Eu te Amo do Amanhecer ao Anoitecer
As vezes Eu fico pensando poderia existir uma válvula de escape para nossos pensamentos isso nos Deixaria tão leves!!😌
Encontrar
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Seja o tempo testemunha
Deste eterno sentimento,
Onde dantes era eu
E agora somos nós...
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No caminho de “Brás”...
“Pires” a razão e dê lugar à emoção,
Onde fica a minha vida
Sem razão pra despedida.
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A mocinha é Maria
A quem por uma vida inteira eu amaria...
Se me quisesse em seu caminho
Com ela eu iria.
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Onde posso procurar
Aquela que me pega sem tocar?
Procuro no meu coração
Onde sempre posso te encontrar.
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Edney Valentim Araújo
As vezes eu sinto como se eu não pudesse mudar, por conta de outro alguém que me fez acreditar em quem eu não era.
Eu entendo que cada um tem seus segredos,
Em meu armário também tem alguns cadáveres,
Não identificados.
Sabe, às vezes eu acho que o amor está só se fazendo de difícil. Deve estar por aí, em algum café hipster, tomando um latte com espuma em forma de coração e pensando em como aparecer de novo na minha vida com estilo. Mas, convenhamos, ele anda meio relapso. Não que eu esteja desesperado, claro. Mas, poxa, um bilhetinho, uma notificação, qualquer coisa!
Enquanto isso, a saudade, essa sim, tem uma pontualidade britânica. Todo dia bate na porta, senta-se no meu sofá, coloca os pés na mesa e começa a me lembrar de todos os momentos que o amor passou por aqui rapidinho e esqueceu de voltar. É quase como se a saudade fosse a assistente pessoal do amor. Mas a verdade é que o amor está só tirando umas férias prolongadas. E quando resolver voltar, vai chegar como quem não quer nada, dizendo: "Desculpa a demora, o trânsito estava um caos.
O AUTISMO NÃO VERBAL
Mesmo que minha Filha(o) Autista não diga uma só palavra, eu sinto seu amor em cada olhar.
A Maternidade Atípica me ensina que nem sempre o amor precisa de voz... ele se revela nos gestos, nas pequenas vitórias e na conexão silenciosa que compartilhamos.
Entre desafios e superações, encontro forças para seguir, sabendo que nosso vínculo é mais forte e inquebrável diante de qualquer dificuldade!
Eu não estou aqui para competir com ninguém.
A Maternidade Atípica me mostrou que minha jornada é única, guiada pelo amor e pelo propósito. Estou aqui para conscientizar, para abrir caminhos, e para construir um mundo melhor para minha Filha(o) Autista. Cada desafio que enfrentamos fortalece minha missão, e cada pequena conquista nos aproxima de um futuro mais inclusivo e justo.
Minha luta não é contra outros, mas por um lugar onde minha Filha(o) possa ser plenamente aceita(o) e compreendida(o) exatamente com seu jeito único de ser!
Eu sempre ri tanto... E fui tão triste. O ser humano é ambíguo. A verdade é que, existem coisas por detrás da cortina daquilo que vemos e ouvimos, acontecendo. Coisas complexas demais para nossa compreensão medíocre e orgulhosa. Por que nos metemos nesses assuntos? Como somos crianças petulantes e sem entendimento! Devemos aprender, de uma vez por todas, que; Não é o conhecimento que deixa o homem esmurecido e agustiado. E sim, a sua incapacidade de mudar o que se sabe. "Pois, nem tudo o que está no alcance de nossas mãos, podemos de fato, pegar."
Olhar
Eu sei, o olhar melancólico,
Eu sei, o desvaneio sem riso
Nunca foi só isso
Sempre foi morando em ti
Eu sei, o que fomos
Eu sei, o que seremos
Deitei-me-ei em teu risco
Nunca deitou-se no meu
Meu sonho feliz era chegar e já cair no mar
Eu sei, o olhar melancólico
Eu sei, o desvaneio com ou sem riso.
Desconhecer
Não é mais você, eu não sou mais eu
Não ando pelos mesmos caminhos
Não escuto as mesmas músicas
Não falo com as mesmas pessoas
Como pode ainda achar que sou assim?
Eu não sou mais eu
Eu não faço mais parte de mim
Como pode ainda achar que me conhece?
De mim você não sabe mais nada.
Apenas o meu nome.
Independentemente dos meus progenitores, mesmo que eu soubesse que algumas pessoas quisessem que eu me tornasse aquilo que desejassem, eu não poderia satisfazê-las, pois ninguém é obrigado a ser ou fazer o que os outros querem. Cada um nasce para ser o que é, em sua única vida.
Talvez eu fuja das cidades
Por falta de atenção
De parte caridade
De onde do vilão, então.
Obras pra fazer
Não faço
Dinheiro pra gastar
Não gasto
Coisas pra comer
Não como.
Cínica, essa vida de artista
À toa, como um palco com gosto de cebola
O alho, à toa atolado de coisas
Viajando na maionese destas coisas.
Bipolar, como um urso polar
Irmão, eu não tenho idade.
Solidariedade é algo que se ganha, mas sempre temos.
O meu amor se perdeu há algum tempo.
A minha ação, agora, é minha motivação.
E o sol tem um arco-íris
Com cor de vão.
Amo tudo que vejo: o céu, o véu, o mar e o mel,
A dor, o espírito, a fé, o hospício.
Perdão do esquecimento
(inspiração adolescente)
Pequei!
Se pequei, pecastes mais!
Eu gritei...
E de um surdo eco me arrepiei.
De joelhos mais uma vez fiquei...
Procurei teu olhar sem encontrá-lo.
Queria-te por toda força junto a mim.
Mas nada fazia sentido...
Tudo desfeito!
O amor que nos unia, findou.
Ódio em teu olhar notei!
Compreendi que entre nós tudo estava acabado...
Chorei noites, fiz nascer dias.
Construí e imaginei mortes.
Mas seu perdão eu nunca mais teria...
1968
No fim do seu túnel
Eu existo
No fundo do seu poço.
Eu insisto
Na sua derrota
Eu conquisto
FILHO MEU
TE AMO!...
Onde você estiver
EU SOU, ESTOU Eu persisto
JAMAIS TE ABANDONAREI
Sou o seu presente real
Paz no coração
Ainda estou preso naquele sofá,
fazendo amor com você...
Eu nunca sai de lá!
Estou preso em seu abraço,
nas curvas do teu corpo suado...
Estou preso no embaraço dos teus lábios
nas epopeias dos teus gestos,
perdido nos labirintos da sua alma,
descansando em seu ventre
Ainda estou preso naquele sofá
e assim quero ficar
para sempre.
Tudo que eu preciso para me sentir bem é um livro na mão que aquece o coração. Dar uma volta pela cidade e ver se encontro minha felicidade.
Conhecedor do segredo da jurema,
minha história eu canto em poesia.
Cada verso dolente tem magia
que deixa emblemático o meu tema.
Declamando impasse e dilema,
da roseira vou tirando o espinho,
Tranquilo vou seguindo o meu caminho,
por avenidas,estradas e veredas.
Sem usar água,apagando as labaredas,
nos dez pés de martelo miudinho.
