Eu sou uma Pessoa Timida

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Senhor, livra-nos do peso do egoísmo, da sombra que se ergue quando o "eu" se coloca acima de tudo, quando esquecemos que o amor é maior que qualquer vaidade.
O egoísmo congela os laços, transforma o silêncio em desprezo, faz do coração uma prisão onde só existe o próprio reflexo. Ele se disfarça de amizade possessiva, se revela na inveja que não suporta ver o outro feliz, se mostra na incapacidade de celebrar a vida que floresce além de nós.
Mas Tu nos chamas à empatia, à humildade que reconhece que não somos o centro do universo, ao amor que se doa sem esperar retorno, à fé que nos lembra que há algo maior que o "eu".
Que o egoísmo não seja nossa voz, que não seja nossa escolha, que não seja nossa herança.
Ensina-nos a abrir janelas em vez de erguer muros, a enxergar o outro como irmão, a transformar o "eu" em "nós".
Que a luz da empatia vença a sombra do egoísmo, e que a humanidade reencontre no amor o caminho da esperança.

Como o vento eu destruo, mas também ajudo. Como os raios eu reluzo a minha luz, com o sol queimo as vosas peles, como o oceano, não tenho limites e sigo minha própria profundidade

Sinto a sua alma fluir
Desejo o melhor a seguir
Curaria todas as suas dores antes de partir
Se eu pudesse lhe faria sorrir
Em todos os momentos aplaudir
Somente por você existir
Nossos anjos "Tronos" planejaram permitir
Nosso encontro de almas florir
Nossas palavras se encaixam sem pedir
Assim como nossa energia vem a emergir
Tive sonhos ao abrir
Minha mente ao cair
Em sono profundo te vi sair
Comigo no colo sem me ferir
Me deitou em uma mesa ao ir
De encontro com Deus orou sem invadir
Perto de mim ficou sem punir
Acordei com sua presença em colorir
Meu desejo de viver e sentir
Mais instantes com você antes de subir

⁠Você é igual a Flor
que eu vi num certo jardim.
A flor nasceu para ser admirada,
mas você minha amada,
nasceu para mim!

⁠Eu não vou negar que homem chora,
porque as vezes eu choro,
de saudade,
da felicidade,
do seu colo!

O que eu perdi,
eu não perdi,
eu só ganhei!

se cada louco têm sua mania
eu também tenho as minhas
e não são poucas,mas algumas,
são apenas minhas!

Dizem que a vida começa aos 40,
mas eu digo: a vida só começa mesmo quando se começa a viver de verdade!

Amor fiel é você não ter nenhum real no bolso
e ainda ouvir de quem você ama: EU AMO VOCÊ!

Quando tudo era tristeza,
eu era alegria,
na longa noite,
eu era o seu dia,
mesmo me causando dor,
eu era o seu amor!

Corte Cirúrgico:


Hoje eu deitei para dormir mais cedo
O meu colchão me abraçou bem apertado.
Sufocado, eu senti bastante medo,
E neste enredo eu fiquei desacordado.


Quando despertei naquele lugar trancado,
Senti os meus braços amarrados
E logo isto me apavorou por inteiro.
As luzes piscavam descontroladas
E o suor com gotas geladas
Afirmava que não seria o primeiro.


Vozes me agitavam e risos me cercavam.
Estava em transe sem reação.
Os braços que me tocavam,
Tiravam de mim qualquer ação.


Nessa noção eu avistei o meu pavor,
Reluzindo com as luzes o brilho mortal.
E nesta hora não sabia como me recompor,
E então a dor seria mais do que fatal.


Engoli em seco, pois não havia
Na garganta uma só gota
De saliva que ali possuísse e nem poderia
Me salvar do meu destino com forma marota.


Aquele avental verde lodoso,
Castigava minhas pupilas com ardor
Sentia o meu suor se tornando poroso.
A carne queimando deixava no ar o fedor.


O bisturi cortando, preciso e cauteloso
A dormência na pele me impedia
Que eu sentisse aquele rubro lustroso
Cobrir o meu corpo o quanto podia.


Minha consciência lutava até o fim,
Para eu não cair fácil assim
No golpe de sorte que a vida possui.
No entanto, já exausto eu sei
Que tentei mas não aguentei
Àquele ato a vida logo me exclui.


Tsharllez Foucallt.

O que eu aprendi nos meus 40

Falou mal de mim?
Não tiro mais satisfação.

Virou a cara, se afastou?
Não tiro mais satisfação.

Me julgou sem me conhecer?
Não tiro mais satisfação.

Criou histórias sobre mim?
Não tiro mais satisfação.

Não gostou de mim?
Não tiro mais satisfação.

Aprendi que paz mental vale mais do que qualquer explicação.
Quem vive em paz não precisa provar nada para ninguém.

Às vezes penso, se existisse outra de mim, talvez eu finalmente teria a companhia que sempre ofereci aos outros

Primeiro eu honro a Deus em tudo… depois? A honra vem, porque quando Deus é prioridade, nada fica sem resposta.

Dengue


​Sabe hoje? Eu tô me sentindo doente.
Mas não é de hoje. Já faz uns dias.
Um mundo mais pálido, a vista fechada,
A vontade de viver secando em mim.
Tipo... eu tô doente. Doente de verdade.
Eu não tenho fome e nem coragem de sair da cama.


​Na verdade, tenho uma bola na garganta.
Não, não é uma bola. É um bicho vivo.
É um gato arranhando a carne por dentro,
Rasgando pra fora, num desespero contínuo.
Eu tento cuspir, eu tento expulsar,
Mas ele crava a unha e não sai.
​E o pior? O pior é estar sozinha.
Eu não sou fraca. Mas hoje me encontro frágil.


Odeio a fragilidade me arrastando pro chão,
Nesse poço sensível onde me afundei.
Eu não consigo pensar. Eu não consigo agir.
Eu só consigo ficar deitada. E chorar.
​Qualquer som lá de fora me faz desmoronar.
Como se a doença vazasse pelos meus olhos.
Como se eu precisasse rachar de uma vez,
Com um choro contido e engasgado,
Pra engolir a verdade que eu sempre recolho:
Eu não tenho ninguém. Ninguém pra chamar.
​Ninguém que me chame sem segundas intenções, sem transações sociais.
Alguém que só queira saber como estou e venha ao meu socorro.


​Isso me lembra algo.
Eu tive dengue quando era criança.
Família grande. Casa cheia e vazia ao mesmo tempo.
Tudo acontecendo, mas nada era dito.
Eu ficava doente, encolhida no canto...
Pequena. Insignificante. Engolindo o grito.
Ninguém cuidava de mim. Ninguém me via.
​E isso bate na ferida que nunca fechou.
A carne viva rasgada que não cicatriza.
É a minha maior ferida.


Talvez seja o abandono me fazendo doente.
Ou talvez seja dengue, que me paralisa.
Eu não sei. Eu só quero chorar.
​Esperar que alguém me salve. Que alguém venha.
Mas ninguém nunca vem. Ninguém liga. Ninguém.


E eu choro mais forte, engasgada na dor
Desse gato maldito arranhando a garganta.
A vergonha sufoca. O vazio me esmaga.
​Eu olho pro lado. O silêncio decreta.
Não tem ninguém.


Nunca teve ninguém além de mim mesma.

Você é o silêncio,
o silêncio que eu insisto em preencher,
A vírgula esquecida em tudo o que eu quis dizer.
É estranho como quem nada me entrega,
acaba sendo o meu lugar de descanso.
Você não se vê nos livros que sublinhei,
nem ouve seu nome nas canções que decorei.
Não que você seja o centro do universo,
mas, quando se trata de você, tudo foi sentido ao extremo,
tornando-se assim a minha maior fonte de inspiração.
Obrigado por ser, mesmo sem pretender,
A beleza do que eu não pude ter.

Eu acho curioso como a gente vive numa época em que trocar de celular demora mais do que trocar de gente. O celular, coitado, ainda ganha capinha nova, película, limpeza de memória… já as pessoas, não. Travou uma vez, já vem aquele impulso moderno de deslizar pra próxima versão como se fosse atualização de aplicativo. E eu fico olhando isso tudo com uma mistura de riso e leve desespero, tipo quem percebe que o mundo virou um grande teste de paciência… e ninguém quer passar.


Porque ficar hoje em dia virou quase um ato subversivo. É tipo levantar uma bandeira invisível e dizer com toda a calma do mundo, eu não vou embora só porque ficou difícil. E veja bem, não é sobre aguentar qualquer coisa, não é sobre se anular, virar mártir emocional ou protagonista de novela sofrida das seis. É sobre escolher conscientemente continuar. E isso dá um trabalho que ninguém posta nos stories.


Tem dias em que amar parece simples, leve, até meio cinematográfico. Mas tem outros em que amar é quase administrativo. Exige organização emocional, revisão de expectativas, paciência digna de quem já enfrentou fila de banco em dia de pagamento. Porque não tem trilha sonora, não tem vento no cabelo, não tem cena em câmera lenta. Tem só duas pessoas tentando não estragar o que construíram com as próprias mãos.


E o mais engraçado é que a gente foi condicionado a acreditar que amor de verdade é aquele que faz o coração disparar o tempo todo. Sendo que, sinceramente, se for assim o tempo inteiro, talvez seja mais caso de ansiedade do que de romance. Porque amor mesmo, esse que dura, ele se parece mais com um sofá confortável do que com uma montanha-russa. Não impressiona à primeira vista, mas sustenta o corpo quando a vida pesa.


Escolher ficar é isso. É olhar pra mesma pessoa, com os mesmos defeitos já conhecidos, com as mesmas manias que às vezes irritam, e ainda assim pensar, eu prefiro construir aqui do que começar do zero com alguém que ainda nem sei como vai me decepcionar. Porque, convenhamos, todo mundo decepciona em algum momento. A diferença é se você vai embora na primeira rachadura ou se entende que relações não são porcelana, são mais tipo concreto… racham, mas também podem ser reforçadas.


E no meio desse mundo que valoriza o novo, o rápido, o descartável, permanecer virou quase um luxo emocional. Um tipo de coragem silenciosa que não dá curtida, não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. Porque no fim, o extraordinário não é o começo cheio de fogos de artifício. O extraordinário é continuar quando os fogos acabam e sobra só a realidade… e mesmo assim, escolher ficar.


Agora me conta… você é do time que insiste ou do time que troca?

Volta pra cá
Eu sei que errei, as palavras doream. O silêncio cresceu mais a amizade não morreu. Volta pra cá, sem medo, sem pressa Quero teu risos de volta, e te dá meu ombro outra vez.⁠

Seja onde for, eu estarei lá, no ínfimo da vida, ao apogeu da existência, eu estarei lá, no suspiro da Terra eu estarei lá, onde houver dia, eu estarei lá, onde houver noite, eu estarei lá, no princípio, eu estarei lá, no fim, eu estarei lá, na desgraça, eu estarei lá, na ventura, eu estarei lá, aonde se puder imaginar eu estarei lá e aonde a pobreza humana consegue chegar eu estarei.
Tudo por ti!
Por você eu faço tudo! Ô corredor girar. Um paraplégico andar. O amor odiar. O mau ajudar. A escuridão virar dia. O dia virar noite. Amarei o inamável. O universo acabar. Um urso voar. Anjos caírem. Homens voarem.
O possível e impossível!
Quando precisardes, serei, um baluarte, um homem, um padre, um santo, um ombro, uma luz, um carinho, o afeto, o vinho, a água. Tudo que precisardes eu serei!
Tudo serei! Por ti!
Sem você, sou um dia, sem Sol, a noite, sem Lua, o mar, sem água, o amor, sem afeto, o Xadrez, sem o rei, fogo, sem chama, o homem, sem Deus, serei apenas alguém, perdido no ócio.

A força sobrenatural que eu acredito ser Deus, não é aquela que precisa de lamentações públicas ou forçadas, mas é aquela que me orientou desde o ventre da minha mãe até o meu último dia.