Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha
"eu não sou assim por opção...
Não é muito difícil de entender, nasci com outra configuração!"
(Sophia Jonathan)
"Louco!
Loucos são esses loucos que pensam que eu sou louco!
Louco por ter a maior sorte do mundo em ser louco
Louco não é gênio e nem todos gênios estão loucos
Louco por fazer loucuras não significar ser louco
Louco por contagiar minha coragem de ser louco
Louco por reagir a uma sociedade decadente e doente de louco
Louco por não seguir padrões sociais vista como louco
Louco por não deixar de ser quem sou, louco
Louco, pode-me chamar que ficarei alegre em ser louco
Louco por gostar de mim e ser egoísta louco
Louco por sonhar acordado, então pode-me chamar de louco
Louco pelo prazer da loucura, então prefiro ser louco
Louco por sonhar acordado e criar a minha realidade de louco
Louco é ter a liberdade de ser louco e não ser um estranho no ninho dos loucos.
Louco por tentar adquirir capacidade de ser normal, gênio ou louco."
(Bichara, R. G.)
Não me pergunte o que é Deus, eu não sou teólogo, eu não sei. Mas eu creio em Deus. Como força motora e suprema do universo. Força da qual uma parcela pequena existe em cada um de nós. Eu creio nisso.
"A frase 'não é você, sou eu' é o maior atestado de óbito da honestidade; é colocar um ponto final usando uma tinta que não mancha as próprias mãos."
Eu
O que eu sou?
Sou o orgulho da pessoa que sou, pela batalhas já vividas, pelos conflitos vencidos.
Sou a força que não se dobra, a esperança que não se apaga,
Um eco de cada lágrima que um dia me molhou a face.
Sou o aprendizado em cada tropeço, a coragem em cada recomeço,
A cicatriz que conta a história, a sabedoria que me aflora.
Sou a voz que clama por justiça, a calma que acalma a fúria fria,
Um mosaico de momentos, de alegrias e de lamentos.
Sou a semente que germina no deserto, o voo livre, o desejo aberto,
O pulsar incessante da vida, a fé na jornada percorrida.
Sou a alma que entende a dor, a mão que estende o amor,
Um ser em constante evolução, buscando em cada passo a perfeição.
O que eu sou?!?!?!
Sou a única estrela de um céu estrelado que não brilhou...
Sou a única flor de um jardim florido que murchou...
Sou a única palavra de um poema que não rimou...
Sou a mulher que nunca beijou...
O homem que nunca amou...
A esposa que nunca engravidou...
O sonho que não se realizou...
O que eu sou????
Sou o único erro em uma centena de acertos...
Sou o único idoso que dançou...
A única gestante que rebolou...
A esperança que restou...
Sou o único defeito, o único erro...
O que estragou — é o que sou...
Sou a poesia não terminada...
A fantasia não realizada...
A matéria que não passei...
A roupa que não usei...
A louça que não lavei...
A planta que não plantei...
De tudo...
Sou o que não sei...
Não é desabafo, nem depressão...
É como nos veem...
É a nossa impressão...
Somos o lado ruim da questão...
O que fazemos de bom, de perfeito — ninguém vê...
Vamos olhar o céu estrelado...
Vamos agradecer pelo jardim florido...
Pelo que no poema foi dito...
Temos que aprender a falar de coisas boas,
A elogiar,
A dizer o quanto amamos...
Que tipo de pessoa só enxerga a perfeição?
Que diminui o outro por puro prazer?!
E não pelo tanto que cada um tem a oferecer...?!
Sou mais que a estrela que não brilhou...
Sou mais do que a flor que murchou...
Sou mais... sou mais...
E sei o meu valor.
Já perdi guerras internas que ninguém viu, mas também venci batalhas que nem eu acreditava, sou feito de quedas e vitórias, e cada uma delas construiu minha essência, sou sobrevivente de mim mesmo.
"Eu sou louca, compulsiva, emotiva, romantica, converso comigo mesma, me pergunto, me respondo, fico rindo sozinha, teimo, vivo de cantarolar, brigo, luto, esperneio... a única coisa que eu não sou é um tédio."
☆Haredita Angel
"Fé é ouvir Deus. Crer é comportar-se com o que eu ouvir dEle.
Fé é Deus falando. Crer sou eu falando."
—By Coelhinha
Bento Gonçalves, me abraça com toda a tua ganância! Eu sou o teu filho bastardo, aquilo que restou da esmola que um ricaço recusou a um mendigo.
"Não que eu seja religioso (pois não sou) mas, aos meus 14 Anos de idade, eu já lia os 'Catecismos' com certa regularidade. Os 'Catecismos', do Carlos. Carlos Zéfiro!"
TextoMeu 1383
Eu sou como um livro
Eu sou como um livro esquecido na estante do tempo, com páginas amareladas pelo que senti demais.
Nem todos leem a capa, poucos chegam ao índice, mas cada palavra minha carrega um silêncio que só o coração atento consegue decifrar.
Há capítulos escritos à lápis, cheios de dúvidas, outros gravados à tinta forte da paixão.
Entre linhas tortas, guardei nomes, promessas, e um amor que virou poesia quando não coube mais no peito.
Algumas páginas estão rasgadas pela ausência, marcadas por lágrimas que borraram o sentido.
Mas até os erros têm sua narrativa,
pois é no conflito que a história respira e aprende a continuar.
Nem todo parágrafo é alegria,
há noites inteiras escritas em prosa escura.
Ainda assim, sigo aberto, página por página, porque quem ama de verdade não pula os trechos difíceis.
E se um dia alguém me ler até o fim,
vai entender que não sou só palavras.
Sou memória, sou estrada, sou entrega.
Um livro que não termina na última página, mas recomeça em cada amor que ousa me ler.
Todos me vêem, todos vêem meu sorriso, e acha que isso é tudo que eu tenho. Mas na verdade eu sou uma máscara, pois por trás de tudo isso existe alguém realmente cansado de viver. Alguém cansado de enfrentar tantas mágoas, alguém que só quer um ponto final. Mas não um ponto final sequencial, mas o final de história. Não quero mais ter que acordar e voltar a me ver assim, tão sozinho, tão triste, embora esse seja realmente a pessoa que eu sou por dentro não quero mais ser assim. Quero ser minha máscara, vestir e ser a minha máscara, sem ser apenas uma ilusão de minha pessoa.
Quem Sou Eu?
Quem sou eu?
Eu sou minha dúvida,
Um outro jeito de ser,
Que não se fala no mundo.
O que pensam de mim?
Um começo que está longe do fim?
Não sei.
Nunca saberei.
É diferente comigo,
O que se pensa, o que se sente.
Me vejo em meio a tanta gente,
Um aperto eloquente, não me surpreende.
Eu sou minhas falhas, minhas virtudes,
Minhas vitórias, minhas derrotas,
A soma das minhas memórias.
O que não sou, eu não penso.
O que nada sei, no silêncio busquei,
O que disseram, eu relevo.
Eu sou imperfeito, mas consciente.
Eu sou suficiente.
