Eu sou uma Pessoa Timida
Sinto o que sou que nada deveria ser, e se sei que nada tenho, o que poderei eu levar comigo quando eu tiver partido para onde tenho que ir.
Finjo estar bem
Quando, na verdade, não estou
Só não mudo
E não fujo do que sou
Eu tento esquecer
Tudo que me rodeia
Mas não esqueço, e pior
Fica tudo questionado na cabeça
O que posso fazer
É aceitar e enfrentar
Mas tenho medo de me perder
Na escuridão do amanhecer
Com minha vontade de vencer
Consigo lutar, parar e refletir
Que na vida, tem hora, que precisamos melhorar
E que buscar o melhor exige esforço
Só de lembrar que cada dia
Cada hora
Cada minuto
Cada segundo
É desperdício pra quem perde tempo se sentindo fraco
Não me sinto bem.
Sou chata mas sou eu. aquela amiga que pega no pé, que ama incondicionalmente, que lhe aconselha a seguir em frente e te quer bem mais feliz, alegre e contente... Está sou eu, sua amiga pra sempre serei.
Se o assunto és TU e EU,
não há lugar a meio-termo.
Não quero doações pela metade de NÓS.
Não sou tua "meio-amiga", "meio-namorada", tampouco, "meio-amor".
Ou bem que sou o teu tudo;
ou então, não sou nada.
Sou ato apaixonado
Se você fosse um
ato administrativo,
eu queria ser
sua competência,
sua finalidade,
sua forma,
seu motivo
e seu objeto.
Eu seria todo seus
requisitos de validade
pra te manter presente
na minha realidade.
E também
seria sua
presunção de legitimidade,
seria sua
imperatividade,
seria sua
autoexecutoriedade,
seria sua
tipicidade.
Eu seria seus atributos,
suas lindas qualidades
para não me tornar nulo
em nenhuma das nulidades.
Você administra eu,
eu requisito/atributo você.
Se o seu ato se perdeu,
meu ato vai te reconhecer.
Fica assim combinado:
você não me cassa,
não me revoga,
não me anula
que eu faço de graça
a minha outorga
ser só sua.
Ser pra sempre seu…
eu te darei este fato.
Você pegou o que era meu,
Eu te peguei no ato.
Por isso,
quero você para ser
o meu ato administrativo,
ato que pode ser conceituado
como a declaração do Estado…
do estado
em que eu me encontro:
sou ato apaixonado.
Sou foda
Sou foda, na cama eu te esculacho
Na sala ou no quarto no beco
Ou no carro...
Eu... Eu sou sinistro, melhor que seu marido
Esculacho seu amigo,
No escuro eu sou um perigo.
Sim...
Às vezes, piegas.
Noutras muito "clichê"!
Essa sou eu
a jogar para fora a emoção,
a viver cada dia como ele é,
e a mostrar a alma sem culpas,
sem medos, sem reservas...
Sendo, simplesmente, o que sou.
Não vou te contar quem eu sou
Sabe por quê?
Se eu te contar quem sou
Você pode não gostar
Então vou te deixar descobrir aos poucos
Para nossa amizade durar mais
E eu não ficar só de novo
Eu sou aquela que não está nas fotografias, nos livros, nas músicas e muito menos nas tatuagens. Mas fui alguém que sempre esteve presente, nos momentos mais difíceis, na vida dos hipócritas.
Força e recomeços.
Não sou forte, não sou fraco, sou eu mesmo tentando entender a natureza da realidade sem que eu saia ferido. Tento viver os meus dias sem melodramas e ilusões com que me faça me sentir único e realizado. Porém sei que as realizações só dependem das minhas atitudes e aprendizados. As ilusões me levam para outro plano onde sou tudo o que sempre sonhei, porém quando a névoa da verdade aparece, me vejo completamente isolado em um mundo criado sem esperanças e realidades falsas. Sou obrigado acordar e cavalgar silenciosamente pelo deserto da vida sem norte e sem rumo. Porém sou forte para seguir meu caminho seja ele a luz do sol ou da lua o que importa é seguir em paz e sabendo que o amanhã me indicará um novo recomeço.
“Às vezes eu amo-te
Às vezes eu não,
E quando não amo-te
Sou escuridão,
Às vezes dolorida,
Às vezes só desilusão,
É quando perco a vida
Num segundo vão,
Às vezes almejo a morte,
Às vezes mansidão,
Quando peço sorte
Para a imensidão,
Às vezes apenas preciso,
Às vezes, na solidão
Poder alimentar meu vício
De amar-te até quando eu não.”
Você pode me achar fraco, me julgar pela a minha aparência, achar que eu sou um nada. Mas o que não sabes de mim é que sou filho do Todo Poderoso Deus. Com ele eu sou forte o bastante para vencer qualquer batalha em minha vida.
Pela
data do meu
nascimento...
Eu sou outono!
Por isso,
não levo comigo.
Folhas secas.
Sonhos demorados.
Amores impossíveis!
Tudo que me
causa volume
sem necessidade,
deixo-os cair.
Jogo-os ao vento.
E deixo em mim,
florescer,
sempre uma
nova primavera!
