Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Tudo na vida é uma questão de ponto de vista...os OTIMISTAS encaram desafios a serem superados e tentam encontrar soluções...os PESSIMISTAS encaram tudo como problemas e estão sempre reclamando !!

Uma Mulher que mostra as garras quando necessário mas jamais deixa morrer a criança que habita meu ser !

Reconhecer nosso erro e saber pedir desculpas não é uma fraqueza.... mas sim um dos caminhos para se tornar uma pessoa melhor

O bom mesmo é nos permitir transformar para cada dia ser uma pessoa melhor!!

Não troco a verdade por mais dura que ela seja por uma frágil ilusão capaz de me cegar com belas imagens mentirosas

ESPELHO

A criança corre movida pela energia que seu corpo emana
Sem perceber há uma nuvem escura em seu encalço ganhando força
Finalmente ela olha pra trás
Tardiamente ela olha pra trás
Amedrontada pelo tamanho da nuvem ela corre mais rápido
Em sua inocência atravessa o espelho
Não existe mais som
Não existe mais movimento
Somente o barulho ensurdecedor do silêncio
Seus olhos enxergam o movimento das pessoas
Mas as pessoas não a enxergam
Gritos e socos são inúteis diante da imensidão de vácuo
Cansada de lutar a criança chora
Chora lágrimas que não existem
Lágrimas que se transformam em chuva do outro lado
Chuva que se transforma em tempestade fora do espelho
Tempestade que invade a criança que agora abre os braços
Com olhos fechados ela implora para que um raio flamejante recaia sobre o espelho
Libertando-a em bola de fogo.

⁠O Homem que fica ao lado de uma Bruxa sabe que outros podem desejá-la, cobiça-la. mas somente ele irá tocá-la, somente ele receberá seus carinhos, somente a ele ela se entregará e por ela será tratado como um Deus, porque uma Bruxa é a Mulher bem resolvida que despertou e só fica ao lado de um Homem se este for merecedor.

⁠Os olhos de uma Bruxa carregam o feitiço de suas ancestrais

"O poder é a imagem de uma sociedade."

“O Amor é a prova irrefutável da existência do Livre Arbítrio.
Pois o Amor é uma escolha.”

Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente.

Jordi Sierra i Fabra
Kafka e a Boneca Viajante, 2008

Pensar em uma pessoa e essa pessoa aparece do nada em sua frente

“Sua comunicação é como uma semente. Quanto mais você rega, mais frutos ela gera.”

O teu olhar charmoso atenciosamente olha de volta, és uma rosa onde o amor floresce, arte sublime, cuja natureza é formosa como uma flor que reflete o teu íntimo, uma fragilidade aparente com uma força imprescindível que muitos desconhecem

Desabrochando uma emoção intensa, que pode ser nutrida pelo romantismo com um pouco de audácia, gentileza e o fervor de um desejo correspondido, que aceleram o teu coração e despertam os teus instintos

Amando e sendo verdadeiramente amada com uma certa veemência, superando o êxtase físico, tocada também na tua essência,
não somente na tua pétala delicada, assim, recebendo um cultivo raro bem merecido

Consequentemente, vejo que o teu universo é um lindo jardim, o teu jeito de ser e de amar tornam cada experiência ao teu lado inesquecível, és uma mulher singular, uma rosa com um belo florescer que faz a minha inspiração desabrochar.

A única coisa produtiva de uma mente pouco produtiva são pensamentos improdutivos.

Chamar de gostosa é elogio ou assedio. Se nunca provou, é assedio ate para uma comida.

Há uma cena em Encontros no Fim do Mundo que não dá vontade de explicar. Dá vontade de ficar quieto. Um pinguim simplesmente se afasta dos outros, vira as costas para o mar, que é onde está a vida, e começa a caminhar sozinho, em direção às montanhas geladas da Antártida. Um caminho sem volta. Um caminho que, no fundo, aponta para a morte.
Herzog não tenta romantizar isso. Ele só mostra. E, curiosamente, aquilo deixa de ser só sobre um pinguim. Vira sobre a gente.

“Aquele pinguim é o sujeito que rompe.
É o momento em que algo sai do roteiro.”

Enquanto o grupo representa o seguro, o instinto, o “é assim que sempre foi”, o pinguim solitário faz o oposto. Ele não está perdido. Ele escolhe sair. E isso é o que mais incomoda. Porque ir contra o próprio instinto não é coisa de animal, é coisa de humano.
Quem nunca sentiu vontade de ir embora de tudo? De se afastar do que mantém a gente em pé, mesmo sabendo que pode dar errado? Sair de um lugar, de uma relação, de uma fé, de uma vida inteira… não por ignorância, mas porque ficar dói mais do que o risco de partir.
O pinguim não parece confuso. Ele parece cansado.
Cansado de repetir o mesmo ciclo, o mesmo caminho, o mesmo destino compartilhado. Talvez caminhar para as montanhas seja o último gesto de controle que ele tem. Um jeito silencioso de dizer: “até aqui, chega”.
Herzog fala em loucura, mas talvez seja pior que isso. Talvez seja lucidez demais. Talvez, por um instante, aquele pinguim tenha sentido algo que não deveria sentir: o desejo de ser único, mesmo que por pouco tempo.
Ele não caminha atrás da morte. Ele caminha atrás de algo que ele mesmo não sabe nomear. “A morte é só o preço.” No fim das contas, essa cena incomoda tanto porque ela quebra uma ilusão confortável: a de que todo ser vivo quer sobreviver a qualquer custo. Às vezes, viver do mesmo jeito deixa de fazer sentido.
E o mais estranho não é o pinguim indo embora sozinho. O mais estranho, e mais honesto, é perceber que, lá no fundo, a gente entende exatamente por quê. Só não encontramos as palavras para expressar o que é! Apenas esse aperto é essa agonia ao perceber que aquele pequeno ser nos ensinou tanto enquanto caminhava, cada passo era um passo de sua escolha, um passo de sua decisão, decisão essa que culminaria em sua liberdade!

Na advocacia, cada recurso é mais do que uma peça técnica; é a voz da coragem e da dedicação, capazes de desafiar os limites do impossível e provar que a justiça é alcançada por aqueles que não desistem.

Reconheça quando estiver enganado sobre uma situação, para não ser enganado pela mesma situação.

No fim, só uma pessoa atravessa a sua vida e a transforma: você mesma.


— Jess.