipótese. Duas semanas no Caribe podem ser divertidas, mas um divórcio dura para sempre.
Carolina
Carolina
Nos seus olhos fundos
Guarda tanta dor
A dor de todo esse mundo
Eu já lhe expliquei que não vai dar
Seu pranto não vai nada mudar
Eu já convidei para dançar
É hora, já sei, de aproveitar
Lá fora, amor
Uma rosa nasceu
Todo mundo sambou
Uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo
Pela janela, ói que lindo
Mas Carolina não viu
Carolina
Nos seus olhos tristes
Guarda tanto amor
O amor que já não existe
Eu bem que avisei, vai acabar
De tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei pra lhe agradar
Agora não sei como explicar
Lá fora, amor
Uma rosa morreu
Uma festa acabou
Nosso barco partiu
Eu bem que mostrei a ela
O tempo passou na janela
Só Carolina não viu
E quando já não sei mais o que sentir por você, eu respiro fundo perto da sua nuca, e começo a querer coisas que eu nem sabia que existiam.
Por dentro eu sempre me persegui. Eu me tornei intolerável para mim mesma. Vivo numa dualidade dilacerante. Eu tenho uma aparente liberdade mas estou presa dentro de mim.
Sou um apreciador dos opostos, das diferenças.
Se fosse para eu apaixonar-me por uma pessoa em tudo parecida comigo, eu namoraria com o espelho.
Que eu não esqueça que a subida mais escarpada,
e mais à mercê dos ventos, é sorrir de alegria.
Pessoas como eu sofrem mais, se decepcionam mais. Por outro lado, crescemos. Evoluímos. Amadurecemos.
Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Nota: Adaptação de 1 Coríntios 13:1-13.
O homem mais sábio que já conheci me ensinou uma coisa que jamais esqueci. E embora eu nunca tenha esquecido, nunca a memorizei também. Então, o que me sobrou foi a memória de ter aprendido algo muito sábio a qual não consigo me lembrar.
