Eu sou uma Pessoa Timida
Eu não costumo ser tão transparente, poucas pessoas me conhecem de verdade. Não gosto de ironia, mais a uso. Não gosto de ciúmes, mas eu o tenho. Não gosto de risadas excesivas, mas eu costumo rir bastante... Não gosto de pessoas depressivas, mas eu já me senti triste. Não gosto de pessoas tímidas, mas eu já olhei para baixo pra não dizer "oi". Não gosto do seu silêncio... mas eu já fiquei quieta pra ver se você ia falar. Não gosto de paixões de uma noite. Eu prefiro um amor de verdade.
O caminho que eu escolhi é o do amor,
Não importam as dores, nem as angústias.
Nem as decepções que vou ter que encarar,
Escolhi ser verdadeira.
No meu caminho, o abraço é apertado.
O aperto de mão é sincero,
Não estranhe a minha maneira de sorrir.
De te desejar o bem!
Não estranhe se eu me emocionar
com a sua história!
Se eu chorar junto com você!
Afinal de contas, sou um ser humano,
Que fez a opção pelo bem!
É assim que eu enxergo a vida!
É só assim que eu acredito,
que vale a pena viver.
Viver com emoção!
Com verdade!
Viver com amor!
Viver com o coração!
Nota: Trecho adaptado de um poema do autor.
Antes que eu possa pregar o amor, a misericórdia e a graça; tenho que pregar o pecado, a lei e o juízo final.
Eu não sei usar espadas, não sei navegar, também não sei cozinhar e não sei mentir, o que eu sei, é que dependo dos meus amigos se quiser continuar vivendo!
Eu vi minha vida ramificando-se diante de mim como a figueira verde da história.
Na ponta de cada galho, como um figo gordo e roxo, um futuro maravilhoso acenava e piscava. Um figo era um marido, um lar feliz e filhos, outro era uma poetisa famosa e consagrada, outro era uma professora brilhante, outro era a Europa, a África e a América do Sul, outro era Constantino e Sócrates e Átila e outros vários amantes com nomes exóticos e profissões excêntricas, outro ainda era uma campeã olímpica. E, acima de tais figos, havia muitos outros. Eu não conseguia prosseguir. Encontrei-me sentada na forquilha da figueira, morrendo de fome, só porque não conseguia optar entre um dos figos. Eu gostaria de devorar a todos, mas escolher um significava perder todos os outros. Talvez querer tudo signifique não querer nada. Então, enquanto eu permanecia sentada, incapaz de optar, os figos começaram a murchar e escurecer e, um por um, despencar aos meus pés.
“Eu não tenho certeza de como colocar em palavras... É só quando eu ouço você dizendo essas asneiras de carregar tudo em suas costas eu meio que... Sinto a dor também. Não tem como eu ignorar isso!!”
Você disse? “Eu te amo… Não quero nunca viver sem você… Você mudou minha vida…”. Você disse? Faça um plano… Trace um objetivo… Batalhe por ele… Mas de agora em diante, sempre, olhe em volta… Beba-o… Porque este é o objetivo… Tudo pode acabar amanhã.
"Liberdade, igualdade, fraternidade" – eles se esqueceram de obrigações e deveres, eu acho. E então, é claro, a fraternidade desapareceu por muito tempo.
Eu te amo tanto.
Preciso tanto de você aqui comigo, tenho que dizer o quanto, te amo meu amor.
Você me faz feliz só por existir, e me fez ver que a vida não é nada sem amor... E sem teus sorrisos, sem teus olhos e sem a tua boca na minha, eu fico só e me sinto como se estivesse faltando algo meu ,esperando o momento certo de ser encontrada, por que eu tenho certeza de que um dia eu irei encontrar você, e que eu te farei feliz em meus braços. Darei-te beijos intermináveis, abraços apertados, e sorrisos sinceros!
Amo-te e sei que um dia irá me amar o quanto eu te amo..
Eu não me conheço. E tenho medo de me conhecer. Tenho medo de me esforçar para ver o que há dentro de mim e acabar surpreendendo uma porção de coisas feias, sujas. O que aconteceria, então? O orgulho de ter conseguido chegar perto de meu coração? Ou uma grande humildade, uma humildade de cão faminto, rabo entre as pernas, costelas aparecendo? Não sei, não sei — minha cabeça quase estala quando faço perguntas, meu pensamento escorrega, se desvia, foge para longe, como se ele também tivesse medo da resposta. E talvez nem seja preciso coragem. Talvez seja necessário apenas um breve impulso, como aquele que me fazia mergulhar de repente na água gelada do açude da fazenda. E eu nem era corajoso por fazer isso, apenas tinha as esquecido por um instante de mim, do meu corpo.
(Limite Branco)
