Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite

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Você acha que me importo? Não se iluda, amigo, não me importo mais.
Você acha que eu ligo? Não se iluda, eu já não ligo mais.
Você acha que te amo? Não se iluda, amigo, eu já não amo mais.

Quando eu digo que tá tudo bem se você não for, não tá tudo bem, eu queria muito que você fosse, mas entendo, como sempre, sua indisponibilidade pra mim.

Lá no interior eu era mais feliz, tinha paz
mental. Gozava a vida e não tinha nenhuma enfermidade. E aqui em
São Paulo, eu sou poetisa!

Me desgrace, me odeie . Só nunca esqueça que eu amei você.

Eu sou da politica da boa vizinhança, da boa relação no trabalho, do respeito no atendimento das pessoas pelas instituições públicas, do convívio social construtivo, da amizade mútua, do entendimento entre as partes para a construção de valores, devemos ter o pensamento de agregar algo na sociedade, na vida, essa tem que ser a ideia de nossa vida.

Eu quando pequena costumava ver o lado bom das pessoas, pena que nem todas tinham um lado bom.😢

Interessante como mudamos nossas opiniões sobre as pessoas e coisas. Se eu soubesse que na sua essência seria tão fraca, não teria dado tanta atenção como dei.

Deste mundo eu não quero e não espero nada, pois meu tesouro está nos céus.

A vida, embora possa ser apenas um acúmulo de angústia, é importante para mim e eu a defenderei.

Eu estava tentando voar, mas eu não consegui achar asas. Você veio e mudou tudo.

Você pode me enganar, mas certamente ira se arrepender. Não quando você souber que eu descobri, antes, bem antes... quando eu descobrir.

E eu estava fugindo para bem longe
Eu fugiria do mundo algum dia?
Ninguém sabe, ninguém sabe
E eu estava dançando na chuva
Me senti viva e não posso reclamar

Eu discordo completamente do que você diz, e defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo.

Evelyn Beatrice Hall

Nota: Adaptação da frase de Evelyn Beatrice Hall, muitas vezes atribuída erroneamente a Voltaire.

Sabe as vezes eu queria não ter te conhecido.
Porque eu ainda séria aquela "eu"⁠, a que não amava você ao ponto de sentir dor quando te ver indo embora.
Dói fingir que não sinto nada, já te falei te amo de todas as formas que pude.

No céu tem bilhões de estrelas,mas nem todas são notadas.
Eu sou só um ponto em meio a vários testes de escolha.

Se afastar de alguém que gosta, é como ficar de luto, a diferença ... quem morre sou eu.

⁠Que raiva de mim, o pior é que eu nem sei porque tô com tanta raiva.

Eu quero uma vida de cabeça pra baixo...
Sentir aquele friozinho na barriga, mais só por coisas boas...
Nela só serão possíveis os sentimentos que eu desejar..
Amor, Alegria e acima de tudo Felicidade!
Entrada proibida de qualquer tipo antídoto para esses sentimentos.!!

A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.

Era de costume eu me sentir sozinha mesmo estando com pessoas ao lado. As vezes sentia um vázio que não conseguia preencher, um vázio que só poderia ser preenchido por alguém que não me dava atenção, não me proporcionava momentos agradáveis. Mas sempre eu almejei a mudança nesse alguém, eu botei fé que um dia essa situação de desamparo iria mudar. Foi aí que eu percebi algo, a mudança em alguém só acontece de verdade, quando a gente dá um voto de confiança. Por maior que seja o sacrifício em acreditar novamente na pessoa, temos que pensar posivo. Pensar que estamos fazendo o bem não só pra pessoa, mas também pra nós mesmos. Apoiar, confiar e acreditar, fazem parte da vida. Hoje em dia o vázio que não era preenchido, se preencheu completamente.Eu apostei todas as minhas fichas em você, e você retribuiu dando valor a confiança que lhe foi dada!!!🍀🍀🍀