Eu sou uma Menina Levada mas Quietinha

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Eu prefiro colecionar inimigos do que amigos... O inimigo eu sei quem é e me preparo para o pior!
O amigo todos nós já sabemos que a facada vem pelas costas... E que são muitas!

Eu não estava pensando. Algo que você precisa fazer menos.

Se eu pudesse te escrever...
Diria que ainda o amo, e se não o sabes, lhe faria saber.
Sepudesse te escrever...
Lhe faria conhecedor dos mistérios , desse coração que tão sincero insiste em não te esquecer. ⁠

⁠Eu, penso assim:
DEUS não atrai ninguém pela dor,
mas pelo amor.
Pela dor, a pessoa se converte,
depois que a dor passa,
ela se afasta de DEUS.
Pelo amor , mesmo na dor,
ela permanece,
na sua fé em DEUS.

⁠Você é igual a Flor
que eu vi num certo jardim.
A flor nasceu para ser admirada,
mas você minha amada,
nasceu para mim!

⁠Eu não vou negar que homem chora,
porque as vezes eu choro,
de saudade,
da felicidade,
do seu colo!

Outra pessoa vai recitar aquilo que eu criei pensando em você, para outra pessoa que não é você, outra pessoa vai fazer coisas que eu queria estar fazendo com você.

Evitando eu o risco, e abraçando o medo como guardião, poderia então estender meus dias nesta existência passageira?
Ou a prudência, por mais justa e, em sua lógica, até sábia, não passará de atraso para a alma, que, sem a travessia da dor, se condena a reencarnar indefinidamente, até que aprenda, enfim, aquilo que a fuga sempre lhe negou?

Falar de silêncio é algo muito importante — e, ao mesmo tempo, difícil.


Toda vez que eu paro pra falar de silêncio, eu vejo o abismo que eu sou.


E toda vez que o vejo, percebo que vou me salvando através dele.


Quantas vezes a gente questiona o outro sem ter empatia pelo que ele vive — e, às vezes, nem é uma escolha.


Faltam três meses pro ano acabar, e eu já começo a sentir saudade.


O silêncio me faz respirar.


Ao mesmo tempo que ele me cansa, ele também me desafia.


Às vezes, ele atravessa a gente — de um jeito que nem dá pra explicar.


Engraçado como, a cada dia que passa, surge uma nova sensação sobre o meu trabalho.


Hoje foi um dia triste, e tive a certeza de que o meu trabalho leva um pouco das minhas tristezas com ele.


Ainda assim, eu agradeço muito.


Vou sentir falta quando acabar.


E toda vez que eu digo isso, penso: que clichê!


Mas, na verdade, quando a gente se despede de um trabalho — de um ciclo, né? — a gente se despede de muita coisa dentro da gente também.


Às vezes, me pergunto: o que as pessoas sentem quando leem meus textos?


O que está chegando delas até mim?


Será que elas sentem essa avalanche de emoções que a gente sente ao escrever?


Ou será que não sentem nada?


Será que a falta é minha?


Ou será que elas só não querem entrar em contato com as coisas que doem?


Mas aí, de repente, a gente recebe o gesto de alguém que poderia julgar quem sofre — e não julga.


A pessoa encosta a mão em você e diz:


“Posso te fazer um elogio? Muito obrigado. Eu me vejo em você.”


E, na verdade, quem agradece sou eu. Porque é a escrita que me faz ficar viva. Enquanto eu tiver oportunidade, eu vou escrever o melhor que eu puder.

Todo dia eu luto, se hoje minha vida parece mais fácil, é simplesmente porque me esforcei antes, honrei minha mãe e deixei de fazer por mim, para fazer por alguém, que muitas vezes nem merecia, não esperei gratidão, pois um dia, todos os dias que tive ar para eu respirar, Deus foi bom comigo sem eu merecer.

Na saudade, a intensidade distorce o tempo: basta um segundo de ausência para que eu me perca em eternidades. O vazio entre nós cresce em silêncio, e só sua presença é capaz de devolver leveza ao relógio da minha alma.

O Espelho do Eu


Olho para mim e vejo fragmentos que esqueci,
restos de sonhos, pedaços de coragem que o tempo dispersou.
Mas não há pressa.
Cada cicatriz, cada sombra, me lembra que sobrevivi.
E sobreviver, mesmo em silêncio, já é um ato de força.

Se amar fosse um erro, eu seria sortuda.

Eu gosto de ser tratado como o romântico chato
Eu gosto de ser ridículo, absurdo, único e insubstituível
Eu gosto de receber críticas de quem não me conhece
Eu gosto de aventuras inesperadas
Eu amo quem eu sou!

Amizade Improvável


Se eu contar a história, talvez digam que é besteira.
Se ouvirem só a versão sem o contexto, até eu mesma diria que não faz sentido.
Mas, Maria Clara é exatamente isso: uma amizade improvável.
E, ao mesmo tempo, uma das mais preciosas que já tive.


Ela tem uma lealdade imensurável e uma gentileza rara.
É daquelas pessoas que, mesmo de longe, fazem questão de estar perto.
Nós nos falamos mais por aqui(redes sociais), quase nunca nos vemos pessoalmente.
Mas a maior raridade de tudo isso não está na frequência dos encontros, e sim na qualidade da conexão.


Porque amizade verdadeira não precisa de presença constante, ela se sustenta nos valores, nos princípios, no cuidado silencioso.
E foi com Maria Clara que entendi: amizade de qualidade é aquela que se percebe na essência.
Eu sou bastante seletiva com quem deixo entrar na minha vida.
E talvez por isso ela seja tão única.

Entre sentimentos profundos e medos relativos, eu me torno um paradoxo

Eu nunca deixei de pensar em você. Todos os dias você vem... às vezes em forma de memória, outras vezes como o lembrete silencioso de que você é (e sempre será) o amor da minha vida. ❤️‍🩹

O Amor que não toquei

Eu te amei no silêncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo — céu e inferno em um só nome.

Não ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.

Amei-te com as mãos atadas pela reverência,
com o olhar preso ao chão, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que não ardia em voz.

Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento —
em preces, em delírios, em lágrimas que não caíam.

Teu nome era meu sacramento.
Tua ausência, minha penitência.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrói.

Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silêncio.

E se há céu ou perdão, não sei —
só sei que, no fundo,
a maior dor não foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.

Casar-se é abrir mão do eu em favor do nós, é entender que o amor maduro não exige igualdade de direitos, mas equilíbrio de entregas
Quem busca vantagens no casamento ainda não entendeu o valor da união.

E se o mundo acabasse hoje, eu seria salva? Gosto de pensar que sim, apesar das minhas transgressões, espero ser perdoada.