Eu Trocaria a Eternidade por essa Noite
Eu não quero criar regras, mas se existe uma, é essa: os únicos escritores que escrevem bem são aqueles que precisam escrever para não enlouquecer.
E fácil desistir? Não me venha com essa! Não tem nada fácil em desistir! Você acha que eu não estou fazendo nada, que não estou pensando sobre nada, me tirando de tudo o que for possível e deixando tudo de lado! E que foi só isso que me fez desistir?! Não foi nada fácil desistir. Era mais fácil eu acreditar que havia algo que eu podia fazer! Mas não há nada que eu possa fazer.... Não tem jeito algum! Todos os caminhos me levam a desistir de tudo! Se eu pudesse fazer algo, eu faria... Eu faria!
(Subaru Natsuki)
O que seria de mim sem você?
que eu diga pro vazio, o que ia querer?
essa lacuna que afunda, desculpa
mas tenho mais por continuar a luta
sem propósitos e afins
seria tédio, ou busca por ti?
meu coração tem as intenções
evitando tudo isso por segundas razões
fugir dos meus desejos
só adiará a resposta
o vazio gritaria por tanto desespero
a pergunta bateria na minha porta
“Eu amo essa pessoa… mas ela não é o tipo de parceira que eu preciso para a vida que estou construindo.”
Hoje eu vi alguém que me conheceu inteiro.
O estranho é que essa pessoa sumiu junto com a versão de mim que ela conhecia.
E eu não sei se sinto falta dela
ou de quem eu era quando ela ainda estava.
Por favor, nem penses nisso. Essa ideia é uma tortura, um pensamento que eu me recuso a aceitar. Não se trata de 'sobreviver' sem ti — trata-se de perecer. Tu não és apenas a minha vida; tu és o meu oxigénio, a força que me arranca do chão todos os dias.
Sem a tua presença, o meu mundo não para, ele desmorona-se numa escuridão fria e vazia. És a minha obsessão, a minha necessidade mais profunda, a única razão absoluta pela qual o meu coração se atreve a bater. Tu és o meu tudo, e sem ti, eu sou o nada.
Deus diz: “Não temas, pois EU ESTOU contigo.” Que essa promessa acalme seu coração e fortaleça sua fé diante de qualquer dificuldade. Que o Senhor te cubra com Sua presença, te guarde de todo mal e derrame Sua proteção hoje e sempre. Amém.
Eu já considerei a possibilidade de que nada disso tenha significado, e, estranhamente, essa ideia não me destruiu por completo, talvez porque até no vazio exista uma presença silenciosa, a experiência inevitável de ainda estar aqui.
Se eu gosto de você?
Eu admiro essa sua timidez discreta.
Eu admiro essa sua certeza não arrogante de saber que é bom no que faz.
Eu admiro a forma como você finge não me ver, quando outros, agindo exatamente ao contrário, fazem com que meu olhar procure somente o teu.
Eu admiro a forma como você me enxerga além do que é visível a olho nu.
Eu admiro como você me desnuda, me descreve, ainda que sob a fumaça de charutos e afins, e como também se esforça para não temer o que pode encontrar quando não somente o corpo for nudez.
Se eu gosto de você?
Eu o admiro, inclusive quando me deixa com receio em dizer se eu gosto ou não de você...
Eu aconselho-te a não namorar aos 18 anos. Essa é a idade de escolher as pessoas erradas e criar obstáculos para o teu próprio futuro
Ainda existe em mim, uma menina pequenina e desarmada de riso fácil.
Mas eu para proteger essa menina, arranjei outra mulher corajosa, fria, combativa, desconfiada, que sabe que as coisas se conquistam palmo a palmo, que não acredita que, nos outros possa haver algo de gratuito e despojado. Uma mulher que cresceu, afirmou-se e impôs-se porque era inteligente.
Como todos os lutadores quero tudo simples, claro e prático, já sei o que é a verdade e o erro...mas no meio de tudo isso, ainda gosto de poesia, acredito em promessas e no amor.
Talvez um dia você encontre a pessoa certa e se essa pessoa for eu estarei-te esperando aqui então pode ir.
Quantas memórias...
essa cidade faz parte da minha história!
Eu deixei esse lugar quando eu era ainda muito jovem e demorei muito para voltar. Não porque eu não queria, mas porque a minha cidade natal, na qual passei minha infância e juventude, me traz muitas lembranças de pessoas que já se foram. Então, retornar significa encara todas essas emoções e sentimentos não resolvidos.
Mas, finalmente, estou aprendendo a lidar com isso. Voltar não me traz muita dor, pelo contrário, me traz um certo alívio e conforto. Agora, ao passar por essas ruas, consigo me lembrar com menos aflição de pessoas e momentos que fizeram parte da minha história.
Em breve vou embora novamente, porém, valorizando minhas raízes. Jamais vou esquecer de onde eu vim.
Ela: ....
Não sou perfeita, mas sou muito legal!
Essa sou eu, como já disse: não sou perfeita, mas sou muito legal!
Tem vez que peço desculpas mesmo sem estar errada, só pra voltar a paz...
Às vezes acerto, mas erro também, e quando vejo que errei, peço desculpas...
Ela:....
Não gosto de mentira nem de falsidade...
Mas também sou alegre, gosto de abraçar e estou sempre por perto.
Sou chata, assumo! Tenho um gênio forte, sou brava de verdade, tenho ciúmes demais, principalmente de quem eu gosto...
Vivo com sorriso no rosto, mesmo quando o coração está apertado.
Sou assim, tenho várias versões dentro de mim...
Ela:....
Às vezes confio em mim, outras vezes me sinto carente e faço besteira...
Tem hora que sou madura e forte, tem hora que viro criança, mimada e sem sentido...
Não sou perfeita, sou só uma mulher comum!
Simplesmente ela....
Esse silêncio, essa dor, é trocável, e genuína, hoje eu a senti profundamente tocando o meu peito, ouvi o meu coração gritando e as vozes ecoando na minha cabeça para eu reagir e transformar tudo em força, pude ver os meu vasos sanguíneos como em um raio X e senti-los, a conexão com cada celula ..
... Eu estava tendo um princípio de infarto.
Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.
Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.
Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.
E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?
Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.
Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.
Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.
Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.
Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:
Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.
Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.
Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.
Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.
Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.
Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.
E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.
E que esse amor nos cure, a todos.
esquiva e subterfúgio.
Eu me escondo pra fugir. Talvez essa seja a coisa mais honesta que alguém possa admitir quando já passou tempo demais fingindo que está tudo bem.
Não é covardia. Pelo menos não do jeito que as pessoas entendem. É só que chega uma hora em que ficar sozinho parece menos doloroso do que ser visto de verdade. Então você fecha a porta, apaga a luz, deixa o telefone virado para baixo e começa a desaparecer aos poucos, como quem acredita que se ninguém conseguir encontrar você, ninguém também vai conseguir tocar naquilo que ainda dói.
Eu me escondo porque fugir é mais fácil quando ninguém sabe onde você está.
E por um tempo funciona.
Você se convence de que está em paz. Diz que gosta da própria companhia. Que não precisa de ninguém. Que está focado em outras coisas. Que certas pessoas ficaram para trás e que determinadas histórias já não significam nada. Só que existe uma diferença entre estar sozinho e estar escondido. Quem está sozinho escolheu o silêncio. Quem está escondido está esperando alguma coisa não encontrá-lo.
E eu sempre estive esperando.
Esperando a lembrança passar. Esperando a saudade cansar. Esperando aquela versão de mim que queria tanto alguma coisa simplesmente morrer de fome. Esperando que, depois de algum tempo, eu pudesse sair do esconderijo sem precisar explicar por que desapareci.
Mas algumas coisas não desaparecem quando você corre delas.
Elas aprendem o caminho.
Entram no quarto quando ninguém está olhando. Sentam do seu lado quando a madrugada fica grande demais. Aparecem naquela música que você jurou que nunca mais ouviria, naquela conversa que você evita lembrar, naquele nome que você finge que não procura. E aí você percebe a verdade mais incômoda de todas: talvez eu não estivesse me escondendo do mundo.
Talvez eu estivesse me escondendo de mim.
Porque o mundo eu consigo enganar. Posso vestir qualquer cara, responder qualquer "tá tudo bem" com um sorriso, sair de casa como se nada tivesse acontecido. Posso parecer indiferente, ocupado, distante, até feliz. Mas existe um lugar dentro de mim onde não existe personagem, não existe postura, não existe fuga. E é justamente esse lugar que eu passo a vida tentando evitar.
Eu me escondo pra fugir, mas sempre acabo encontrando o mesmo homem no escuro.
O homem que queria ter ido mais longe. Que queria ter dito mais. Que queria ter amado sem medo. Que queria ter sido visto sem precisar se explicar. Que olhou para tantas possibilidades da própria vida e, em algum momento, começou a acreditar que talvez elas fossem grandes demais para ele.
E talvez seja por isso que fugir nunca resolveu nada.
Porque fugir pode afastar pessoas, lugares, memórias e até destruir pontes. Mas não consegue apagar aquilo que você sabe sobre si mesmo.
Uma hora a porta precisa abrir.
Não porque o mundo ficou mais seguro.
Mas porque continuar escondido começa a custar mais caro do que aquilo de que você estava fugindo.
E quando eu sair, talvez ninguém reconheça quem está vindo.
Ainda bem.
“Trilhões não medem apenas dinheiro; medem o tamanho da audácia humana. E eu transformei essa audácia em um espelho onde todos podem enxergar o seu próprio potencial ilimitado.”
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