Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
Não sou apenas um conjunto de ossos entrelaçados por músculos e nervos, sou uma obra ainda inacabada que se molda, se transforma, buscando se tornar uma pessoa melhor
Amo e não sou amada,
Quero e não sou querida,
Mas de uma coisa tenho certeza...
Amo e não sou fingida.
Não sou perfeito!
Sou humano, com tendência a falhar,
mas sigo uma ordem em minha vida:
não engane e nem se deixe enganar.
Sou daquele tipo de pessoa que vive esperando algo da vida. Esperando uma ligação, um SMS de madrugada, uma batida na porta, um “sinto sua falta” ou um “eu preciso de você”. Fico esperando coisas impossíveis, esperando momentos que nunca vão acontecer nunca.
"Sou uma alma perdida, um sonho sem dono,um barco à deriva... A voz das trevas descrita em poesia... Uma vontade escondida em palavras obscuras e mundos de fantasia... Sou uma alma noturna, vagueante por palavras tenebrosas e pelas notas do canto da melancolia. Sou eu pensativa... sempre... e sempre apenas eu".
Sou meio doce, meio ácida. Algunas dias vejo que sou indefesa já outros me sinto como uma rocha. Preciso sempre de um buraco para eu enfiar a cabeça e lá poder chorar em paz. Sim, eu choro sou humana, sou manhosa. Ando sempre querendo afeto porém digo que não, mas preciso sim de calor humano, mais que corpo-a-corpo quero alma-a-alma. Tenho semblante rústico mas sou uma flôr de laço no cabelo e sapatilhas de ballet. Não gosto de saber de tudo nem tento ser racional. Quero continuar á manter meu cérebro no lugar onde ele sempre fica: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.
Sou uma garota direta e bem objetiva, você é uma vadiazinha sem vergonha e oferecida. Há uma grande diferença nisso.
É curioso: sou um isolado que conhece meio mundo, um desclassificado que não tem uma dívida, uma nódoa - que todos consideram, e que entretanto em parte alguma é adimitido (...) Nos próprios meios onde me tenho embrenhado, não sei por que senti-me sempre um estranho...
Não sou psicologa...mas é fácil perceber os sinais de uma pessoa psicopata...primeiro sinal...ela impõe a sua presença na sua vida...se você a rejeitar...ela se torna um gatinho disfarçado de leão...se você não se der conta...vai ser mais vítima fatal...cuidado!
Osvaldinho Babão
3 h ·
PRECISO DE UMA CLINICA PRA ME INTERNAR DESCOBRI DE TENHO DEPRESSÃO E SOU NÓIA!!!
DEPRESSÃO é a doença da moda que sempre existiu?
Tenho o hábito de usar esta rede social para expor de fôrma coletiva meus pensamentos.
Muito se ouve falar que DEPRESSÃO, é a doença da moda atual, que mais mata no mundo, por que faz com que as pessoas tomem atitudes anormais, usando drogas, bebendo em excesso, se tornado violentas, depressivas, mau humoradas ou se trancando em seu próprio eu.
Se tudo isso for verdade, reconheço que tirando alguns itens que citei acima, sempre sofri de DEPRESSÃO.
Desde criança compus minhas canções para externar meus sentimentos, momentos de tristeza e alegria, se manifestaram em de forma melódicas. Hoje me recolho em meu reduto de insanidade depressiva e escrevo aquilo, que já não faço ao lado de parentes e amigos, assim defino minha depressão virtual, e mesmo quando tenho minha doença contestada, não preciso aumentar esta DEPRESSÃO aumentando todo mau que ela me causa.
Será que quando Abel matou Caim, que historiadores definiram como inveja, não seria DEPRESSÃO?
As Cracolândias lotadas de pessoas, não seria DEPRESSÃO?
As pessoas que já não sentam à mesa para baterem papo, e passam seus dias com os celulares na mão, será que não é DEPRESSÃO?
Tenho dito!
Osvaldinho Babão um nóia das palavras, num crise de DEPRESSÃO.
Quando me percebi como uma dominadora.
Pensei...
Vou dominar a mim mesma, sou uma excelente submissa.
há uma alegria que em mim emudece e surge a primeira lágrima de resignação, pergunto-me quem sou, como posso viver sem mim mesmo...
A Defesa do Poeta
Senhores juízes sou um poeta
um multipétalo uivo um defeito
e ando com uma camisa de vento
ao contrário do esqueleto.
Sou um vestíbulo do impossível um lápis
de armazenado espanto e por fim
com a paciência dos versos
espero viver dentro de mim.
Sou em código o azul de todos
(curtido couro de cicatrizes)
uma avaria cantante
na maquineta dos felizes.
Senhores banqueiros sois a cidade
o vosso enfarte serei
não há cidade sem o parque
do sono que vos roubei.
Senhores professores que pusestes
a prémio minha rara edição
de raptar-me em crianças que salvo
do incêndio da vossa lição.
Senhores tiranos que do baralho
de em pó volverdes sois os reis
dou um poeta jogo-me aos dados
ganho as paisagens que não vereis.
Senhores heróis até aos dentes
puro exercício de ninguém
minha cobardia é esperar-vos
umas estrofes mais além.
Senhores três quatro cinco e sete
que medo vos pôs em ordem?
que pavor fechou o leque
da vossa diferença enquanto homem?
Senhores juízes que não molhais
a pena na tinta da natureza
não apedrejeis meu pássaro
sem que ele cante minha defesa.
Sou um instantâneo das coisas
apanhadas em delito de paixão
a raiz quadrada da flor
que espalmais em apertos de mão.
Sou uma impudência a mesa posta
de um verso onde o possa escrever.
Ó subalimentados do sonho!
A poesia é para comer.
