Eu te Amo do Amanhecer ao Anoitecer

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Eu que sustento meu próprio mundo, mas sonho com alguém que me note nos pequenos detalhes. Agradar uma pessoa que só pensa no “preço” é mais fácil, admito, porém, agradar uma mulher que enxerga o “valor” de tudo, é uma tarefa difícil.

A doce - talvez contraditória para quem não me conhece - história de ser eu:

Não preciso de alguém que pague a minha conta — mas de alguém que dedique todo seu tempo naquele momento, e esqueça o resto do mundo.

Não preciso de alguém que resolva a minha vida — mas uma pessoa que pergunte: “como foi seu dia?”.

Não preciso de alguém que me dê jóias, roupas de grife, perfumes caros - quero alguém que me dê flores ou 1 um simples bilhete em dias comuns.

Não quero alguém que me dê ordens — mas quero que me diga: “senta aqui, deixa que eu resolvo”.

Não preciso de alguém que faça declarações públicas e exageradas - mas que segure a minha mão quando caminharmos juntos.

Não preciso de alguém me dê um carro - mas alguém que faça questão de me buscar em casa e seja cavalheiro abrindo a porta do carro.

Não preciso de alguém o tempo todo - só preciso de alguém com quem eu possa contar quando precisar.

Porque ser independente, forte e segura, não anula o meu desejo de ser notada, cuidada e ouvida. E ser assim não é fraqueza — é escolha.

Não é sobre o valor do presente ou sobre deixar de ser quem me tornei. Mas sobre ser a moda antiga, valorizar o que não tem valor, o gesto que não se compra: um elogio sem pedir, a transparência que traz confiança, um café na cama, um abraço sem motivo, um “tô aqui” no silêncio.

Não quero um dono, concorrente ou adversário.

Quero alguém que entenda que minha força não é uma muralha, é um convite — para quem tem coragem de entrar e permanecer.

(Texto: @amandagerbasi)

Hoje voltamos do início futuro para despedir de você passando presente,agora sou eu mesmo presente...

O que seremos se nós não fomos ainda? presente eu estou aqui...

Que viver e não dá passagem para eu te guiar no amor ...

Olá! Você é a segunda pessoa com quem mais dialogo. A primeira sou eu mesmo!

070726

A verdade é que o tempo ele é relativo
E eu e você somos uma incógnita
Que o universo não conseguiu
Resolver
E enquanto ele não se resolve
Vamos vagar por todas as vidas

Eu senti que a realidade me expulsava
Que ela não queria
Que eu vivesse ela, sendo tão ruim

Eu ainda me lembro
Dos teus olhos, do sorriso que você tinha e da cor dos nossos sonhos

Eu sabia que errar era humano
Eu só não sabia que merecia uma segunda chance, mesmo tendo a chance de novamente errar.

Eu ainda sou, o viajante solitário

Eu sinto tanta vontade de escrever
E enquanto eu não morrer
Eu vou desenhar com linhas um sonho, de um mundo onde
As palavras não sejam mentiras
E falem sobre amor, dores e verdades.

Seria eu o culpado
Por ter o mal hábito de acreditar
Nas pessoas.

Eu sou chamado de escritor e poeta
Venho até soar romântico
Escrevo tudo sobre o que eu penso
E o que escrevo se torna pra muitos
Uma resposta e uma solução.

E se eu não for mais forte que os meus demônios
Eu vou ser somente igual a eles.

Eu não me esqueço
Eu não tenho dúvidas
Eu já não tenho mas medos.

Me esqueci de amar a mim mesmo e veja só, eu acabei frustado por não conseguir amar ninguém.

Eu acredito no poder
Na forma em que ele pode mudar
O mundo e corromper uma pessoa.

Sim, eu acredito no que pode acontecer e no que vai acontecer
És a minha verdadeira filosofia do caos.

Quando o Texto Me Lê

Eu pensei que escrevia
para dizer ao mundo.
Mas escrevo
para escutar
o que ainda não sei.

A palavra sai achando
que sabe o caminho,
desfila segura,
convencida.

Até que eu volto.
Leio.
E o texto me olha de volta.

Ler o que escrevi
é chegar atrasado
a mim mesmo.
Um espelho sem rosto,
só gesto,
só intenção escancarada.

O medo se esconde
em frases longas,
cheias de vírgulas,
com medo do fim.

A coragem aparece
sem alarde,
num verbo simples
que não pede desculpa.

Enquanto escrevo,
defendo ideias.
Quando leio,
negocio com elas.

Descubro palavras
que não eram minhas
apenas passaram.
E verdades pequenas
que se sentaram
e ficaram.

O texto pergunta,
com ironia mansa:
Era isso mesmo?

Às vezes dói reler.
A genialidade de ontem
vira eco vazio hoje.
Outras vezes assusta:
fui eu
que escrevi isso?

Sim.
Fui eu.
Naquele dia.
Com aquele peso.
Com aquela lucidez possível.

O texto não mente:
ele registra o movimento.

Escrever não acaba
no ponto final.
Começa
quando o autor
vira leitor.

Ali,
o texto também escreve.
Aponta.
Ensina.
Cutuca.

Não grita.
Mas fica.

Quem não relê
perde metade da aula.
Porque escrever é falar.
E reler
é escutar.

E quase sempre
é na escuta
que a gente aprende.

No fim,
eu queria ensinar alguém.
Mas o papel, paciente,
me mostrou:

o aluno
era eu.

Eu temo pelas gerações futuras. Os nossos líderes não estão preparando líderes para o futuro; estão preparando robôs com mecanismos programados.