Eu sou uma Pessoa Timida
Coisas inexplicáveis acontecem na vida de uma pessoa.
Jamais pensei que existisse alguém assim, tão amável e verdadeira como você.
Ontem apenas gostava de estar ao seu lado, hoje eu te amo e percebo o quanto preciso de você.
Fecho os olhos para imaginar a figura suave do teu rosto.
E então cheio de saudades, consigo escrever uma só frase: EU TE AMO!
Multifocal
Revela-nos que uma pessoa multifocalmente inteligente desenvolve a arte de ouvir, a arte da dúvida, a arte da crítica, a arte de pensar antes de reagir, a arte de expor, e não de impor as idéias, e, além disso, trabalha com maturidade suas dores e perdas, transformando seus problemas em desafios, destilando sabedoria dos seus erros, aprendendo a se colocar no lugar do outro e a perceber suas dores e necessidades psicossociais, além de valorizar a cidadania, o humanismo e a democracia das idéias
A jornada mais interessante que um homem pode fazer não é a que ele faz quando viaja pelo espaço ou quando navega pela Internet. Não! A viagem mais interessante é a que ele empreende quando se interioriza, caminha pelas avenidas do seu próprio ser e procura as origens da sua inteligência e os fenômenos que realizam o espetáculo da construção de pensamentos e da "usina das emoções".
A espécie humana está no topo da inteligência de milhões de espécies na natureza. Imagine como deve ser complexa a atuação dos fenômenos psíquicos responsáveis pela nossa capacidade de amar, de chorar, de sentir medo, de ter esperança, de antecipar situações do futuro, de resgatar experiências passadas. Investigar as origens e os limites da inteligência não é um dever, mas um direito fundamental do homem.
Quando realizamos essa jornada intelectual, nunca mais somos os mesmos, pois começamos a repensar e reciclar nossas posturas intelectuais, nossas verdades, nossos paradigmas socioculturais, nossos preconceitos existenciais. Passamos a compreender o homem numa perspectiva humanística: psicológica, filosófica e sociológica. Nossa visão sobre os direitos humanos sofre uma revolução intelectual, pois começamos a compreender e a apreciar a teoria da igualdade a partir da construção da inteligência. Começamos a enxergar que todos os seres humanos possuem a mesma dignidade intelectual, pois mesmo um africano, vivendo em dramática miséria, possui a mesma complexidade nos processos de construção da inteligência que os intelectuais mais brilhantes das universidades.
Somos diferentes? Sim, o material genético apresenta diferenças em cada ser humano; o ambiente social, econômico e cultural também apresenta inúmeras variáveis na história de cada um. Porém, todas essas diferenças estão na ponta do grande iceberg da inteligência. Na imensa base desse iceberg somos mais iguais do que imaginamos. Todos penetramos com indescritível habilidade na memória e resgatamos com extremo acerto, em frações de segundos e em meio a bilhões de opções, as informações que constituirão as cadeias dos pensamentos.
Construir idéias, pensamentos, inferências, sínteses, resgates de experiências passadas, são atividades sofisticadíssimas da inteligência. Se não fôssemos seres pensantes não teríamos a "consciência existencial": a consciência de que existimos e de que o mundo existe. Não poderíamos amar, desconfiar, nos alegrar, conferir, ter medo, sonhar, pois tudo o que fizéssemos seria apenas reações instintivas e não frutos da vontade consciente. Ter uma consciência nos faz, embora fisicamente pequenos, distintos de todo o universo. Sem a consciência, que é o fruto mais espetacular da construção de pensamentos, nós e o universo inteiro seríamos a mesma coisa.
Vivemos num mundo onde o pensamento está massificado, o consumismo se tornou uma droga coletiva, a paranóia da estética controla o comportamento, as cotações do dólar e das ações nas bolsas de valores ocupam excessivamente o palco de nossa mente. Um mundo onde as pessoas buscam o prazer imediato, têm pouco interesse em repensar sua maneira de ver a vida e reagir ao mundo e principalmente em investigar os mistérios que norteiam a sua capacidade de pensar.
Uma das mais importantes explorações do homem, se não a maior delas, é a exploração de si mesmo, do seu próprio mundo intrapsíquico. Aprender a se interiorizar; a criar raízes mais profundas dentro de si mesmo; a explorar a história intrapsíquica arquivada na memória; a questionar os paradigmas socioculturais; a trabalhar com maturidade as dores, perdas e frustrações psicossociais; aprender a desenvolver consciência crítica, a conhecer os processos básicos que constroem os pensamentos e que constituem a consciência existencial são direitos fundamentais do homem. Porém, freqüentemente, esses direitos são exercidos com superficialidade na trajetória da vida humana. Um dos principais motivos do aborto desses direitos é que o homem moderno tem vivido uma dramática crise de interiorização.
O ser humano, como complexo ser pensante, é um exímio explorador. Ele explora, ainda > que sem a consciência exploratória, até mesmo o meio ambiente intra-uterino, através dos malabarismos fetais e da deglutição do líquido amniótico. E, ao nascer, em toda a sua trajetória existencial, explora o mundo que o envolve, o rico pool de estímulos sensoriais e interpreta-os.
Pelo fato de experimentar, desde sua mais tenra história existencial, os estímulos sensoriais que esquadrinham a arquitetura do mundo extra-psíquico, o homem tem a tendência natural de desenvolver uma trajetória exploratória exteriorizante. Nessa trajetória, ele se torna cada vez mais íntimo do mundo em que está, o extrapsíquico, mas, ao mesmo tempo, torna-se um estranho para si mesmo.
O homem moderno, em detrimento dos avanços da ciência e da tecnicidade, vive a mais angustiante e paradoxal de todas as solidões psicossociais, expressa pelo abandono de si mesmo na trajetória existencial. A pior solidão é aquela em que nós mesmos nos abandonamos, e não aquela em que nos sentimos abandonados pelo mundo. É possível nos abandonarmos na trajetória existencial? Veremos que sim. Quando o homem não se repensa, não se questiona, não se recicla, não se reorganiza, ele abandona a si mesmo, pois não se interioriza, ainda que tenha cultura e múltiplas atividades sociais.
O homem que não se interioriza é algoz de si mesmo, sofre de uma solidão intransponível e incurável, ainda que viva em multidões.
"O homem que não se interioriza dança a valsa da vida engessado intelectualmente." Sua flexibilidade intelectual fica profundamente reduzida para solucionar seus conflitos psicossociais, superar suas contrariedades, frustrações e perdas.
E mais fácil explorar os fenômenos do mundo que nos envolve do que aprender a nos interiorizar e ser caminhantes na trajetória de nosso próprio ser e explorar os fenômenos contidos em nosso mundo intrapsíquico. É mais fácil e confortável explorar os estímulos extrapsíquicos, que sensibilizam nosso sistema sensorial, do que explorar os sofisticados processos de construção dos pensamentos, o nascedouro e desenvolvimento das idéias, a organização da consciência existencial, as causas psicodinâmicas e histórico-existenciais de nossas misérias, fragilidades, contradições emocionais, etc.
Mergulhado num processo socioeducacional que se ancora na transmissibilidade e no construtivismo do conhecimento exteriorizante, o homem se torna um profissional que aprende a usar, com determinados níveis de eficiência, o conhecimento como ferramenta ou instrumento de trabalho. Porém, tem grandes dificuldades para usar o conhecimento para desenvolver a inteligência: aprender a percorrer as avenidas da sua própria mente, conhecer os limites e alcance básicos da construção de pensamentos, regular seu processo de interpretação através da democracia das idéias e tornar-se um pensador humanista, que trabalha com dignidade seus erros, dores, perdas e frustrações, e aprende a se colocar no lugar do "outro" e a perceber suas dores e necessidades psicossociais.
Procurar a si mesmo é explorar e produzir conhecimento sobre os processos de construção da inteligência, ou seja, sobre os processos de construção dos pensamentos, sua natureza, cadeias psicodinâmicas, limites, alcance, lógica, práxis, bem como sobre a formação da consciência existencial, da história intrapsíquica arquivada na memória, as bases que sustentam o processo de interpretação e as variáveis que participam do processo de transformação da energia emocional.
Quem sai do discurso intelectual superficial e procura "velejar" para dentro de si mesmo, e vive a aventura ímpar de explorar sua própria mente, nunca mais será o mesmo, ainda que fique perturbado num emaranhado de dúvidas sobre o seu próprio ser. Aliás, ao contrário do que dizem os livros de auto-ajuda, a dúvida é o primeiro degrau da sabedoria.
Quem não duvida e critica a si mesmo nunca se posiciona como aprendiz diante da vida e, conseqüentemente, nunca explora com profundidade seu próprio mundo intrapsíquico. Quem aprendeu a vivenciar a arte da dúvida e da crítica na sua trajetória existencial se posiciona como aprendiz diante da vida e, por isso, tem condições intelectuais de repensar seus paradigmas socioculturais e expandir continuamente suas idéias e maturidade psicossocial. Todos os pensadores, filósofos, teóricos e cientistas que, de alguma forma, promoveram a ciência, as artes e as idéias humanistas foram, ainda que minimamente, caminhantes nas trajetórias do seu próprio ser e amantes da arte da dúvida e da crítica, enquanto produziam conhecimento sobre os fenômenos que contemplavam.
O homem que aprende a se interiorizar e a criticar suas "verdades", seus dogmas e seus paradigmas socioculturais estimula a revolução da construção das idéias nos bastidores clandestinos de sua mente. Assim, sai do superficialismo intelectual e, no mínimo, aprende a concluir que os processos de construção da inteligência, dos quais se destacam a produção das cadeias psicodinâmicas dos pensamentos e a formação da consciência existencial do "eu", são intrinsecamente mais complexos que uma explicação psicológica e filosófica meramente especulativa e superficial, que chamo de explicacionismo, psicologismo, filosofismo.
O homem moderno tem vivenciado, com frequencia, uma importante síndrome psicossocial doentia, a qual chamo de "síndrome da exteriorização O ser humano, nos dias atuais, frequentemente só tem coragem de falar de si mesmo quando vai a um psicólogo ou a um psiquiatra. Tem uma necessidade vital de que o mundo gravite em torno de si mesmo. Para ele, doar-se para o outro sem esperar a contrapartida do retorno é um absurdo existencial, um jargão intelectual, um delírio humanístico. O mundo das idéias dos portadores da síndrome da exteriorização existencial tem pouco espaço para uma compreensão psicossocial e filosófica da existência humana.
Aprender a interiorizar-se é uma arte complexa e difícil de ser conseguida no terreno da existência. O homem moderno tem sido um ávido consumidor de idéias positivistas misticistas, psicologistas, como se tal consumo cumprisse, por ele, o papel inalienável e intransferível de caminhar nas trajetórias sinuosas do seu próprio ser e de aprender a expandir sua consciência crítica e maturidade intelecto-emocional.
As letras deveriam servir às ideias e não as idéias às letras e às regras gramaticais, como não poucas vezes acontece. As letras e a gramática deveriam libertar o pensamento; ser um canal de veiculação das idéias. Porém, nem sempre as frases e os textos mais compreensíveis são mais justos para expressar as idéias de um autor, embora facilitem a vida do leitor. As letras reduzem inevitavelmente as ideias; os labirintos gramaticais, às vezes, aprisionam os pensamentos. A linguagem tem um grande débito com o pensamento, principalmente com o pensamento psicológico e filosófico.
Para termos uma idéia da deficiencia do discurso literário para expressar a ciência, basta dizer que os pontos finais das frases, embora úteis para a compreensão da linguagem, são uma mentira científica. Na ciência, não há pontos finais. Tudo é uma seqüência interminável de eventos que mutuamente co-interferem. Por isso, não há resposta completa em ciência e, muito menos, há resposta completa na aplicação dos pensamentos procurando examinar suas próprias origens, seus próprios processos de construção, limites, alcance, práxis, enfim, compreender a própria fonte que os gera. Na ciência, cada resposta é o começo de novas perguntas...”
(Inteligencia Multifocal)
Se uma pessoa te tratar indiferente , com ignorância trate-a bem . Mostre que você é o oposto dela . Isso vai fazer com que ela repense suas atitudes .
sempre haverá o ultimo suspiro,o ultimo sorriso ao lembrar de uma pessoa..., o ultimo EU TE AMO..., o ultimo abraço..., o ultimo aperto de mão..., o ultimo sorvete..., o ultimo aniversario..., e ate a ultima discussão..., o ultimo beijo da pessoa que você ama..., o ultimo olhar..., a ultima gargalhada..., cada pessoa com seu dever a cumprir na terra, e qual será meu ultimo pensamento.....E o seu?
"Quem nunca se chateou ao ser enganado por uma pessoa mentirosa?
Entretanto, cruzar com essas pessoas nos traz um grande aprendizado. Nos torna mais astutos, não é mesmo?
E você ao invés de bloquear seu fluxo de energia duvidando de outras pessoas, se lamentando por ter sido enganado, atraindo negatividade com maus pensamentos, agradeça.
Simplesmente agradeça, pela evolução que o Universo te proporcionou, siga em frente com leveza.
Ouça mais a sua intuição. Silencie a mente, deixe seu coração te conduzir. É certo que ele dirá se novamente você está lidando com um (a) mentiroso(a). Vai evitar também sua voz interior dizendo: “ Eu te avisei!”
Fique atento aos sinais, á energia das pessoas, e não sinta raiva, apenas compaixão."
Via O Universo e Eu.
Amar alguém é como ser uma estrela. Você brilha até quase explodir para aquela determinada pessoa,mas no final acaba magoado e apaga de vez. Indo para escuridão da galáxia.
Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos,sei que tenho que desenvolver em muitas qualidades para continuar sendo seu amigo mas vou fazer isso com muito gosto porque não quero perder a sua amizade,nem me distanciar dela
pare e pense quando uma pessoa da uma chance pra vc saiba aproveitar eu falo isso pq eu tenho experiencia nun sou loka ,burra e nen nd
sou apenas um ser humano eu naci sem pai e sem mae mais isso nao irporta dendo alguem q se importe por vc isso vale eu as vezes fico feliz por esta estudando em uma escola boa ter uns avoes q me amam e fico triste por nao ter pai
aproveitem a chance q dao pra vcs
muitas gente sofrem isso
Você conhece uma pessoa idiota, pelo tamanho da idiotice dela. Uma das maiores idiotices, que eu acho, de uma pessoa é quando ela diz que sabe de tudo.
Uma mensagem para alguns imbecis: Na vida, sempre aprendemos alguma coisa, quase todos os dias.
Fortaleza/Ce., 30 de junho de 2025.
Há uma coisa na vida que você levará quando morrer, é o próprio conhecimento que a pessoa consegue durante toda sua vida. Só tenho pena dos idiotas que não levarão nada, a não ser, sua própria idiotice.
Fortaleza/Ce., 30 de junho de 2025.
Custe o que custar, mantenha sempre a sua essência. Para mim, ela é a melhor opção de uma pessoa digna e sensata.
Fortaleza/Ce., 10/04/2025
O que o desespero fez comigo? Eu era uma pessoa tão liberta para pensar e tão cheia de ideias, era criativo, bem-humorado, feliz... Na verdade, sempre tive minhas feridas da vida, as quais de vez em quando me atordoavam, mas a partir de quando o desespero entrou nesse tão enorme sentimento dentro de mim, comecei a fazer coisas absurdas contra os meus princípios e nada mais fluía como antes. Por trás de uma alegria fingida, engoli muita coisa em busca de respostas e tentava por diversos dribles agradar alguém insistentemente. Poderia ser tudo tranquilo, eu poderia não ter chegado a esse estado, eu poderia ser alimentado desde o começo, poderia brotar os melhores frutos por ser tão feliz, mas minha cabeça já não era mais a mesma e eu estava perdendo o controle de tudo, até do meu amor próprio por conta de coisas que começaram acontecer me deixando imperceptivelmente atormentado cada vez mais.
Eu tentava agradar a todos, tentava me encaixar em minúsculos buracos onde eu nunca conseguiria entrar, mas eu tentava e falhava, eu tentava de novo, ah, não deu certo novamente. "Mas eu consigo", eu falava pra mim mesmo, e lá estava eu me diminuindo até ficar no tamanho de uma mísera mosca novamente, mas o engraçado é que não importava o quanto eu me diminuía e tentasse entrar, eu nunca iria encaixar ali. Era difícil engolir isso, ainda é, na verdade. Mas eu não desisti facilmente, e ainda não desisti... Mas isso não vem ao caso! Ou vem?.. Eu não sei. Talvez eu esteja tentando me encaixar nesse mesmo buraco ainda, pode ter se passado uma semana, um mês, cinco meses ou até mesmo mais de um ano, mas eu sempre estive tentando me encaixar nesse buraco rídiculo. Você já foi embora, eu já te perdi de vista, não consigo te encontrar mais na minha mente, mas meu coração não consegue te esquecer, ele pode ser o maior labirinto de sentimentos, como uma folha toda rabiscada, mas quando é você, o caminho fica reto, tão fácil de te achar..
Algumas pessoas se acham perfeitas em relação a uma pessoa com necessidades especiais, nãos as respeitam por se sentirem superiores, mas se pensarmos bem, deficiente mesmo são aqueles preconceituosos,que se importam com a cor da pela, com a idade, com o sotaque, com a posição social, etc.
To confuso, eu quero te amar mas os obstáculos são muitos.
Eu quero você você só pra mim, sem ninguém palpitando ou se entrometendo, é tão bom quando estamos juntos a sós!
O Tempo passa, 1 hora parece 1 minuto, te acaricio você me acaricia, parece contos de fada, tenho medo de estar sonhando de tão bom.
Eu me apeguei demais em você, talvez você fez por merecer, ou eu tenha feito.
Eu quero muito você, mas só você !!
Alguns erros... Apenas tem consequências maiores que outros. Mas, você não deve deixar que o resultado de um erro defina que você é.
As vezes me pergunto se foi mera coincidência ter encontrado você em meio a tantas pessoas que existem por aí... ou será que foi o destino que te trouxe até aqui? Não sei e na verdade isso nem é importante porque o que o importa é que eu tenho você e posso te chamar de meu... meu amigo.
As vezes tenho medo... medo de que um dia eu acorde e não te veja mais! Tenho medo de que em algum momemto eu te chame e você esteja distante demais para me ouvir... tenho medo... aquele medo que até tenho medo de sentir... medo de que você simplismente desapareça diante dos meus olhos e me deixe aqui , mas isso também nãoimporta porque esse medo não é capaz de me impedir de gostar de você... o importante é que eu acredito nessa amizade e eu sei que me arrependeria se deixasse esse medo me impedir de tentar...
As vezes eu fico tentando lembrar do exato momento em que você se tornou assim: tão especial... queria saber quando foi que aquele estranho se tornou uma das minhas pessoas preferidas... eu queria saber em que em que dia, hora, minuto, segundo que eu comecei a gostar tanto assim de você, só pra entender como tudo isso começou... mas quer saber, isso ñ importa porque talvez ñ seja para ser entendido pois já estamos vivendo isso e sei que estamos conectados desde o primeiro "oi" e que esssa amizade vai se construindo a cada dia.
As vezes... as vezes... as vezes acontecem tantas coisas neh e você foi um acontecimento bom na minha vida e mesmo sabendo que não é perfeito pra mim o que importa é que é real.
